A força da assessoria de imprensa nos pequenos negócios – por Adriana Vasconcellos

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Ainda é comum que pequenos empreendedores pensem que a assessoria de imprensa é um recurso reservado às grandes empresas. No entanto, é justamente entre os pequenos negócios que esse serviço revela seu maior potencial de transformação. Em um mercado cada vez mais competitivo, a visibilidade conquistada por meio da imprensa pode ser o diferencial entre ser mais um ou se tornar uma referência no seu segmento.

A imprensa tem um poder que vai além da divulgação, pois valida o que você faz. Quando um pequeno negócio conquista espaço em portais de notícias, revistas, rádios ou programas de TV, não está apenas promovendo um produto ou serviço. Está construindo reputação e credibilidade, dois pilares fundamentais para o crescimento sustentável. A exposição em um veículo de comunicação reconhecido desperta confiança no público, atrai novas oportunidades e posiciona a marca como autoridade no assunto.

Os resultados mostram claramente o alcance e o impacto dessa estratégia. Em outubro de 2025, o médico ortopedista Dr. Guilherme Falótico, cliente da Six Comunicação Integrada, teve matérias publicadas em veículos como Boa Forma, Zero Hora Digital, Webrun e Diário do Noroeste, alcançando juntos centenas de milhares de leitores e uma equivalência publicitária que ultrapassa R$ 23 mil em mídia espontânea. Já a psicóloga Sirlene Ferreira, também cliente da Six Comunicação Integrada, foi destaque em uma matéria no UOL, veículo com mais de 84 milhões de visitantes mensais, o que representa um retorno estimado de R$ 2,4 milhões em visibilidade, tudo isso sem investir em anúncios pagos.

Esses resultados mostram o quanto a assessoria de imprensa é uma ferramenta de excelente custo-benefício. Diferente da publicidade tradicional, que exige investimento direto para gerar alcance, a assessoria trabalha com credibilidade editorial, construindo pontes entre marcas e jornalistas. Quando um profissional ou empresa se torna fonte de informação, passa a ocupar um espaço de confiança junto ao público e à mídia.

Outro ponto importante é que a assessoria de imprensa se adapta ao porte e ao momento de cada negócio. Pequenas empresas e profissionais autônomos podem contar com estratégias sob medida, alinhadas à sua realidade e aos seus objetivos. É possível começar com ações pontuais, como o envio de releases e artigos assinados, e avançar para planejamentos mais amplos que envolvem relacionamento contínuo com a imprensa e fortalecimento da imagem pública.

Mais do que divulgar produtos, a assessoria ajuda o empreendedor a contar boas histórias, reais e com propósito, que despertam identificação e interesse. Pequenas empresas e profissionais liberais com propósito claro e posicionamento coerente têm mais chances de se destacar, conquistar espaço na mídia e transformar visibilidade em crescimento.

Em um cenário em que a atenção do público é disputada por milhares de marcas e profissionais de valor, aparecer na imprensa não é mais um luxo. É uma estratégia inteligente e acessível para quem quer crescer com consistência, construir autoridade e consolidar sua presença no mercado. Pequenas empresas com grandes histórias são as que mais têm potencial para ganhar espaço na mídia. Basta transformar propósito em pauta e deixar que a comunicação trabalhe a seu favor. Por isso, a assessoria de imprensa é um investimento estratégico que gera resultados reais de visibilidade, credibilidade e crescimento, especialmente para quem ainda está construindo sua marca.

Quer entender como aplicar isso na prática e fortalecer a presença da sua marca? Fale comigo. Juntos, podemos construir uma comunicação que gera resultados de verdade.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Atividade física é o melhor remédio para prevenir dores e lesões ortopédicas – por Dr. Guilherme Falótico

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Você sabia que a chave para evitar dores nas costas, lesões no joelho e desgaste articular pode estar mais próxima do que se imagina? A resposta não está necessariamente em remédios ou procedimentos complexos, mas em um hábito simples e acessível: a prática regular de atividade física.

Embora ainda exista a ideia de que se movimentar pode “gastar” as articulações, estudos mostram justamente o contrário. O corpo humano foi feito para se movimentar e o exercício cumpre papel fundamental na manutenção da saúde musculoesquelética.

Explico abaixo por que a atividade física é a sua maior aliada na prevenção de problemas ortopédicos em todas as fases da vida.

Por que o movimento é essencial

A atividade física regular atua como uma forma de “manutenção preventiva” do sistema ortopédico:

  • Fortalece a musculatura: músculos fortes funcionam como suporte para ossos e articulações, absorvendo impactos e reduzindo a sobrecarga.
  • Melhora a densidade óssea: exercícios com carga controlada, como caminhada e musculação, estimulam a formação de massa óssea, ajudando a prevenir a osteoporose.
  • Nutre as articulações: o movimento favorece a circulação do líquido sinovial, responsável por lubrificar e nutrir as cartilagens.
  • Mantém a flexibilidade: alongamentos e exercícios de amplitude preservam a elasticidade muscular e a mobilidade articular.

