Previsão do tempo para sexta-feira (06), em SP: pancadas de chuva isoladas

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Nesta sexta feira, dia 06, com o enfraquecimento do ar seco sobre grande parte do estado de São Paulo, aumentam as condições para a ocorrência de chuvas.

Ao longo do dia, o sol predomina entre algumas nuvens, favorecendo a elevação gradual das temperaturas e intensificando a sensação de calor e abafamento.

A partir da tarde, a combinação entre calor e umidade favorece a formação de pancadas de chuva isoladas, que podem vir acompanhadas de raios e rajadas de vento, especialmente nas regiões que fazem divisa com Minas Gerais, incluindo a Região Metropolitana de São Paulo. Nas demais áreas do estado, as chuvas podem ocorrer de forma isolada e fraca.

Na capital, as temperaturas ficarão na casa dos 19 e 29 graus. Já em Bauru, mínima de 20 e máxima de 33 graus.

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Fonte: GESP | Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Defesa Civil coloca 45 cidades de SP em estado de atenção para deslizamentos após fortes chuvas

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo ampliou nesta terça-feira (10) para 45 o número de municípios em estado de atenção para deslizamentos de terra, em razão dos altos volumes de chuva acumulados nas últimas 72 horas. O órgão alerta para o aumento do risco, principalmente em áreas de encosta e regiões já mapeadas como vulneráveis.

De acordo com a Defesa Civil, o solo encharcado eleva a possibilidade de ocorrências, exigindo vigilância reforçada tanto das equipes municipais quanto da população. O nível de atenção indica que há chance de deslizamentos e demanda monitoramento contínuo da situação.

O Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil prevê quatro níveis operacionais — observação, atenção, alerta e alerta máximo. A definição do estágio considera a análise integrada dos volumes de chuva registrados, da previsão meteorológica, de vistorias em campo e do histórico de ocorrências.

No estágio atual, os municípios devem intensificar as inspeções em áreas de risco, manter acompanhamento permanente das condições do solo, reforçar ações de conscientização junto aos moradores e manter equipes e recursos em prontidão. Caso os critérios técnicos apontem agravamento do cenário, o nível de alerta pode ser elevado.

Em nota, a Defesa Civil orienta que moradores de áreas suscetíveis fiquem atentos a sinais de instabilidade, como rachaduras no solo, trincas em paredes, inclinação de árvores ou postes e estalos em encostas. Diante de risco iminente, a recomendação é deixar o local imediatamente e acionar a Defesa Civil pelo telefone 199.

Estão em estado de atenção para deslizamentos os municípios de São Paulo, Caieiras, Francisco Morato, Franco da Rocha, Mairiporã, Santana de Parnaíba, Bertioga, Guarujá, Aparecida, Caçapava, Caraguatatuba, Cunha, Jacareí, Lagoinha, Lorena, Monteiro Lobato, Redenção da Serra, São José dos Campos, São Sebastião, Taubaté, Ubatuba, Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga, Iperó, Laranjal Paulista, Mairinque, Salto, Amparo, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Cabreúva, Campinas, Campo Limpo Paulista, Cordeirópolis, Indaiatuba, Joanópolis, Jundiaí, Monte Mor, Morungaba, Nazaré Paulista, Pedreira e Piracaia.

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Ag. Brasil

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Defesa Civil de SP alerta para risco de chuvas fortes e tempestades nesta segunda e terça-feira

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Defesa Civil do Estado de São Paulo alerta que entre esta segunda-feira (2) e terça-feira (3) a passagem de um sistema meteorológico próximo ao território paulista criará condições para chuvas mais persistentes, acompanhadas por descargas elétricas, rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo em pontos isolados, atingindo diversas regiões do Estado.

As chuvas mais fortes ocorrerão na terça-feira e estarão concentradas no oeste do estado, próximo à divisa com o estado do Paraná.

Os atuais modelos meteorológicos indicam acumulados significativos de chuva, que variam conforme a região:

  • Muito alto: Vale do Ribeira e Região de Itapeva;
  • Alto: Regiões de Sorocaba e Bauru;
  • Médio: Região de Marília, Região Metropolitana da Capital Paulista, Baixada Santista, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira e Regiões de Campinas, Presidente Prudente, Araraquara, São José do Rio Preto, Araçatuba, Ribeirão Preto, Barretos e Franca.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) manterá plantão 24 horas durante estes dias e o Gabinete de Crise funcionará no formato remoto, com todas as concessionárias mobilizadas. Em caso de agravamento das chuvas, o Gabinete será transferido para a modalidade presencial.

