Governo exige transparência de apps e quer revelar quanto motorista e entregador realmente recebem

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) determinou que empresas de aplicativos de transporte e entrega passem a informar, de forma clara, quanto do valor pago pelo consumidor fica com a plataforma e quanto é destinado a motoristas e entregadores. A medida será oficializada em portaria publicada nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial da União.

Segundo o secretário Nacional do Consumidor, Ricardo Morishita Wada, a iniciativa busca garantir um direito básico previsto no Código de Defesa do Consumidor. “Sem transparência, o consumidor não pode escolher”, afirmou. O descumprimento poderá resultar em sanções administrativas, com multas que variam de R$ 500 a R$ 13 milhões.

A medida foi apresentada durante a divulgação do relatório final do Grupo de Trabalho Técnico (GTT) Interministerial de Entregadores por Aplicativo, em Brasília. O documento reúne ações que podem ser implementadas imediatamente pelo governo federal, sem necessidade de aprovação do Congresso.

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, defendeu a iniciativa e criticou o modelo atual das plataformas. Segundo ele, a transparência permitirá expor quanto os trabalhadores recebem e o nível de lucro das empresas. “Nada como a transparência para mostrar quanto o trabalhador recebe”, declarou.

Além da nova regra, o governo também anunciou mudanças na área de saúde e segurança. Uma delas é a inclusão da categoria “trabalhador de plataforma digital” nas fichas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), utilizadas por hospitais e unidades de saúde para registrar atendimentos.

Com isso, casos de acidentes envolvendo motoristas e entregadores poderão ser formalmente registrados como ocorrências relacionadas ao trabalho, o que pode facilitar o acesso à Justiça do Trabalho e a eventuais direitos trabalhistas.

A proposta foi bem recebida por representantes da categoria. Edgar Francisco da Silva, conhecido como Gringo Motoka e presidente da Associação dos Motofretistas de Aplicativos e Autônomos do Brasil (AmaBRA), afirmou que os profissionais enfrentam jornadas extensas e riscos constantes, sem apoio adequado das plataformas.

Outra medida anunciada prevê a criação de 100 pontos de apoio em capitais e regiões metropolitanas. Os espaços devem oferecer estrutura básica, como banheiro, água, vestiário, área de descanso e acesso à internet.

Para lideranças do setor, a iniciativa atende a uma demanda antiga. Junior Freitas, do Movimento dos Trabalhadores sem Direitos, destacou que os pontos de apoio representam condições mínimas de dignidade. Ele também defendeu a revisão da chamada “taxa mínima” das corridas, hoje estimada em R$ 7,50, com expectativa de aumento para R$ 10.

A remuneração, segundo ele, está diretamente ligada à segurança dos trabalhadores. “Quanto menos a gente ganha, mais fica exposto ao risco”, afirmou.

O tema deve seguir em debate no Comitê Interministerial responsável por monitorar e implementar políticas para trabalhadores por aplicativos, com participação do Ministério do Trabalho e Emprego e diálogo contínuo com a categoria.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Lula deve anunciar Guilherme Boulos como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve oficializar nas próximas horas a nomeação do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. A decisão, que vinha sendo articulada nos bastidores do Palácio do Planalto, é vista como um movimento estratégico para fortalecer a base de esquerda e reaproximar o governo dos movimentos sociais.

A Secretaria-Geral é responsável por manter o diálogo direto entre o governo federal e organizações da sociedade civil — um campo em que Boulos, liderança nacional do PSOL e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), tem forte atuação. A entrada dele na Esplanada dos Ministérios deve ampliar a interlocução com esse segmento e reforçar o discurso de unidade entre as forças progressistas, mirando as eleições de 2026.

Para que a nomeação se concretize, Lula precisa definir o destino do atual titular da pasta, Márcio Macedo. De acordo com informações de bastidores, ele não será demitido, mas realocado em outra função dentro do governo ou em um cargo de destaque no Partido dos Trabalhadores (PT), do qual é um dos quadros históricos e ex-tesoureiro nacional.