Sedentarismo e seus impactos

Os efeitos da falta de movimento atingem diferentes perfis:

  • Adultos que passam muitas horas sentados: a inatividade enfraquece a musculatura lombar, aumentando os casos de dor nas costas.
  • Pessoas acima do peso: o excesso de carga sobre joelhos, quadril e tornozelos acelera o desgaste das articulações e favorece a artrose.
  • Idosos: a perda natural de massa muscular (sarcopenia) e óssea (osteoporose) torna o exercício ainda mais decisivo para manter independência e qualidade de vida.

Qual a dose ideal de exercício

A Organização Mundial da Saúde recomenda pelo menos 150 minutos semanais de atividade aeróbica moderada, como caminhada rápida, natação ou ciclismo, além de duas a três sessões semanais de fortalecimento muscular, incluindo modalidades como musculação, pilates ou treino funcional. A regularidade é mais importante que a intensidade.

E quem já sente dores?

Mesmo em casos de dores ou condições ortopédicas, o movimento continua sendo aliado. A prática orientada é parte essencial do tratamento, desde que respeite os limites de cada paciente. Um ortopedista especializado pode indicar quais atividades são seguras e, muitas vezes, a fisioterapia especializada utiliza o exercício/movimento como ferramenta de reabilitação, fortalecendo a região afetada sem agravar a lesão.

A mensagem central é clara: movimentar-se é uma estratégia eficaz e acessível para preservar a saúde ortopédica em todas as fases da vida. Cada passo dado hoje representa um investimento valioso na qualidade de vida do futuro.

Consulte um ortopedista para uma avaliação personalizada e orientações sobre quais atividades são mais indicadas para o seu biotipo, idade e objetivos. Agende uma consulta e comece hoje mesmo a transformar sua saúde ortopédica. Seu futuro agradecerá por cada passo que você der agora!


Dr. Guilherme Falótico – Ortopedista especialista em cirurgia do quadril (CRM 128925). Formado e professor adjunto na Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, é mestre e doutor em Ciências, com Fellowship no Rothman Institute (EUA), onde se especializou em via anterior do quadril e infecções em artroplastias. Certificado em cirurgia robótica (Robô Mako) e membro da SBOT e SBQ, é reconhecido pela atuação de excelência aliada à ciência e à inovação na ortopedia.


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Às voltas com a adolescência – por Dra. Vera Resende

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A adolescência é apenas uma das fases do desenvolvimento humano. No entanto, família, escola e sociedade tendem a colocá-la no centro das discussões sempre que problemas sérios envolvem jovens. Em vez de olharem para o indivíduo que rompeu alguma norma, regra ou entrou em conflito com a lei, fazem referências a uma geração inteira, como se todos os adolescentes agissem da mesma forma. Isso não acontece com os adultos. Se o infrator estiver na faixa dos 30 ou 40 anos, não se atribui rebeldia, irresponsabilidade ou agressividade à sua geração.

Há inúmeras hipóteses para explicar esse tipo de atitude. Não pretendo explorá-las em detalhe neste espaço, mas convido o leitor a refletir sobre o universo de pessoas que ainda percebem a adolescência como um símbolo de liberdade. Muitos suspiram de saudade ao lembrar da própria juventude; entretanto, no papel de pais ou educadores, mostram-se ansiosos e até hostis diante da inquietação e dos questionamentos característicos dessa fase.

A expressão “aborrecente”, a meu ver, é agressiva. Ela traduz o descompasso entre as necessidades emocionais do jovem e a predisposição do adulto para acolhê-las, tornando a convivência mais difícil. Além disso, denuncia a dificuldade de muitos pais em assumir seu papel. Mas afinal, qual seria esse papel?

Enquanto etapa do desenvolvimento psicoafetivo, a adolescência exige o acolhimento de um luto: a perda do lugar na infância, do corpo infantil que rapidamente se transforma, da referência dos pais que oscilam entre manter a costumeira proteção e cobrar responsabilidades. A insegurança aumenta porque nada é oferecido em troca: a tão sonhada liberdade de escolha ainda não é plenamente concedida.

Diante disso, o adolescente se sente incompleto, inadequado e, por vezes, incapaz. Sem encontrar seu lugar, pode reagir de forma ruidosa e quase histérica ou, em outras situações, de modo depressivo e silencioso.

Que tal começarmos a ouvir, de fato, nossos adolescentes?


Dra. Vera Resende – Psicóloga clínica (CRP 06-2353), mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Com sólida trajetória acadêmica, foi professora e supervisora de estágio clínico na Unesp, ministrou aulas na pós-graduação, orientou teses, integrou grupos de pesquisa e coordenou cursos de especialização e extensão. Atuou no Instituto Sedes Sapientiae, participando de seminários e publicações na área de psicanálise da criança. Atualmente, mantém consultório próprio, oferecendo atendimentos, supervisão clínica e aperfeiçoamento para psicólogos iniciantes.