Recomendações à população

A Defesa Civil orienta a população a evitar áreas sujeitas a alagamentos e enxurradas, não atravessar vias inundadas e buscar abrigo em local seguro durante temporais, mantendo distância de árvores, postes e estruturas metálicas.

Em áreas de encosta, é importante observar sinais de deslizamento, como rachaduras no solo, nas paredes dos imóveis e inclinação de árvores ou postes.

Em caso de emergência, as pessoas devem acionar o a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

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Fonte/foto: Ag. GESP

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Chuvas de verão elevam risco de alagamentos e quedas de árvores, alerta Defesa Civil

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As chamadas chuvas convectivas, típicas do verão, devem aumentar a ocorrência de temporais intensos em curto espaço de tempo, com possibilidade de rajadas de vento, descargas elétricas e até queda de granizo. Mesmo com rápida dissipação, esse tipo de fenômeno pode causar alagamentos, enxurradas e a queda de árvores e muros.

A orientação das autoridades é evitar áreas alagadas e não tentar atravessar ruas ou avenidas inundadas. Durante as tempestades, a recomendação é buscar abrigo em locais seguros, como residências, prédios ou veículos fechados, sempre com os vidros levantados.

Em caso de incidência de raios, é fundamental manter distância de árvores, postes, cercas e estruturas metálicas, que podem atrair descargas elétricas. A população também deve redobrar a atenção em regiões próximas a encostas, margens de rios e córregos, observando sinais de risco, como elevação rápida do nível da água, movimentação de terra e queda de galhos ou outras estruturas.

A Defesa Civil informa que realiza monitoramento contínuo das condições meteorológicas em integração com órgãos estaduais e municipais, com o objetivo de antecipar situações de risco e orientar a população durante os períodos de instabilidade climática.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Defesa Civil do estado emite alerta severo para chuva na Capital e Grande São Paulo nesta quarta-feira (7)

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu, na tarde desta quarta-feira (7), alerta severo para a capital paulista e a Região Metropolitana em razão das fortes chuvas que atingem a região.

Às 16h50, foram enviados alertas severo para Guarulhos, além das zonas Norte e Leste da capital. Em cerca de três horas, os acumulados de chuva chegaram a 102 mm no bairro de Santana e 77 mm na região de Aricanduva, volumes elevados para um curto período de tempo. No Campo de Marte foi registrada rajada de vento de 80km/h.

O grande volume de água provocou o transbordamento de um córrego na Avenida Aricanduva. Diante do cenário, a cidade de São Paulo entrou em estado de atenção para alagamentos, com estado de alerta na Zona Leste, especialmente nas regiões de Aricanduva e Itaquera.

Até as 17h50, a capital registrava 11 pontos de alagamento, sendo 8 intransitáveis e 3 transitáveis. O Corpo de Bombeiros recebeu, até as 17h00, três chamados para queda de árvores. Até o momento, não há registro de vítimas ou feridos.

As equipes da Defesa Civil, em conjunto com os órgãos municipais e o Corpo de Bombeiros, seguem monitorando as condições meteorológicas e atuando para reduzir riscos à população.

Orientações à população

• Evite transitar por áreas alagadas e nunca atravesse vias com água em movimento;
• Redobre a atenção ao dirigir e reduza a velocidade sob chuva intensa;
• Não permaneça próximo a árvores, postes ou estruturas instáveis durante temporais;
• Moradores de áreas de risco devem ficar atentos aos alertas oficiais e, se necessário, buscar locais seguros;
• Em emergências, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Corpo de Bombeiros).

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Fonte: GESP | Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Ano Novo terá virada no tempo em SP, com fim da onda de calor e risco de temporais

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A semana do Ano Novo será marcada por uma mudança expressiva nas condições do tempo em todo o estado de São Paulo. Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, o enfraquecimento do bloqueio atmosférico e o fim da onda de calor — que provocou recordes de temperatura, especialmente na capital — darão lugar a um período de maior instabilidade, com chuvas mais frequentes e intensas nos próximos dias.

Nos primeiros dias de janeiro, a passagem de frentes frias pela costa paulista deve intensificar a instabilidade, elevando o risco de chuva forte e temporais em diversas regiões. Além disso, esses sistemas contribuem para a redução gradual das temperaturas e aliviam o calor intenso registrado nos últimos dias.

