Empregados rejeitam proposta e greve da Caixa continua

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Decisão foi tomada em assembleia virtual nesta segunda-feira (21); Saúde Caixa está entre os principais pontos de divergência nas negociações.

Os empregados da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve nacional iniciada em 10 de setembro após rejeitarem a proposta apresentada pela empresa para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A decisão foi tomada em assembleia virtual realizada nesta segunda-feira (21).

O comando da greve deve anunciar os próximos passos do movimento. Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), mais de 90% das bases sindicais haviam rejeitado a proposta apresentada pela Caixa.

Entre os principais pontos de divergência está o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. A questão vem sendo discutida nas negociações do acordo coletivo desde junho.

Na proposta apresentada pela Caixa, o limite de participação da empresa no custeio do Saúde Caixa passaria de 6,5% para 9% da folha de pagamento, com vigência prevista para 2027. A instituição também propôs mudanças no modelo de contribuição dos beneficiários.

A proposta final apresentada pela empresa para o ACT 2026/2028 também previa reajuste pelo INPC acrescido de 0,6% sobre salários, vantagens pessoais, funções de confiança e demais referências remuneratórias em 2026 e 2027.

Com a rejeição da proposta, a paralisação nacional dos empregados da Caixa continua. Novas decisões sobre o movimento deverão ser anunciadas pelas entidades que representam os trabalhadores.

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Caixa entra em greve por tempo indeterminado nesta quinta

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Paralisação começou nesta quinta-feira (10), após negociações trabalhistas; clientes devem priorizar canais digitais, caixas eletrônicos e correspondentes.

Funcionários da Caixa Econômica Federal iniciaram nesta quinta-feira (10) uma greve nacional por tempo indeterminado. No Banco do Brasil, a paralisação ocorre de forma parcial, nas bases sindicais que rejeitaram a proposta de acordo da categoria.

As mobilizações acontecem após meses de negociações entre os bancos e representantes dos trabalhadores. Na quarta-feira (9), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e as entidades sindicais assinaram a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), válida para bancários de todo o país.

O acordo prevê reposição integral da inflação medida pelo INPC, mais aumento real de 0,6% em 2026 e 2027. O reajuste também será aplicado a benefícios como vale-refeição, vale-alimentação, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios.

Na Caixa, porém, os empregados também negociam um acordo coletivo específico com o banco. A categoria rejeitou a proposta de renovação do ACT e decidiu iniciar a paralisação nacional.

Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), mais de 90% das bases sindicais rejeitaram a proposta apresentada pela instituição.

Entre os principais pontos de divergência está o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. Também estão em discussão temas relacionados às condições de trabalho e outros itens do acordo específico, negociados desde junho.

A Caixa retomou as negociações com os representantes dos funcionários e marcou uma nova rodada para esta quinta-feira (10). As entidades sindicais, no entanto, orientaram os trabalhadores a manter a greve até que eventuais avanços sejam novamente submetidos às assembleias.

Em nota, a Caixa informou que mantém o diálogo com as entidades representativas e que retornou à mesa de negociação com o objetivo de buscar um entendimento entre as partes.

Banco do Brasil tem paralisação parcial

No Banco do Brasil, a mobilização não ocorre em todo o país. A paralisação está restrita às bases sindicais que rejeitaram a proposta da categoria.

Entre as localidades que não aprovaram a convenção estão Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis. Outras bases aprovaram o acordo, que já foi assinado.

O Banco do Brasil informou que participa das negociações gerais conduzidas pela Fenaban e mantém também uma mesa específica com as entidades sindicais para tratar das questões próprias dos funcionários da instituição.

O que muda para os clientes

Durante a paralisação, o atendimento presencial nas unidades que aderirem ao movimento pode ser afetado. A orientação dos bancos é que os clientes priorizem os aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos e demais canais digitais.

Na Caixa, continuam disponíveis o aplicativo Caixa, internet banking, WhatsApp Caixa, Caixa Tem e outros aplicativos da instituição. Também podem ser utilizados caixas eletrônicos, a rede Banco24Horas, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.

O atendimento telefônico da Caixa está disponível pelo 4004-0104, para capitais e regiões metropolitanas, e pelo 0800-104-0104, para as demais localidades.

No Banco do Brasil, permanecem disponíveis o aplicativo, internet banking, correspondentes bancários, Central de Relacionamento e WhatsApp.

Os telefones informados pelo banco são 4004-0001, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800-729-0001, para as demais localidades.