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Violência doméstica em alta e prevenção em baixa – por Ramon Soares

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Os telejornais diários de fim de tarde nos remetem àqueles jornais impressos das décadas de 1980 e 1990, famosos por causarem impacto com suas manchetes sensacionalistas a ponto de se dizer que, “se fossem torcidos, sairia sangue”, não apenas pelos textos, mas principalmente pelas fotos, muitas vezes sem qualquer tipo de censura.

Poderia ser apenas uma comparação nostálgica, mas, infelizmente, é a realidade. Todos os dias, sobram matérias nos noticiários sobre mulheres assassinadas por seus companheiros ou ex-companheiros homens que se julgam donos dessas mulheres e as sentenciam à morte pelo simples fato de não aceitarem o fim de um relacionamento. Esse triste “espetáculo” é exibido em horário nobre na televisão brasileira, como se fosse apenas mais uma notícia. Mas, está lá, “mais um corpo estendido no chão”.

Em pleno 2025, no estado mais rico da federação, São Paulo, dados da Secretaria de Segurança Pública revelam uma média de 21 feminicídios por mês. E isso sem contar os casos em que as vítimas sobrevivem ou aqueles que sequer são registrados — seja por medo, por fatores culturais, pela ausência de aparato policial ou pela ineficiência do sistema em muitos locais.

Este texto não tem a pretensão de apresentar uma solução definitiva para esse tipo de crime. A complexidade do problema exige uma abordagem personalizada de acordo com as características de cada região do país, tanto no que diz respeito à prevenção quanto à repressão. O que se pretende aqui é escancarar a ausência de uma política pública de prevenção estruturada e contínua.

Atualmente, existe um trabalho relevante realizado pelas Guardas Municipais e Polícias Militares, conhecido como Patrulha Maria da Penha. Trata-se de uma ação que visa proteger mulheres que já possuem medidas protetivas, muitas delas em risco real de serem assassinadas por seus agressores. As instituições policiais, nesse caso, atuam na manutenção dessas medidas, com empenho e dedicação — um trabalho que, de fato, salva vidas.

Apesar disso, há uma falha evidente por parte dos governos: a ausência de uma política de Estado voltada à prevenção da violência doméstica.

A prevenção deveria começar cedo, talvez ainda na pré-escola (dependendo das diretrizes pedagógicas), seguir no ensino fundamental, médio, nas universidades, empresas, comunidades e até em condomínios — inclusive os de alto padrão.

Existe uma urgente necessidade de mudança cultural, de transformação dos padrões sociais. Não se pode mais aceitar essa realidade como algo “normal”. Uma sociedade que permite a morte sistemática de suas mulheres está inevitavelmente condenada ao colapso moral.

Não se trata de acreditar em uma solução mágica ou imediata, mas é evidente que pouco ou, quase nada tem sido feito de forma concreta.

Talvez no futuro surja alguma nova campanha, um mês temático para colorir o calendário, como já acontece com o Março Lilás ou o Outubro Rosa. Mas, provavelmente, será apenas mais um mês “colorido”, sem ações efetivas que mudem a realidade de fato.


Ramon Soares é Guarda Municipal em Barueri, bacharel em Direito pela UNIFIEO e vice-presidente da AGM Brasil. Palestrante e instrutor, coautor do projeto “Segurança Pública Básica” e possui certificado internacional em Segurança Escolar, obtido em Indianápolis (EUA).


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Você tem problemas com a memória recente? – por Tom Moisés

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Ontem eu vim trabalhar de ônibus, ouvindo a conversa de três senhorinhas. Uma disse:

  • “Gente, estou ficando esquecida demais. Eu acabo de sair do quarto e volto para buscar alguma coisa, mas eu sempre me esqueço o que eu tinha ido buscar”.
    A segunda comentou:
  • “Eu pego o telefone para ligar urgente para uma pessoa, começo a procurar o nome da pessoa na agenda e daí me esqueço para quem eu tinha que ligar; e se eu ligo, esqueço o que eu tinha que falar. Isso porque era urgente”.
    As três sorriram e a terceira disse:
  • “Eu pego o copo d´água para tomar o remédio de pressão, mas logo me desconcentro e me vejo ali segurando o copo d’água tentando me lembrar se eu ia tomar o remédio ou se já tinha tomado”.

Ouvindo a conversa delas, fiquei pensando nesse negócio de problema com a memória recente. Deus me livre. Ainda bem que não sofro disso. Mesmo assim fui buscar um esclarecimento com o meu médico, Dr. Google.

Se você sofre com a falta de memória recente, não se preocupe, isso é normal. “Problemas na memória recente podem surgir em diferentes idades, sendo comum a partir dos 30 anos, devido a processos naturais de envelhecimento”. Depois de ler aquilo fiquei mais aliviado, afinal todos nós depois dos 18 anos temos muita informação na cabeça, excesso de notícias desnecessárias e um volume exagerado de conteúdo das redes sociais que só servem para ocupar um cantinho a mais em nossa memória e travar o nosso HD. Isso, sem falar nos e-mails, sms, whatsapp, ligações de telemarketing e nas preocupações com as contas a pagar e os compromissos pra cumprir. Eu estou bem, não sofro disso.

