SP propõe orçamento recorde de R$ 411,2 bilhões para 2027

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Projeto enviado à Alesp prevê alta de 7,56% em relação ao orçamento deste ano e concentra maiores valores em Saúde, Educação e Segurança

O Governo de São Paulo encaminhou à Assembleia Legislativa (Alesp) a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2027, com previsão de R$ 411,2 bilhões em receitas e despesas. Se aprovado, será o maior orçamento da história do Estado e representa uma alta de 7,56% sobre os R$ 382,3 bilhões previstos para 2026.

A proposta ainda será analisada e votada pelos deputados estaduais.

Entre as principais áreas contempladas estão Saúde, Educação e Segurança Pública, além de investimentos em transporte sobre trilhos, rodovias, habitação e ações de proteção social e segurança hídrica.

Municípios terão R$ 86,3 bilhões previstos

Os 645 municípios paulistas deverão ampliar sua participação nos recursos estaduais. A proposta prevê R$ 86,3 bilhões destinados às cidades em 2027, valor 8% superior ao previsto no orçamento de 2026.

Saúde terá R$ 39,6 bilhões

A Saúde aparece entre as áreas com maior volume de recursos, com R$ 39,6 bilhões previstos.

Entre os investimentos estão a construção de novos hospitais em Itapetininga, Campinas e Birigui, além do novo prédio da unidade de emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

A proposta também prevê recursos para o fortalecimento da Tabela SUS Paulista, medicamentos, atendimento médico, ambulatorial e hospitalar e apoio a entidades filantrópicas.

Os investimentos em obras na área da Saúde devem chegar a R$ 2,3 bilhões.

Educação terá R$ 36,2 bilhões

A área de Educação deverá contar com R$ 36,2 bilhões no próximo ano.

Para o ensino técnico, sob responsabilidade do Centro Paula Souza, estão previstos R$ 4,6 bilhões, incluindo R$ 482 milhões para modernização de unidades e ampliação das Escolas Técnicas e Faculdades de Tecnologia.

As universidades estaduais terão R$ 19,3 bilhões previstos na proposta.

Segurança terá R$ 28,8 bilhões

A Segurança Pública contará com R$ 28,8 bilhões.

Desse total, R$ 22,1 bilhões estão destinados à Secretaria de Segurança Pública, incluindo R$ 569 milhões para investimentos em obras, reformas, viaturas, armamentos e equipamentos de proteção.

A Secretaria de Administração Penitenciária terá R$ 6,7 bilhões, com R$ 61 milhões previstos para ampliação e modernização do sistema prisional.

Mais de R$ 14 bilhões para expansão dos trilhos

A mobilidade urbana também aparece entre os principais investimentos previstos para 2027. O sistema de transporte sobre trilhos deverá receber mais de R$ 14 bilhões.

Entre os projetos contemplados estão:

  • R$ 3,2 bilhões para a Linha 2-Verde;
  • R$ 1 bilhão para a Linha 4-Amarela;
  • R$ 1,8 bilhão para a Linha 5-Lilás;
  • R$ 2,4 bilhões para a Linha 6-Laranja;
  • R$ 1 bilhão para a Linha 15-Prata;
  • R$ 568 milhões para a Linha 17-Ouro.

O Trem Intercidades São Paulo-Campinas terá R$ 1,6 bilhão previsto.

Também estão reservados R$ 441 milhões para suporte à parceria público-privada das Linhas 11, 12 e 13 e R$ 266 milhões para a continuidade das obras de modernização das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda.

Rodovias terão R$ 5,9 bilhões

Os investimentos em rodovias e logística somam R$ 5,9 bilhões na proposta.

O valor inclui R$ 1,9 bilhão para duplicações e melhorias nas estradas estaduais, R$ 1,2 bilhão para os contornos e melhorias da Nova Tamoios e R$ 719 milhões para recuperação de estradas vicinais.

O projeto também prevê R$ 1,6 bilhão para a continuidade do Rodoanel Norte, além de recursos para travessias litorâneas e para a Hidrovia Tietê-Paraná.

Casa Paulista terá R$ 2,5 bilhões

O programa habitacional Casa Paulista deverá contar com R$ 2,5 bilhões em 2027.