A paralisação das agências, por si só, não interrompe o pagamento de benefícios. Serviços que podem ser realizados por canais digitais e eletrônicos continuam disponíveis, enquanto operações que dependam do atendimento presencial podem ser afetadas de acordo com a adesão dos funcionários à greve.

O que prevê o novo acordo dos bancários

A nova Convenção Coletiva de Trabalho tem vigência até 31 de agosto de 2028 e abrange aproximadamente 414 mil bancários, de cerca de 3,6 mil municípios.

O acordo reúne 171 bancos e foi assinado por 245 entidades sindicais. Além da reposição integral do INPC e do aumento real de 0,6%, estão previstos reajustes para salários, PLR, vale-refeição, vale-alimentação e auxílio-creche ou babá.

A convenção também estabelece medidas relacionadas à saúde mental, combate ao assédio e direito à desconexão fora do horário de trabalho.

O texto prevê ainda regras de transparência e limites para o monitoramento digital dos empregados, além da criação de um programa de qualificação e recolocação profissional.

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Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Move Brasil libera financiamento para motos e bicicletas elétricas; veja como solicitar

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Linhas de crédito começam a ser oferecidas nesta segunda-feira (27) para entregadores, mototaxistas e motofretistas com juros reduzidos e prazo de até quatro anos para pagamento

As agências bancárias e instituições financeiras credenciadas começaram a oferecer, nesta segunda-feira (27), as linhas de financiamento do programa Move Brasil, voltadas à compra de motos, motonetas, ciclomotores e bicicletas elétricas produzidos no país.

A iniciativa busca facilitar a renovação da frota utilizada por entregadores ciclistas, trabalhadores de aplicativos, mototaxistas e motofretistas profissionais, permitindo a aquisição de veículos novos com condições especiais de financiamento.

Quem pode solicitar

Para contratar o financiamento, o trabalhador precisa estar previamente cadastrado no programa por meio da plataforma gov.br e receber a confirmação de que atende aos critérios de elegibilidade, documento que é emitido em até cinco dias úteis.

Após essa etapa, o interessado pode procurar a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil ou outra instituição financeira credenciada para passar pela análise de crédito e formalizar a contratação.

Quais são as condições

O programa financia apenas veículos fabricados no Brasil a partir de 2024.

Segundo as regras do Move Brasil, o valor aprovado é pago diretamente ao fornecedor do veículo. A liberação do crédito depende da análise realizada pela instituição financeira, que também define a documentação necessária para a contratação.

Entre as condições oferecidas estão:

  • carência de 60 dias para o início do pagamento das parcelas;
  • prazo de até quatro anos para quitar o financiamento;
  • juros de 0,99% ao mês para homens;
  • juros de 0,91% ao mês para mulheres.

Objetivo do programa

O Move Brasil tem como objetivo ampliar o acesso ao crédito para profissionais que utilizam veículos de duas rodas como ferramenta de trabalho, incentivando a substituição da frota por modelos novos e mais sustentáveis.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Prêmio da mega-sena acumula e vai a R$ 45 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.995 da Mega-Sena, realizado neste sábado (11). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 45 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados neste sábado são: 08 – 29 – 42 – 49 – 50 – 58

54 apostas acertaram 5 números e vão levar cada uma R$ 42.308,07.

2.889 apostas tiveram 4 acertos e cada uma vai receber R$ 1.303,52.

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (14), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

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Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Caixa realiza leilão com mais de 1.100 imóveis, com lances a partir de R$ 59,2 mil

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A Caixa Econômica Federal anunciou um leilão de 1.146 imóveis, distribuídos por 24 estados e no Distrito Federal, com descontos em relação aos preços de mercado.

As propriedades incluem casas, apartamentos e terrenos, com valores iniciais variando entre R$ 59,2 mil e R$ 3,6 milhões. O evento, organizado pelas empresas Kron Leilões e Site Leilões, será realizado no dia 23 de outubro e ocorrerá via plataforma digital Superbid Exchange.

Entre os estados com maior número de lotes, São Paulo lidera com 194 imóveis à venda. No estado, é possível encontrar opções como um terreno de 138 m² em Marília, com lance inicial de R$ 62,3 mil, até uma casa de 600 m² na capital, cujo valor parte de R$ 2,5 milhões. Outras oportunidades incluem um apartamento de 91 m² em Praia Grande, no litoral, com lance mínimo de R$ 615 mil.

