Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram acordo com o objetivo de intensificar ações de fiscalização e fortalecer o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes.

Em nota, a Anvisa informou que o acordo visa garantir o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024, que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional.

“A ideia é unir a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF”, destacou a agência no comunicado.

O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes responsáveis. Não há previsão de transferência de recursos entre as partes.

Entenda

Entre as medidas previstas no acordo está o compartilhamento sistemático de informações técnicas e de dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais.

Caberá à Anvisa fornecer subsídios técnicos e informações sobre as ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, enquanto o MPF fará a apuração das infrações identificadas e a articulação com outros órgãos de controle.

A parceria prevê ainda o desenvolvimento de ações de comunicação e sensibilização sobre riscos associados ao uso de cigarros eletrônicos como parte de estratégias de proteção à saúde pública.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Reprodução

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Um em cada 9 adolescentes usa cigarro eletrônico no Brasil

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Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) divulgada esta semana apontou que um em cada nove adolescentes brasileiros afirma que usa cigarro eletrônico. O estudo ouviu cerca de 16 mil pessoas de 14 anos ou mais, de todas as regiões do país.  

Segundo o levantamento, a quantidade de usuários jovens que usam cigarro eletrônico já é cinco vezes o total daqueles que fumam o cigarro tradicional. A pesquisa utilizou dados de 2022 a 2024 do Terceiro Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad 3). É a primeira vez que cigarros eletrônicos entram no levantamento. 

Apesar de o produto ser proibido no Brasil, a coordenadora da pesquisa e professora de psiquiatria da Unifesp, Clarice Madruga, ressalta que é muito fácil comprar o aparelho pela internet, o que amplia o acesso.   

Outro problema, aponta a pesquisadora, é o risco à saúde, já que a inalação de substâncias altamente tóxicas, como a nicotina, é muito maior no cigarro eletrônico, se comparado ao cigarro tradicional. Clarice lamenta o retorno do crescimento do uso de cigarro, após o sucesso de políticas antitabagistas, iniciadas na década de 1990, que tinham freado o consumo.  

“A gente teve uma história gigantesca de sucesso de políticas que geraram uma queda vertiginosa no tabagismo, mas que um novo desafio quebrou completamente essa trajetória. E a gente hoje tem um índice de consumo, principalmente entre adolescentes, muito superior e que está totalmente invisível”, afirma. 

Os participantes ouvidos no estudo receberam a opção de serem encaminhados para tratamento no Hospital São Paulo e no Centro de Atenção Integral em Saúde Mental da Unifesp.

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Reprodução

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Cigarro eletrônico: especialistas debatem uso de vapes no controle de danos e redução do tabagismo

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No próximo sábado (25) acontece o 1º Simpósio Brasileiro Multidisciplinar de gestão de danos: Educação e Controle (SBGMD). O evento, que será realizado no Guarujá (SP), traz médicos e cientistas que deverão debater o uso do cigarro eletrônico no controle de danos e na redução do tabagismo.

O encontro parte da premissa de que o uso de “vapes”, como também são conhecidos os cigarros eletrônicos, é prejudicial à saúde. No entanto, os painéis do evento devem dividir pareceres científicos e dados internacionais que mostram o uso dessa prática aplicada em propostas de controle de danos, além de trazer um enfoque na educação e no controle do tabagismo.

Veja os especialistas que deverão participar do Simpósio:

  • Prof.º Dr. Rodolfo Fred Behrsin – Pneumologista
  • Dra. Alessandra Bastos Soares – Ex-Diretora da Segunda Diretoria Anvisa
  • Profº. Me. Carlos Fontes – Médico
  • Profª. Ma. Cintia Leci Rodrigues – Biomédica

O uso de cigarros eletrônicos no Brasil

Os “vapes” ou cigarros eletrônicos são proibidos no Brasil. De acordo com a Resolução nº 46 de 28 de agosto de 2009, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é proibido comercializar, importar e fazer propaganda dos chamados dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).

Por outro lado, os dados mostram um cenário diferente da teoria. Um em cada cinco brasileiros, com idade entre 18 e 24 anos, fazem uso desse tipo de dispositivo. Ao todo, são mais de 2 milhões de usuários.

“Como eles estão na ilegalidade, é impossível ter algum tipo de controle sobre as vendas, perfil de quem o utiliza e, principalmente, a natureza dos componentes químicos desses produtos. Nesse cenário, é um desafio pensar em políticas de saúde pública com o tema”, diz comunicado que promove o evento.

Debate sobre o uso dos “vapes” pelo mundo

Países como Reino Unido, França e Suécia investiram na regularização dos cigarros eletrônicos de forma estratégica, propondo o uso desses recursos, menos nocivos que os cigarros convencionais, como alternativas para reduzir o tabagismo.

Estados Unidos e Canadá estão entre os 80 países que já buscaram algum tipo de regulamentação dos “vapes”.

Entre as propostas do SBGMD está a de difundir os pontos positivos das políticas adotadas por essas nações e entender os efeitos dessas propostas na realidade brasileira.

Serviço

  • Data: 25/11/2023
  • Horário: 8h 
  • Local: Casagrande Hotel – Guarujá (SP)

Leia também: Black Friday 2023: veja seis dicas para aproveitar as promoções


Fonte: TV Cultura – Foto: Freepik

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Uso do cigarro eletrônico pode aumentar risco de cárie nos dentes, aponta estudo

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Estudo publicado no The Journal of the American Dental Association aponta para um risco maior de desenvolvimento de cáries entre aqueles que usam o cigarro eletrônico, mais conhecido como “vape”.

Na publicação, os professores da Tufts University explicam que os líquidos utilizados nos aparelhos contém propilenoglicol, glicerina, nicotina e uma grande variedade de sabores, muitos dos quais são doces.

No total, cerca de 79% dos pacientes que fazem uso de vape apresentavam alto risco, em comparação com 60% do grupo controle.

O estudo ainda demonstrou que os aerossóis vaporizadores alteram o microbioma oral, tornando-o mais hospitaleiro para bactérias causadoras de cáries, além de estimular o surgimento do dano nos dentes em áreas onde geralmente não ocorre.

Entretanto, a pesquisa não é 100% conclusiva e mais estudos precisam ser feitos, segundo Karina Irusa, principal autora do estudo.

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Fonte: TV Cultura

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