Entrei no trabalho e fiquei na dúvida se tinha trancado o carro. Corri até o estacionamento para ter certeza que havia acionado o alarme. Cheguei no pátio e não vi o carro. Que sensação ruim, deu suadeira, tontura, falta de ar e coceira pelo corpo com medo só de pensar na hipótese de terem roubado o meu carro comprado em suaves 72 prestações e sem seguro. Daí, graças a Deus, eu me lembrei que tinha ido trabalhar de ônibus. Lembrei. Ainda bem que a minha memória é muito boa.

E você? Sua memória ainda é boa? Comenta aqui pra gente o que você já esqueceu.


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É possível um mundo melhor? – por Celso Tracco

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Sempre é tempo de refletir sobre o passado e, quem sabe, projetar algumas metas para o futuro. Este pequeno artigo trata sobre isso. Sou economista de formação, teólogo de vocação, escritor por aptidão e aposentado por imposição. Evidentemente não penso mais em construir empresas ou comprar um barco ou um sítio. Depois de uma certa idade, o consumo de supérfluos já não me satisfaz. Assim minhas metas tendem a ser muito mais acadêmicas, ou se desejarem, mais filosóficas e menos mundanas. Ok, chega de introdução e vamos ao que importa.

Tenho a impressão de que a sociedade atual está perdida, sem rumo, completamente desconectada das realidades estruturais que eram ou deveriam ser a base para uma convivência ordeira, pacífica, harmoniosa, solidária, civilizada, autossustentável, entre os chamados seres humanos. Nada mais equivocado, pois sentimentos e comportamentos negativos como: ambição, poder desmedido, traições, oportunismo, manipulações, roubos, balanços maquiados, desvios de dinheiro público, são escancarados e acontecem em todo lugar deste país, de manhã, de tarde e de noite. Vivemos em uma sociedade na qual o crime é organizado, mas o governo, a polícia e justiça, aparentemente, são desorganizados. Gastaria milhões de páginas para descrever tudo que há de ruim por aqui. E pior, fora do Brasil a coisa também não vai bem. Guerras que não terminam, terrorismo, centenas de milhões de pessoas passando fome, refugiados políticos e econômicos, enchentes violentas, secas duradouras, aquecimento global. Enfim, se pudesse mudaria de planeta. Poderão pensar: você está muito pessimista. Respondo com a frase de um poeta: “todo pessimista é um chato, todo otimista é um tolo, eu me considero um realista esperançoso”. Com essa esperança realista, descrevo abaixo cinco ações que seguirei adotando, visando um mundo melhor. PRIMEIRO, serei um cidadão de boa vontade, tolerante, resiliente com tudo o que acontecer ao meu redor. Que eu seja um instrumento de paz em uma sociedade em constante discórdia. Não se combate violência com mais violência, devemos abaixar a “temperatura” de qualquer discussão. Paz, tolerância e equilíbrio sempre, jamais raiva, revolta, intranquilidade. SEGUNDO que eu olhe mais para as necessidades do outro, do que para as minhas. Sempre é possível ajudar quem necessita, seja com recursos, doações, seja disponibilizando seu tempo, ouvindo ou ensinado algo. Não quero que morra comigo toda uma experiência acumulada durante décadas. TERCEIRO, ser grato pela vida que tenho e ainda produzir algo de bom para mim e para a sociedade. Ser gentil é uma benção divina, devo retribuir todo gesto agressivo que porventura vier em minha direção, com um gesto de paz e quem sabe de ternura. Gratidão sempre gera um ambiente de harmonia aos envolvidos. A sociedade precisa de paz, compreensão, atenção, gentilezas. QUARTO, propagar a esperança em melhores dias, por mais difícil que a vida possa parecer, não devemos desanimar. Aceitar uma derrota é um sinal de sabedoria, mas devemos curar nossas feridas e seguir lutando pelos nossos valores e princípios. Desistir jamais, lembre-se que um bom discurso comove, mas um testemunho arrasta. QUINTO, ser atuante nas comunidades que frequento. Devo participar, nos meus ecossistemas, no trabalho, lazer, família, grupo de bairro, igreja, clube. Vivemos cada vez mais isolados, “conversando” via internet, mas desconectados de nossa realidade existencial. Somos seres gregários, comunitários, precisamos uns dos outros, precisamos conhecer as dificuldades de nossos colegas de trabalho, de fé, parceiros e amigos. Assim como eles precisam saber das nossas dificuldades e ansiedades. Estas práticas geram uma confiança mútua e ajudam a criar uma importante rede proteção para todos os envolvidos.