No Rio de Janeiro, os lances variam de R$ 87,2 mil por um terreno de 312 m² em Cachoeiras de Macacu, até R$ 1,4 milhão por um apartamento de 329 m² na capital. Em Minas Gerais, os valores vão de R$ 74 mil, por um terreno de 253 m² em Itabirito, a R$ 2,3 milhões por um apartamento de 277 m² em Belo Horizonte.

O leilão também oferece imóveis em estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Em Pernambuco, por exemplo, os lances vão de R$ 79 mil por uma casa de 68 m² em Santa Cruz do Capibaribe até R$ 550 mil por uma casa de 188 m² em Recife. Já no Paraná, há opções como um apartamento de 344 m² em Curitiba, com lance inicial de R$ 3,6 milhões, sendo o imóvel mais caro do leilão.

Os interessados podem participar desde que realizem o cadastro no site da Superbid Exchange, apresentando a documentação exigida. Além disso, há a possibilidade de utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como parte do pagamento em alguns lotes, e também financiar o imóvel.

Todas as condições, bem como a relação completa dos imóveis e suas especificações, estão disponíveis no edital do leilão.

Os imóveis estão localizados em todas as regiões do país, com destaque para os estados de Goiás (172 imóveis), Rio de Janeiro (179), Minas Gerais (114) e Paraná (127).

Para participar, é necessário ser maior de 18 anos, ou emancipado, e estar domiciliado no Brasil. Funcionários da Caixa e autoridades vinculadas à instituição estão impedidos de participar.

Leia também: Beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bi em apostas em agosto


Fonte: TV Cultura – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Pagamento do abono salarial do calendário 2024 começa em fevereiro

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A partir de 15 de fevereiro, a Caixa começa a pagar o abono salarial do calendário 2024, referente ao ano-base 2022. O calendário foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), em reunião realizada em dezembro do ano passado. 

O crédito será feito de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento dos trabalhadores. Os que têm conta corrente ou poupança na Caixa receberão direto em sua conta. Os demais beneficiários receberão os valores por meio da Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa, conforme o calendário de pagamento. 

A movimentação da Poupança Social Digital é realizada pelo Aplicativo Caixa Tem, que permite pagar contas, fazer transferências, pagar na maquininha e realizar compras com o cartão de débito virtual. 

Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser feito com o Cartão Social e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nas agências da Caixa. 

O que é o Abono Salarial 

Instituído pela Lei 7.998/90, o abono salarial equivale ao valor de, no máximo, um salário mínimo, a ser pago conforme calendário anual estabelecido pelo Codefat aos trabalhadores que satisfaçam os requisitos previstos em lei. Os recursos para pagamento são oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). 

Leia também: Santana de Parnaíba registra queda em índices de criminalidade


Fonte: Agência Brasil – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Raspadinha pode voltar a ser operada pela Caixa de forma transitória

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A Loteria Instantânea Exclusiva (Lotex), conhecida como raspadinha, que desde 2018 passou a ser operada por meio de concessão, poderá voltar a ser explorada pela Caixa Econômica Federal. Decreto divulgado nesta quinta-feira (31), no Diário Oficial daUnião, flexibiliza a legislação. 

De acordo com as novas regras, que entram em vigor no dia 10 de setembro, a Caixa poderá fazer a exploração direta do serviço desde que o Ministério da Fazenda autorize, em casos transitórios, a mudança de operador, até que o processo licitatório seja concluído. O banco público só poderá atuar por prazo determinado e deixará de executar o serviço seis meses após a comunicação, feita pelo Ministério da Fazenda, de que outro operador foi habilitado a assumir a concessão, em processo licitatório.

A forma de distribuição dos rendimentos permanecerá a mesma 0,4% para a seguridade social; 13% para o Fundo Nacional de Segurança Pública; 0,9% para o Ministério do Esporte; 0,9% para o Fundo Nacional de Cultura; 1,5% para instituições de futebol pelo uso dos escudos e marcas; 18,3% para o agente operador da Lotex e 65% para o pagamento de prêmios e imposto de renda sobre a premiação. Já as premiações não retiradas serão devolvidas à União, na conta única do Tesouro Nacional.

A Lotex está fora de operação no Brasil desde 2015, quando foi descontinuada por determinação da Controladoria-Geral da União, que contestou a legalidade da forma como foi operacionalizada no país. Em 2018, nova legislação retomou a modalidade na forma de concessão, por meio de processo licitatório.