Nesta quarta-feira (31), último dia do ano, o sol ainda predomina em grande parte do estado, mantendo o tempo abafado. No entanto, a combinação de calor e umidade aumenta a chance de pancadas isoladas de chuva, que podem ser moderadas a fortes, com raios e rajadas de vento, principalmente no Vale do Paraíba, Litoral Norte e Vale do Ribeira.

Na quinta-feira (1º), o sol aparece entre nuvens, com previsão de pancadas de chuva a partir da tarde, associadas à rápida passagem de uma frente fria pelo oceano e ao transporte de umidade da Amazônia. Já na sexta-feira (2), uma nova frente fria avança pela costa, favorecendo céu mais nublado e chuva a qualquer hora do dia, sobretudo no litoral e na faixa leste do estado. Há risco de acumulados elevados, com possibilidade de alagamentos, deslizamentos, quedas de árvores e transtornos viários em áreas vulneráveis.

Entre os dias 1º e 4, os maiores acumulados são previstos para o Vale do Ribeira, Sorocaba, Campinas, Baixada Santista e Litoral Norte. A Região Metropolitana, Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba devem ter volumes altos, enquanto outras regiões do interior podem registrar chuva de intensidade média.

Diante do cenário, o Governo do Estado de São Paulo mobilizou um gabinete de crise para coordenar ações preventivas e agilizar o atendimento aos municípios. A Defesa Civil reforça as orientações à população, como evitar áreas alagadas, redobrar a atenção nas estradas e acompanhar os alertas oficiais ao longo do feriado.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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São Paulo bate recorde histórico de calor e chega a 37,2°C em dezembro

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A cidade de São Paulo registrou neste domingo (28) a maior temperatura já observada para um mês de dezembro desde o início das medições oficiais, em 1943. Os termômetros marcaram 37,2°C, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A medição foi feita às 16h na estação do Mirante de Santana, na zona norte da capital. O novo recorde superou a marca anterior, registrada apenas dois dias antes, na sexta-feira (26), quando a temperatura chegou a 36,1°C.

O calor intenso não ficou restrito à capital paulista. Diversas cidades do interior e do Vale do Ribeira enfrentaram temperaturas extremas. Em Pedro de Toledo, os termômetros atingiram 42,1°C. Já Miracatu registrou 41,6°C, enquanto Registro chegou a 39,8°C, configurando um dos dias mais quentes do ano no estado.

De acordo com os meteorologistas, São Paulo e grande parte da região Sudeste vêm sendo impactados por uma onda de calor persistente. Uma massa de ar quente permanece estacionada sobre a região, dificultando o avanço de frentes frias e mantendo as temperaturas elevadas por vários dias consecutivos.

Além de São Paulo, o fenômeno também atinge áreas de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, ampliando os efeitos do calor extremo. A condição favorece dias abafados, baixa umidade do ar e aumento do risco de problemas de saúde, especialmente entre idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas.

A recomendação das autoridades é reforçar a hidratação, evitar exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes do dia e redobrar a atenção com atividades físicas ao ar livre enquanto a onda de calor persistir.

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*Texto com informações da Agência Brasil | Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Frente fria perde força em SP, mas pancadas de chuva ainda podem ocorrer, diz Defesa Civil

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A frente fria que atuaria sobre o estado de São Paulo nos próximos dias perdeu força na noite deste domingo (9), reduzindo a instabilidade em algumas regiões. No entanto, pancadas de chuva ainda podem ocorrer ao longo da semana, especialmente em áreas isoladas.

Nesta segunda-feira (10), a frente fria ainda influencia o clima no estado, provocando chuvas intermitentes, principalmente nas regiões da faixa leste e central. Já na terça-feira (11), o sistema se afasta, mas a atmosfera ainda estará favorável à formação de pancadas de chuva isoladas, acompanhadas de raios e rajadas de vento.

Na quarta-feira (12), as condições voltam a ser típicas do verão: calor ao longo do dia, seguido por pancadas de chuva no período da tarde. Já na quinta-feira (13), uma nova frente fria avança pelo Sul do Brasil e deve influenciar o tempo no leste paulista, aumentando a possibilidade de chuva moderada nessas áreas.

A Defesa Civil recomenda atenção para possíveis temporais e reforça a importância de acompanhar os alertas meteorológicos. O Gabinete de Crise, que reúne agências reguladores de serviços, como concessionárias de energia, água e estradas, e Corpo de Bombeiros, continua mobilizado de forma preventiva.