Do total, R$ 782 milhões estão previstos para o Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social e R$ 1,7 bilhão para a CDHU. Outros R$ 24 milhões serão destinados a ações de reassentamento e provisão de moradias em áreas vulneráveis.

Proposta também prevê ações contra enchentes

A proposta orçamentária inclui ainda recursos para ações de resiliência climática, combate a enchentes e segurança hídrica.

As iniciativas vinculadas à nova Agência São Paulo Águas somam cerca de R$ 1 bilhão.

Agora, o projeto seguirá para tramitação na Alesp, onde poderá ser analisado, receber emendas e passar por votação antes de definir o orçamento estadual para 2027.

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Feirão Casa Paulista oferece mais de R$ 4 milhões em subsídios para compra do primeiro imóvel em SP

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O Governo de São Paulo disponibiliza mais de R$ 4 milhões em subsídios habitacionais na nova edição do Feirão Casa Paulista, que ocorre até domingo (15) em dez municípios do estado. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), oferece 385 cartas de crédito imobiliário concedidas a fundo perdido para famílias que buscam adquirir o primeiro imóvel.

As cartas de crédito variam de R$ 10 mil a R$ 16 mil e atendem moradores de Birigui, Jaú, Marília, Pirajuí, Pitangueiras, São José do Rio Preto, São Paulo, Tabatinga, Tatuí e Tupã. Do total, 74 benefícios são destinados exclusivamente à capital paulista, com valor de R$ 16 mil por família.

Para participar, é necessário cumprir os critérios do programa Casa Paulista: renda familiar de até três salários mínimos, não possuir imóvel em nome próprio, não ter financiamento habitacional ativo e não ter sido beneficiado por outros programas de moradia. Os interessados devem encaminhar o Termo de Adesão à SDUH pelo e-mail feirao@casapaulista.sp.gov.br.

Além desta edição, municípios como Araçatuba, Assis, Botucatu, Taubaté e Votuporanga tiveram o atendimento prorrogado após a primeira fase do feirão, realizada entre 6 e 8 de fevereiro, que ofertou mais de 400 cheques habitacionais e investimento aproximado de R$ 4,6 milhões.

Os feirões foram retomados no fim de janeiro, após novo chamamento público para empresas do setor. Entre setembro e dezembro de 2025, o programa emitiu 4.507 cartas de crédito, com aporte estadual de R$ 32,7 milhões, contemplando 241 empreendimentos em 13 regiões administrativas.

Desde o início da atual gestão, o Casa Paulista já entregou 46,4 mil moradias por meio da Carta de Crédito Imobiliário, com investimento de R$ 568 milhões. Outros 57 mil imóveis seguem em produção, com aporte previsto de R$ 725,1 milhões, reforçando o papel do programa na ampliação do acesso à moradia para famílias de baixa renda.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Programa Casa Paulista abre inscrições para 14 mil moradias em 106 municípios de São Paulo

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O Programa Casa Paulista vai abrir inscrições para 14 mil novas moradias em 106 municípios, distribuídos pelas 16 regiões administrativas do Estado de São Paulo. O anúncio foi feito na quarta-feira (4), durante evento realizado no Palácio dos Bandeirantes.

Além das novas unidades, o governo estadual realizou o sorteio de outras 607 moradias na capital paulista, voltadas à Habitação de Interesse Social (HIS 2), destinada a famílias com renda entre três e seis salários mínimos, e à Habitação de Mercado Popular (HMP), para rendas de seis a dez salários mínimos. Do total sorteado, 250 unidades serão reservadas a agentes de segurança pública estaduais, na primeira etapa do Programa Moradia Segura.

Poderão participar policiais civis, militares, técnico-científicos e penais que atendam aos critérios estabelecidos e tenham manifestado interesse nos editais publicados pelas secretarias de Segurança Pública (SSP) e de Administração Penitenciária (SAP). As moradias estão distribuídas pelas regiões central, norte, sul e oeste da capital.

A construção de unidades destinadas às faixas HIS 2 e HMP está prevista na política habitacional do Estado e integra o plano de negócios da CDHU. Segundo o governo, a diversificação do atendimento permite ampliar o ticket médio da carteira habitacional, favorecendo o reinvestimento em novas construções.