Tornar um hábito essas cinco ações, depende apenas de mim mesmo, do meu comportamento, do meu modo de encarar o mundo e são fruto do meu livre arbítrio. Talvez o mundo não fique melhor, nem a sociedade brasileira se torne mais solidária e participativa; tampouco nossos governantes se tornarão mais honestos e farão leis que privilegiem realmente o povo; a Justiça, ou parte dela, continuará “vendendo” sentenças, a (in)segurança pública não protegerá o cidadão de bem. Pode ser que nada mude ou até mude para pior, mas eu estarei melhor comigo mesmo, em paz com meu espírito, porque dentro das minhas limitações terei dado o melhor de mim, comunitariamente. Minha consciência estará tranquila, pois eu terei cumprido o meu papel de cidadão.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


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Se sua empresa não aparece nas respostas da IA, para o seu cliente ela simplesmente não existe – por Adriana Vasconcellos

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Na semana passada participei de um curso sobre GEO (Otimização para Mecanismos de IA Generativa)* e quero compartilhar com você um pouco do que aprendi. Essa transformação muda não só a forma como as pessoas buscam informações, mas também como as marcas são descobertas e lembradas.

Por mais de vinte anos, o Google foi o centro das atenções. Toda estratégia de marketing digital girava em torno de uma pergunta: como aparecer no topo da busca? Mas em 2025 esse jogo mudou. Hoje, quando alguém quer uma resposta rápida e confiável, muitas vezes não vai mais ao Google, e sim a ferramentas de inteligência artificial como ChatGPT, Gemini, Perplexity ou Copilot.

E aqui está a grande diferença: enquanto o Google mostra uma lista de links, a IA já entrega uma resposta pronta, construída com base em várias fontes. Ou seja: a disputa agora não é só para aparecer na primeira página, mas para estar dentro da resposta. Se sua empresa não aparece, para o consumidor você simplesmente não existe.

É nesse contexto que surge o GEO. Ele não substitui o SEO tradicional (aquele usado para aparecer no Google)*, mas amplia a estratégia. Agora, não basta estar bem ranqueado: é preciso ser reconhecido como referência por essas ferramentas de IA. Para isso, três pontos fazem diferença:

         Autoridade: sua empresa é mencionada em veículos de credibilidade?

•         Consistência digital: sua marca está presente de forma coerente em diferentes canais?

         Utilidade real: seu conteúdo é claro, objetivo e realmente ajuda o público?

Aqui entra a força da assessoria de imprensa. Antes, o objetivo era “sair na mídia”. Hoje, a exposição em veículos relevantes também aumenta as chances de a sua empresa ser usada como fonte pelas IAs. Um médico citado em portais de saúde, um advogado ouvido em reportagens jurídicas ou uma empresa mencionada em sites de economia ganham mais espaço como resposta quando alguém faz perguntas sobre esses temas.

No fundo, essa mudança exige que empresas e profissionais deixem de pensar só em tráfego ou posição no ranking. É preciso pensar em presença estratégica: estar citado nas respostas, ser lembrado como referência e acelerar o caminho até o cliente.

Esse novo cenário traz implicações diretas em três áreas:

         Marca e reputação: cada vez que sua empresa é citada por uma IA, sua autoridade cresce.

•         Aquisição de clientes: aparecer em mais respostas significa mais pontos de contato com quem procura soluções.

         Vendas: estar presente desde o início até a recomendação final encurta a jornada de compra.

O futuro da busca é híbrido: parte tráfego, parte presença. O ranking no Google continua importante, mas não basta. Quem não for lembrado pelas IAs corre o risco de ficar invisível.

Por isso, o recado é simples: prepare-se agora. Estruture conteúdos que realmente ajudem, construa autoridade para ser citado e invista em assessoria de imprensa como ferramenta estratégica. No novo jogo da atenção, não basta ser encontrado: é preciso ser reconhecido.

Dicionário rápido (para você não se perder nos termos):

•           SEO (Search Engine Optimization) – técnicas para melhorar a posição de um site no Google.

•           GEO (Generative Engine Optimization) – adaptação do SEO para ferramentas de IA, que passam a entregar respostas prontas em vez de links.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Polícia para quem precisa! Polícia para quem precisa de polícia! – por Reinaldo Monteiro

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Infelizmente estamos vivendo tempos de muita hipocrisia, falta de conhecimento, falta de espírito público e muita policagem. No Congresso Nacional tramitam várias PEC’s com objetivo de incluir as Guardas Municipais no inciso VII do artigo 144 da Constituição Federal e ouvimos constantemente parlamentares dizendo: não podemos ferir o pacto federativo! Olha, cuidado, essa PEC invade competência dos estados! Nossa, os municípoios não podem ter suas próprias polícias! Os argumentos são os mais diversos.