Leia também: Estudo identifica quase 700 variações genéticas relacionadas à depressão


Fonte: Governo de SP – Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Defesa Civil de São Paulo estende alerta para pancadas de chuva no estado até domingo (18)

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A Defesa Civil de São Paulo (SP) estendeu nesta quinta-feira (15) o alerta para pancadas de chuva em todo o estado até o próximo domingo (18).

O comunicado coloca a Baixada Santista e Litoral Norte e Vale do Paraíba como pontos de atenção. Nessas áreas, há previsão de mais de 100 mm de chuva entre sexta-feira (16) e domingo (18).

Também existe um alerta de chuva moderada no período na região de Itapeva, na Grande São Paulo, com uma previsão de até 60 mm de chuva. A região metropolitana e o Vale do Ribeira devem receber até 75 mm de chuva até o domingo.

Além disso, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a região costeira dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo estão com aviso meteorológico de nível vermelho, com grau de “grande perigo”.

As condições acontecem após um alerta, feito na última quarta-feira (14), sobre a formação de um ciclone subtropical.

O comunicado de “acumulado de chuva” se inicia nesta quinta-feira (15) e é válido até às 10h de sexta-feira (16). A chuva deverá ser superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia.

Os ventos também podem chegar a 100 km/h, por isso, há ainda possibilidade de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores e descargas elétricas.

Entre as áreas afetadas pelo acumulado de chuva estão: sul fluminense, Vale do Paraíba Paulista, centro fluminense, região metropolitana do Rio de Janeiro e norte fluminense.

Leia também: Fevereiro Laranja: Santana de Parnaíba realiza campanha de prevenção à gravidez precoce


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De olho nas chuvas de verão: governo de SP aciona operação para controle de cheias

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As equipes do Centro de Operação (COS), responsáveis pela coordenação do sistema hidroenergético da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), estão em alerta. De novembro a março, durante os temporais de verão, a empresa, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), enfrenta um desafio crucial: o controle de cheias do rio Pinheiros, na capital.

A atividade é fundamental para evitar possíveis alagamentos na Marginal Pinheiros, o que pode causar reflexos em diversos pontos da cidade e da Região Metropolitana.

O processo, cujo objetivo é atenuar as ondas de cheias e os riscos de inundação, consiste em bombear as águas excedentes para o reservatório Billings, evitando qualquer perigo de extravasamento do rio e, consequentemente, transtornos para a população. Além disso, busca-se escoar as águas afluentes ao rio, uma vez que vários córregos e drenos desembocam nele.

A empresa também ajuda a controlar as cheias na Região Metropolitana, auxiliando na drenagem das águas do rio Tietê. Além de evitar as enchentes, o processo tem um papel fundamental no aumento da disponibilidade hídrica do reservatório Billings, consequentemente, aumentando a produção de energia elétrica na usina Henry Borden.

Como funciona a operação

O COS funciona ininterruptamente, 24h por dia, permitindo que as informações de todo o sistema sejam concentradas e atualizadas constantemente, facilitando a tomada de decisões em prazos menores.

O processo do Controle de Cheias segue, normalmente, os seguintes passos: primeiro, os operadores das usinas elevatórias são alertados pelos despachantes do COS sobre a provável necessidade de bombeamento, o que é possível devido ao acompanhamento pelo radar meteorológico, que monitora as chuvas na região.

Os operadores verificam, por sua vez, as condições dos equipamentos e se há serviços sendo executados que necessitam ser paralisados. Em seguida, se forem atingidos todos os critérios para o início do bombeamento, as unidades são acionadas de acordo com as afluências do canal e, sempre que possível, as comportas são fechadas, isolando o rio Tietê do rio Pinheiros.

Para subsidiar as decisões operativas, além de utilizar dados de postos pluviométricos (chuvas) e fluviométricos (níveis d’água e vazões) e informações do radar meteorológico, o COS usa modelos matemáticos para previsão de vazão e dados de outras empresas do Sistema Elétrico Interligado Brasileiro.

Os procedimentos a serem aplicados nas manobras de operação, tanto hidráulica quanto elétrica e energética, estão contemplados em instruções de operação específicas para cada caso.

Leia também: Trio que trocava etiquetas de malas para enviar droga ao exterior é preso no Aeroporto de Guarulhos


Fonte / Foto: Governo de SP

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