O Programa Moradia Segura foi lançado em setembro de 2024 e, desde então, passou por regulamentação e abertura de editais de manifestação de interesse junto à SAP e à SSP. A partir das listas de inscritos, serão disponibilizadas as primeiras unidades para financiamento pela CDHU. Entre as exigências, os servidores não podem possuir imóvel, ter financiamento residencial ativo no país ou ter sido beneficiados anteriormente por atendimento habitacional definitivo.

De acordo com dados oficiais, cerca de 90% do efetivo da Secretaria de Segurança Pública e 96% dos profissionais vinculados à Secretaria de Administração Penitenciária estão enquadrados nas faixas de renda aptas ao programa. O Moradia Segura estabelece comprometimento máximo de 20% da renda familiar para beneficiários com até cinco salários mínimos, com atualização anual pelo IPCA. Também é possível optar por comprometimento de até 30% da renda, sem correção inflacionária.

As parcelas dos financiamentos serão, preferencialmente, consignadas em folha de pagamento. Os recursos para a execução do programa sairão do orçamento vigente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), com possibilidade de complementação pelo Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS).

Além das unidades específicas para policiais, seguem válidas as regras de priorização de agentes de segurança nos conjuntos habitacionais construídos pela CDHU, que reservam parte dos imóveis sorteados para esses profissionais.

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Feirão Casa Paulista oferece R$ 1,4 milhão em subsídios para compra do primeiro imóvel na capital

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O Governo de São Paulo, por meio do programa Casa Paulista, vai disponibilizar aproximadamente de R$ 1,4 milhão em subsídios para a nova edição do Feirão Casa Paulista, que acontece até este domingo (7), na capital paulista.

Serão oferecidas 87 novas Cartas de Crédito Imobiliário, com valores de R$ 16 mil, a fundo perdido, para famílias que desejam adquirir o primeiro imóvel. Os interessados poderão escolher entre quatro empreendimentos da construtora Magik. O atendimento acontece das 7h às 20h, na Rua Barra Funda, 16, esquina com a Avenida Angelica, em frente à Praça Olavo Bilac.

Para participar, é necessário atender aos requisitos do programa Casa Paulista – Carta de Crédito Imobiliário: possuir renda familiar de até três salários mínimos; não possuir imóvel no próprio nome; não ter financiamento imobiliário ativo; e não ter sido beneficiado por outro programa habitacional.

Nova oportunidade

O Feirão que aconteceu no último fim de semana de novembro em outra unidade da capital paulista e também nos municípios de Marília, Piratininga, Ribeirão Preto, São José Do Rio Preto, Tatuí E Votuporanga foram prorrogados. Os interessados que não puderam comparecer terão nova chance até o próximo domingo (07/12). Clique aqui Clique aqui para acessar os endereços e horários.

Impacto do programa

Desde o início da atual gestão, em todo o Estado, o Casa Paulista já entregou 44,2 mil moradias na modalidade CCI, com aporte de R$ 542,1 milhões e impacto de aproximadamente R$ 23,5 bilhões na economia. Outros 62,3 mil imóveis seguem em produção, com aporte de R$ 782 milhões.

Os subsídios demonstram o compromisso do Governo de São Paulo em ampliar o atendimento habitacional e priorizar as famílias que mais necessitam de apoio do Estado. Levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) mostra que, em empreendimentos participantes do programa, a renda média das famílias beneficiadas com os subsídios estaduais é de R$ 2,8 mil, equivalentes a 1,87 salário mínimo atual. Nos mesmos empreendimentos, a renda média dos compradores que não utilizam o cheque do Casa Paulista é de R$ 5,2 mil (3,44 salários mínimos), evidenciando o impacto social do benefício.

Suspensão

A SDUH informa que, a partir de 8 de dezembro de 2025, estão suspensos os novos cadastros para participação nos feirões vinculados ao Programa Casa Paulista – Apoio ao Crédito Habitacional, na modalidade Carta de Crédito Individual. A suspensão ocorre devido à necessidade de consolidação do balanço dos feirões já realizados e ao encerramento da Execução Orçamentária e Financeira do exercício de 2025.