Dois leilões foram realizados sem atrair interessados em operar a Lotex, no formato proposto pelo governo federal na época. As exigências foram flexibilizadas e, em 2019, as empresas International Game Technology (IGT), e Scientific Games (SG), na forma de consórcio, venceram a concorrência da primeira concessão da Lotex realizada no país.

O grupo projetou o início das operações para o ano de 2020, mas desistiu do negócio após considerar que o serviço só seria viável por meio de um contrato de distribuição com a Caixa, que não chegou a ser viabilizado.

Na época, o consórcio publicou nota na qual informava que a rede da Caixa é fundamental para o sucesso do lançamento do negócio de bilhetes instantâneos no Brasil e, sem ela, não seria possível seguir com o serviço.

Leia também: Guarda Civil Municipal de Itapevi intercepta veículo com placa adulterada e prende suspeito em ocorrência com troca de tiros


Fonte: Agência Brasil – Foto: Divulgação/loterias da CEF

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Lucro da Caixa sobe 3,2% e atinge R$ 4,5 bilhões no primeiro semestre

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Principal banco no crédito imobiliário no país, a Caixa Econômica Federal fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 4,5 bilhões, resultado 3,2% maior que nos seis primeiros meses do ano passado. Apenas no segundo trimestre (abril a junho), a instituição lucrou R$ 2,6 bilhões, com alta de 40,9% sobre o mesmo período de 2022.

Os números constam de balanço divulgado pela Caixa na noite desta quarta-feira (16). A carteira de crédito total da instituição encerrou junho em R$ 1,062 trilhão, com alta de 14,4% em 12 meses. Em relação à concessão de créditos, o banco emprestou R$ 259,1 bilhões no primeiro semestre, alta de 8,5% em relação ao mesmo período de 2022. No segundo trimestre, os empréstimos somaram R$ 132,5 bilhões, com alta de 1,9% na mesma comparação.

Do saldo total de crédito, R$ 682,8 bilhões correspondem ao crédito imobiliário, principal segmento do banco, com crescimento de 15% em relação a junho do ano passado. A concessão de financiamentos imobiliários somou R$ 85,4 bilhões nos seis primeiros meses do ano, somando os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS). O valor representa alta de 14% sobre o mesmo período de 2022.

No primeiro semestre, a Caixa respondeu por 67,5% dos financiamentos imobiliários em todo o país. No Programa Minha Casa, Minha Vida, destinado a famílias de renda mais baixa, o banco concentra 99% de participação no mercado. Segundo a Caixa, o crédito imobiliário beneficiou 1,3 milhão de pessoas com a casa própria na primeira metade do ano e contribuiu para a criação de 581,1 mil empregos.

Demais linhas de crédito

Em relação às demais linhas de crédito, o crédito ao agronegócio encerrou o primeiro semestre com saldo de R$ 49,4 bilhões (+60,5%), o estoque de crédito consignado atingiu R$ 102,8 bilhões (+13,5%) e o saldo de crédito para infraestrutura somou R$ 98,5 bilhões (+5,3%) no fim de junho.

O segmento de crédito comercial para pessoas físicas registrou saldo de R$ 126 bilhões, com contratações de R$ 51 bilhões no semestre. Houve crescimento de 21% nos financiamentos de cartões de crédito, de 11,8% no penhor e 8,3% no crédito rotativo.

O segmento de pessoas jurídicas totalizou saldo de R$ 89 bilhões, dos quais as linhas de capital de giro somaram R$ 77 bilhões, com contratações de 35,6 bilhões no semestre. Os maiores crescimentos foram registrados nas linhas de cartão de crédito (+66,9%), capital de giro (+41,6%), e crédito rotativo (+28%).

Receitas e despesas

No primeiro semestre, as receitas com prestação de serviços alcançaram R$ 12,5 bilhões, alta de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. Os destaques foram o aumento de 29,1% em produtos de seguridade, de 6,5% em receitas de cartões de débito e crédito e 5,4% nos serviços prestados para o governo.

As despesas administrativas (despesas de pessoal e outras despesas administrativas) totalizaram R$ 19,8 bilhões. O valor representa alta de 10,5% em relação aos seis primeiros meses de 2022.

Inadimplência

As operações com mais de 90 dias de atraso subiram de 1,73% no primeiro semestre de 2022 para 2,71% no mesmo período deste ano. Segundo a Caixa, o indicador poderia ter ficado em 2,46%, não fosse o impacto de um caso específico. O banco não informou se esse caso diz respeito ao consignado do auxílio emergencial, concedido em outubro do ano passado e cuja inadimplência continua neste ano.