O que salta aos olhos é a falta de conhecimento da Carta Magna e do tão falado por eles, do PACTO FEDERATIVO. Se os municípios cumprissem apenas aquilo que está previsto na Constituição Federal respeitando o pacto federativo, a Lei 13.022 de 2014 ( Estatuto Geral das Guardas Municipais), a Lei 13.675 de 2018 ( Sistema Único de Segurança Pública – SUSP), a Lei 10.826 de 2003 (Estatuto do Desarmamento) e as decisões do Supremo Tribunal Federal – STF, afirmo com tranquilidade, o Brasil estaria em uma situação de segurança pública muito melhor.

Quando eu lembro do trecho da música do Titãs, eu fico me perguntando: Se os municípios de fato exercerem o seu papel constitucional no que diz respeito a segurança pública, quem terá segurança? O povo pobre da periferia? Quem irá perder a reserva de mercado? E como ficará o discurso sensacionalista? Políca para quem? Quem precisa de Polícia?

Ainda na linha da reflexão inicial, onde moram e vivem as autoridades, os políticos, os promotores, os Ministros, os Prefeitos, os grandes empresários brasileiros? Na sua grande maioria em condomínios de casas luxuosas e muito bem seguras, com vigilantes fazendo rondas 24h por dia, com controle de acesso de pedestres, de veículos, prestadores de serviços, monitoramento e toda infraestrutura que o dinheiro pode pagar. Por que será que toda essa gente não abre mão dessa segurança? Ora! Se pensarmos bem, um condomínio de casas luxuosas com vias públicas patrulhadas por vigilantes armados com viaturas caracterizadas e atendendo os pequenos conflitos da vida cotidiana daquele condomínio não seria intese inconstitucional? Por que será que ninguém reclama?

A Falta de Compromisso dos Prefeitos com o Pacto Federativo e a Segurança Pública Básica

Após essas breves considerações acima com algumas reflexões, precisamos tratar daquilo que é limpido e cristalino, porém, algumas pessoas, autoridades, veículos de imprensa e parlamentares insistem em não querer enxergar que desde de 1988 os municípios possuem o DEVER de prover a SEGURANÇA PÚBLICA BÁSICA.

 A Constituição Federal de 1988 estabeleceu o pacto federativo como um dos pilares da organização do Estado brasileiro, distribuindo competências entre União, Estados. Distrito Federal e Municípios. Dentro dessa estrutura, o município possue autonomia político-administrativa com papel fundamental na organização e prestação direta de serviços públicos de interesse local. O legislador constituinte reservou aos municipios a competência de legislar, organizar e prestar diretamente serviços públicos de interesse local, portanto, reservou aos municípios a competência de organizar e prestar diretamente serviços de segurança pública, a menos que segurança pública não seja de interesse local.

 No entanto, apesar de os municípios possuírem autonomia constitucional para legislar sobre assuntos de interesse local, organizar e prestar diretamente seus serviços, muitos prefeitos demonstram omissão ao não cumprir com seu papel constitucional, qual seja, garantir o direito fundamental e social do seu cidadão à segurança, garantir a segurança pública, a incolumidade das pessoas e do patrimõnio por meio de seu órgão municipal de segurança pública, investir na criação e capacitação de Guardas Municipais pata a proteção sistêmica da população que utiliza bens, serviços e instalações municipais. Tal descaso compromete não apenas a efetividade da segurança pública local, mas  todo o sistema de segurança pública do país, pois, a partir do momento que cada município cumprir com seu papel constitucional respeitando o pacto federativo, as forças de segurança pública dos estados poderão atuar com mais efetividade no comabte ao crime organizado e nos crimes regionais e transnacionais.

1.    O que os números mostram: omissão sistêmica

Segundo dados da MUNIC/IBGE 2023, dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 1.322 possuem Guarda Municipal — ou seja, 76,3% ainda não estruturaram essa instituição básica de proteção local. Em números absolutos, são 4.248 cidades sem GM. Além disso, somente 30% das Guardas existentes utilizam armamento de fogo (396 corporações), um crescimento em relação a 2019 (22,4%), mas ainda insuficiente frente aos desafios da segurança pública.

Gráfico 1 – Municípios com e sem Guarda Municipal (IBGE/MUNIC 2023)
Gráfico 2 – Guardas Municipais com arma de fogo (2019 vs 2023)

2.    Pacto federativo, dever municipal e base legal

O pacto federativo atribui ao município a competência de legislar, organizar e prestar diretamente serviços públicos de interesse local (CF/88, art. 30). A Lei 13.022/2014 institui normas gerais para as Guardas Municipais; a Lei 13.675/2018 integrou as Guardas Municipais ao Sistema Único de Segurança Pública – SUSP; e o Decreto 11.841/2023 disciplinou a cooperação das Guardas Municipais com os demais órgãos de segurança pública. O STF, no julgamento do RE 608.588 (Tema 656), reconheceu a constitucionalidade de leis municipais que autorizem ações de segurança urbana e policiamento ostensivo comunitário.