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Fonte/foto: GESP

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Feirão Casa Paulista oferece mais de R$ 1 milhão em subsídios para compra do primeiro imóvel na Grande São Paulo e Interior

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O Governo de São Paulo, por meio do programa Casa Paulista, vai disponibilizar mais de R$ 1 milhão em subsídios para a nova edição do Feirão Casa Paulista, que acontece entre os dias 7 e 9 de novembro nos municípios de Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo, e Ribeirão Preto, no interior paulista.

Serão oferecidas 233 novas Cartas de Crédito Imobiliário, com valores de R$ 10 mil, R$ 13 mil e R$ 16 mil, a fundo perdido, para famílias que desejam adquirir o primeiro imóvel. Os interessados poderão escolher entre aproximadamente 20 empreendimentos de diferentes construtoras.

Locais e horários dos feirões

Embu das Artes – Avenida João Paulo II, 1533/1595, Vila Regina

Dia 8 de novembro, das 9h às 17h

Ribeirão Preto – Avenida Henri Nestlé, 2020

Dias 07, 08 e 09 de novembro, das 8h às 19h

Nova oportunidade

Nas cidades de São Paulo, Campinas, Birigui, Boituva, Jardinópolis, Guaíra, Pirajuí, Penápolis, Tupã, Avanhandava e Taubaté os Feirões realizados no primeiro fim de semana de novembro foram prorrogados. Os interessados que não puderam comparecer terão nova oportunidade entre os dias 7 e 9 de novembro, nos mesmo locais e horários: Confira Aqui

Para participar, é necessário atender aos requisitos do programa Casa Paulista – Carta de Crédito Imobiliário: possuir renda familiar de até três salários mínimos; não possuir imóvel no próprio nome; não ter financiamento imobiliário ativo; e não ter sido beneficiado por outro programa habitacional.

Sobre o Feirão

O evento segue as regras estabelecidas na resolução publicada em 1º de setembro. Os feirões são organizados por entidades proponentes, que podem ser prefeituras, associações do setor habitacional ou empresas (individualmente ou em consórcios). Os interessados devem encaminhar o Termo de Adesão para a SDUH, exclusivamente pelo e-mail: feirao@casapaulista.sp.gov.br.

Durante o Feirão, as construtoras poderão ofertar imóveis de empreendimentos já cadastrados anteriormente no programa e também novos projetos que recebem aporte pontual apenas para o evento, desde que atendam aos critérios do Casa Paulista. Em todos os casos, os empreendimentos devem estar contratados junto à Caixa Econômica Federal, agente operador do programa, com financiamento por meio do FGTS.

Encerradas as atividades do Feirão, as empresas participantes terão até cinco dias úteis para encaminhar à SDUH um relatório detalhado com as famílias atendidas e as unidades comercializadas. A partir dessas informações, será possível autorizar a utilização dos recursos e liberar os subsídios. Para empreendimentos ainda não cadastrados, a emissão poderá ocorrer em até dez dias úteis após a regularização no sistema.

Com os Feirões Casa Paulista, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação amplia as oportunidades de acesso à moradia digna, ao mesmo tempo em que estimula o setor da construção civil, em parceria com municípios, empresas e entidades do setor habitacional.

Impacto do programa

Desde o início da atual gestão, o Casa Paulista já entregou 43 mil moradias na modalidade CCI, com aporte de R$ 525,1 milhões e impacto estimado de R$ 22,9 bilhões na economia. Outros 63,8 mil imóveis seguem em produção, com investimento estadual de R$ 802,9 milhões.

Os subsídios demonstram o compromisso do Governo de São Paulo em ampliar o atendimento habitacional e priorizar as famílias que mais necessitam de apoio do Estado. Levantamento da SDUH mostra que, em empreendimentos participantes do programa, a renda média das famílias beneficiadas com os subsídios estaduais é de R$ 2,8 mil, equivalentes a 1,87 salário mínimo atual. Nos mesmos empreendimentos, a renda média dos compradores que não utilizam o cheque do Casa Paulista é de R$ 5,2 mil (3,44 salários mínimos), evidenciando o impacto social do benefício.

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Fonte/foto: SDHU

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