Considerado apenas o crédito imobiliário, o índice de operações com mais de 90 dias de atraso ficou em 2,1%. A Caixa ressalta que 95% dos financiamentos do setor têm nota entre AA e C, o que indica ausência de calote, embora notas B e C indiquem risco de inadimplência.

Leia também: Saúde, educação, aplicativo de descontos e mudança de partido foram os temas abordados na Câmara de Barueri na última sessão


Fonte: Agência Brasil

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Saldo de R$ 25,4 bi do PIS-PASEP está disponível para saque

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Os trabalhadores que possuem saldo de cotas do Programa Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) têm até 5 de agosto para sacar os valores. Os saques podem feitos pelo aplicativo FGTS, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Os beneficiários não necessitam comparecer às agências bancárias.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, atualmente, 10,5 milhões de trabalhadores possuem saldo no PIS-PASEP disponível para saque, no total de R$ 25,4 bilhões. O saque integral das cotas PIS-PASEP está disponível aos titulares das contas e, no caso de falecimento do titular, os beneficiários legais poderão fazer o saque.

Quem tem direito

Tem direito a sacar as cotas quem trabalhou com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) assinada na iniciativa privada ou como servidor público no período de 1971 a 1988, e que ainda não tenha sacado as cotas do PIS-PASEP.

Se o saldo não for sacado até 5 de agosto, os recursos serão transferidos do FGTS ao Tesouro Nacional. Nesse caso, os interessados terão até 5 anos para fazer uma nova solicitação de retirada à União.

Como consultar e sacar

Os beneficiários com saldo de cotas do PIS-PASEP não precisam ir uma agência bancária para saber se têm direito ao saque ou até mesmo para receber o valor. No Aplicativo FGTS, que pode ser baixado gratuitamente, o trabalhador tem já na tela principal a opção de consulta ao saldo disponível para saque dos aos recursos.

Em caso de valor positivo, para solicitar o saque no próprio aplicativo, basta selecionar a mensagem “Você possui saque disponível”, depois clicar em “Solicitar o saque do PIS/PASEP”. O trabalhador deverá escolher a forma de saque (crédito em conta ou presencial), verificar seus dados e selecionar “Confirmar saque”.

Na opção de crédito em conta, o saldo será creditado em conta bancária de qualquer instituição indicada pelo trabalhador, sem custo algum.

Em caso de trabalhador falecido, o beneficiário herdeiro pode acessar seu próprio Aplicativo FGTS e solicitar o saque na opção “Meus Saques”, depois “Outras Situações de Saque” e, em seguida, escolher a opção “PIS/PASEP – Falecimento do Trabalhador”. É preciso juntar os documentos solicitados e confirmar a solicitação.

Caso o trabalhador se enquadre em qualquer hipótese de saque FGTS e tenha conta PIS-PASEP, o saldo dessa conta é liberado em conjunto com o FGTS.

Para mais informações, os trabalhadores podem acessar o Aplicativo FGTS ou ligar para o telefone 4004-0104 (capitais e regiões metropolitanas) ou para o 0800 104 0104, para demais regiões.

Leia também: Anvisa aprova o cabotegravir, primeiro remédio injetável contra o HIV no Brasil


Fonte: Agência Brasil – *Com informações da Caixa Econômica Federal – Foto: Arquivo/Marcello Casal/Ag. Brasil

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Caixa começa a pagar Bolsa Família com adicional de R$ 150

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A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta segunda-feira (20) a parcela de março do Bolsa Família. Essa será a primeira parcela com o adicional de R$ 150 a famílias com crianças de até 6 anos.

Recebem hoje os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 669,93.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,1 milhões de famílias, com gasto de R$ 14 bilhões. Com a revisão do cadastro, que eliminou principalmente famílias constituídas de uma única pessoa, 1,48 milhão de beneficiários foram excluídos do Bolsa Família e 694,2 mil famílias foram incluídas, das quais 335,7 mil com crianças de até 6 anos.

Desde o início do ano, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu o gasto de até R$ 145 bilhões fora do teto neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 está começando neste mês, após um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), a fim de eliminar fraudes. Em junho, começará o pagamento do adicional de R$ 50 por gestante, por criança de 7 a 12 anos e por adolescente de 12 a 18 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em abril.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Leia também: Contrata SP disponibiliza 1 mil vagas de emprego para jovens da capital


Por Agência Brasil – Foto: Lula Marques/Ag. Brasil

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