3.    Formação, padronização e armamento: não é opcional

A Matriz Curricular Nacional para Formação das Guardas Municipais (SENASP) estabelece diretrizes formativas e perfil profissional, com cerca de 500 horas de formação inicial e continuada por meio dos cursos de aperfeiçoamento anual de no mínimo 80 horas. O Estatuto Geral das Guardas Municipais é claro em estabelecer que as Guardas Municipais são orgãos de caráter civil, uniformizadas e armadas, portanto, não é opcional.

4. Investimento importa (e dá resultado)

Exemplos como o de Santana de Parnaíba (SP), que liderou o eixo Segurança no Connected Smart Cities 2024, demonstram que investimento consistente gera resultados. A cidade investiu R$ 280 per capita em segurança, obtendo avanços expressivos na proteção sistêmica da população e redução de índices criminais.

5. Agenda mínima para prefeitos comprometidos

  1. Instituir ou fortalecer as Guardas Municipais com base na Lei 13.022/2014 e na lei 13.675/2018 -SUSP;
  2. Adotar a Matriz SENASP, garantindo formação inicial e continuada;
  3. Estabelecer metas, indicadores e integrar tecnologias modernas;
  4. Harmonizar a legislação municipal com a jurisprudência do STF e o Decreto 11.841/2023;
  5. Garantir orçamento previsível e priorizar formação, equipamentos e governança;
  6. Criação e implementação dos planos municipais de segurança pública.

Conclusão

Os dados deixam claro: 76% dos municípios não possuem Guarda Municipal, apenas 30% das existentes estão armadas e a formação ainda é desigual. A base legal, constitucional e jurisprudencial está consolidada — o que falta é vontade política. Bons exemplos mostram que investir em Guardas Municipais estruturadas, treinadas e integradas gera retorno direto na ordem urbana, na segurança e na proteção sistêmica da população que utiliza bens, serviços e instalaçoes municipais.

Polícia para quem precisa e quem precisa de polícia é o trabalhador que acorda às 05 horas da manhã para ir trabalhar em coletivos lotados, os estudantes que estão vulneráveis nas escolas das periferias, os pequenos comerciantes, as pessoas que não conseguem dormir por conta da perturbação do sossego, o cidadão que tem que conviver com territórios dominados pelo tráfico de drogas e tudo isso é de interesse local, portanto, OS MUNICÍPIOS POR MEIO DE SUAS GUARDAS MUNICPAIS DEVEM REALIZAR O POLICIAMENTO OSTENSIVO COMUNITÁRIO para garantir o direito social do cidadão a SEGURANÇA PÚBLICA BÁSICA.

Fontes principais


Reinaldo Monteiro, GCM de Barueri-SP, Presidente da AGM BRASIL, Bacharel em Direito com especialização em Direito Constitucional e Administrativo, Consultor em Segurança Pública, Palestrante e ex-Diretor da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.


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Sua marca está perdendo atenção, descubra como reconquistá-la antes que seja tarde – por Adriana Vasconcellos

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Vivemos na era da atenção. Em um mundo hiperconectado, onde milhares de estímulos disputam nossa mente a cada segundo, atrair e manter o foco das pessoas se tornou o ativo mais valioso da atualidade. Não é exagero dizer que quem conquista atenção conquista também influência, valor e resultados de negócio. Mais do que cliques, curtidas ou visualizações, a atenção é a verdadeira porta de entrada para o consumo, para a criação de vínculos duradouros e para a construção de autoridade. Sem ela, nenhuma estratégia se sustenta.

A atenção funciona como um ativo flutuante: cada dia oferece uma nova janela de oportunidade que pode ser aproveitada ou desperdiçada. A lógica das redes sociais mudou, e essa janela está cada vez mais descentralizada. A neurociência cognitiva mostra que o cérebro humano opera sob economia de energia, filtrando automaticamente o que merece foco. Por isso, atenção exógena*, contraste perceptual e surpresa se tornam ferramentas essenciais em estratégias de marketing digital. Enquanto a atenção endógena* depende de objetivos conscientes do consumidor, a atenção exógena é capturada por estímulos sensoriais inesperados — cores, movimentos, sons ou formatos que rompem o padrão do ambiente. O uso intencional desses elementos em campanhas digitais, stories, reels ou transmissões ao vivo aumenta significativamente a retenção da atenção e a lembrança da marca.

Os grandes cases de negócios mostram como isso funciona na prática. Uber, Airbnb, Alibaba e Instagram são gigantes sem possuírem frota, imóveis, estoques ou conteúdo próprio. O que todas têm em comum? Conquistaram a atenção das pessoas. Afinal, como se diz, o dinheiro flui para onde vai a atenção.

Nesse cenário, não basta estar presente nas redes sociais. É preciso entregar conteúdo de valor, que informe, inspire ou resolva dores reais. As pessoas não querem discursos engessados, e sim histórias reais e relevantes. É justamente nesse ponto que a assessoria de imprensa se torna estratégica. Enquanto o marketing digital trabalha a conquista da atenção nas redes sociais, a assessoria de imprensa amplia essa visibilidade em veículos de credibilidade, como jornais, revistas, portais e TV. Estar na mídia tradicional ainda gera um impacto poderoso, pois reforça autoridade, aumenta a confiança e diferencia a marca em meio a tantos concorrentes. A imprensa oferece o que poucos canais digitais entregam: legitimidade. Quando um cliente vê um profissional citado em uma matéria jornalística, essa atenção se transforma em respeito e lembrança de marca.

Ignorar essa realidade pode ser fatal. Blockbuster e Kodak são exemplos de empresas que não acompanharam as mudanças na forma como o consumidor distribui sua atenção. O resultado foi a irrelevância. Bill Gates já dizia: existirão apenas dois tipos de empresas, as que fazem negócios pela internet e as que estão fora dos negócios.

A atenção é o novo ouro.

Ela é o ponto de partida para gerar influência, confiança e resultados. O desafio está em aprender a conquistá-la e mantê-la.

A grande questão é: como você está atraindo a atenção das pessoas para o seu negócio?

*A atenção exógena é o tipo de atenção que é capturada de forma automática por estímulos externos, sem que a pessoa precise querer ou se esforçar conscientemente para prestar atenção. Ou seja, algo no ambiente “puxa” sua atenção.

* A atenção endógena é o oposto da atenção exógena. Ela é voluntária e controlada conscientemente, ou seja, você decide focar em algo com base em seus objetivos, interesses ou intenções.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Assessoria de Imprensa: por que ela continua sendo essencial diante do novo comportamento da Geração Z? – por Adriana Vasconcellos

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Na semana passada, abordamos aqui o novo comportamento da Geração Z nas redes sociais. Hoje, vamos mostrar por que a assessoria de imprensa continua sendo essencial diante dessas mudanças. O avanço do social commerce, aliado à transformação digital dessa geração, tem levado empresas a revisarem suas estratégias de comunicação. Com menos foco no feed e maior preferência por interações privadas e conteúdos efêmeros, muitos gestores questionam se métodos tradicionais, como a assessoria de imprensa, ainda são eficazes. A resposta definitiva é: SIM. Na verdade, esse serviço se torna ainda mais fundamental nesse novo contexto.

A Geração Z, formada por jovens nascidos entre 1997 e 2012, cresceu imersa na tecnologia, mas hoje faz um uso mais seletivo e intencional das redes sociais. A tendência do “feed zero”, em que perfis permanecem praticamente vazios, não significa desconexão, mas sim a busca por autenticidade, privacidade e espontaneidade. Essa geração valoriza marcas que transmitam credibilidade e estabeleçam conexões reais, filtrando com rigor o que consome e ignorando rapidamente o que parece artificial ou excessivamente publicitário.

É justamente nesse ponto que a assessoria de imprensa mostra sua força. Ao trabalhar de forma estratégica para construir reputação, ela posiciona marcas e profissionais de forma natural nos canais onde a Geração Z busca informação, ampliando a visibilidade sem recorrer a táticas invasivas.

Ao contrário dos anúncios pagos, facilmente identificados e muitas vezes ignorados, uma reportagem em um portal de credibilidade, uma entrevista em um podcast ou um artigo de opinião em um veículo especializado carregam peso e confiança. Para a Geração Z, a validação por meio da mídia é um sinal claro de autoridade.

A assessoria de imprensa cria histórias que vão além da propaganda. As pautas são construídas com base em dados, fatos e propósitos, transmitindo mensagens mais humanas e consistentes. É o tipo de abordagem que ressoa com uma geração cansada de imagens polidas e textos engessados, e que prefere conhecer o lado verdadeiro das marcas. Indo muito além da mídia tradicional como veículos impressos, rádio e TV, a assessoria atua também nas mídias digitais, conecta marcas e profissionais a blogs, podcasts e influenciadores, e transforma pautas jornalísticas em conteúdos adaptados para Reels, TikTok e stories, garantindo que a mensagem chegue aos formatos e espaços mais consumidos pela Geração Z.

Mais do que apenas vender, essa geração busca diálogo e posicionamento genuíno. Releases, entrevistas e artigos de opinião, produzidos pela assessoria de imprensa, ajudam a fortalecer relações e a construir uma imagem sólida, o que contribui para o engajamento e a fidelização. Para atingir esse público, a assessoria de imprensa precisa atuar de forma integrada, incorporando influenciadores que tenham identificação verdadeira com a audiência, humanizando as narrativas e valorizando causas e propósitos relevantes para esse grupo. Marcas que se posicionam de maneira clara e coerente têm muito mais chances de serem lembradas e recomendadas.

Portanto, investir em assessoria de imprensa é essencial para marcas e profissionais que desejam se destacar e se conectar de forma verdadeira com a Geração Z. Em um cenário de constante transformação digital, essa estratégia se torna um diferencial competitivo, capaz de gerar credibilidade, fortalecer a autoridade e construir relacionamentos duradouros com um público cada vez mais exigente. Quem não se adaptar a essa realidade corre o risco de ficar invisível no mercado.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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