O anúncio oficial deve ocorrer ainda nesta segunda-feira (20), antes da viagem do presidente à Ásia. Lula tem reuniões previstas ao longo do dia, incluindo um encontro com Márcio Macedo no fim da tarde, quando os últimos detalhes da transição devem ser acertados.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Justiça condena Pablo Marçal a pagar R$ 30 mil a Boulos por danos morais

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A Justiça de São Paulo condenou o influenciador e ex-pré-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) a indenizar o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) em R$ 30 mil por danos morais. A decisão foi proferida pelo juiz Anderson Cortez Mendes, da 9ª Vara Cível, que apontou a divulgação de informações falsas por Marçal durante o período da pré-campanha, em julho de 2024.

Durante participação no programa “Os Sócios Podcast”, Marçal acusou Boulos, sem apresentar qualquer prova, de chefiar um suposto esquema criminoso de cobrança de aluguel — no valor de R$ 700 — a famílias carentes por imóveis irregulares. Segundo a sentença, as declarações foram consideradas “ofensivas, infundadas” e com o claro objetivo de desmoralizar o adversário político.

Além da indenização, a Justiça determinou que Marçal exclua imediatamente o conteúdo das redes sociais (Instagram, Facebook, X e TikTok) e se abstenha de realizar novas publicações com o mesmo teor. Em caso de descumprimento, o influenciador poderá ser multado em R$ 1 mil por dia, limitada a R$ 50 mil.

Boulos havia solicitado R$ 50 mil de reparação, mas o juiz fixou o valor em R$ 30 mil, com correção monetária. Marçal também foi condenado ao pagamento das custas do processo e honorários advocatícios.

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Foto: Reprodução/Instagram – *Com informações o Jornal Estado de S. Paulo

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Candidatos à Prefeitura de São Paulo votam e trocam provocações no segundo turno

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Na manhã deste domingo (27), os candidatos à Prefeitura de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL), registraram seus votos e fizeram declarações de confiança no resultado da eleição municipal, além de trocarem provocações.

Em uma fala contundente, Nunes destacou a expectativa de uma “vitória da ordem e não da desordem”. Boulos, por sua vez, demonstrou otimismo e disse acreditar em uma possível virada.

Segundo pesquisa Datafolha divulgada na véspera, Nunes aparece com 57% dos votos válidos, enquanto Boulos registra 43%. No levantamento anterior, realizado na quinta-feira (24), o candidato do MDB tinha 58%, e o do PSOL, 42%.

Os votos válidos desconsideram os brancos e nulos e são usados exclusivamente pela Justiça Eleitoral para o cálculo dos resultados finais. Para vencer a disputa, o candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos.

Ricardo Nunes votou no colégio Dom Duarte Leopoldo e Silva, localizado no bairro do Socorro, enquanto Guilherme Boulos registrou seu voto em uma escola no Campo Limpo, ambos na zona sul da capital.

Leia também: Eleitores de Barueri e cidades com 2º turno não podem ser presos


Foto: Montagem/Reprodução/Eduardo Knapp e Danilo Verpa/Folhapress

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Ricardo Nunes tem 52,3% e Guilherme Boulos 39,2% das intenções de voto, diz Paraná Pesquisas

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Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (16) aponta Ricardo Nunes (MDB) com 52,3% das intenções de voto, e Guilherme Boulos (PSOL), com 39,2%, na disputa pela Prefeitura de São Paulo. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em comparação ao último levantamento, Nunes oscilou 0,5 pontos percentuais para baixo e Boulos, 0,2 para cima.

Foram ouvidos 1.500 eleitores da cidade de São Paulo pelo Instituto Paraná Pesquisas, presencialmente, entre os dias 12 e 15 de outubro. O nível de confiança é de 95%.

Veja os números da pesquisa

  • Ricardo Nunes (MDB): 52,3%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 39,2%
  • Nulo/Branco: 5,2%
  • Não sabe/Não respondeu: 3,3%

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o n.º SP-06311/2024 para o cargo de Prefeito.

Leia também: Racha na oposição: mais um integrante do partido de Gil Arantes abandona campanha e declara apoio a Beto Piteri


Fonte: TV Cultura – Foto: Renato Pizzutto/Band

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Ricardo Nunes tem 53% e Boulos tem 39% das intenções de votos, diz Real Time Big Data

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Pesquisa Real Time Big Data/Record divulgada nesta segunda-feira (14) aponta Ricardo Nunes (MDB) com 53% das intenções de voto, e Guilherme Boulos (PSOL), com 39%, na disputa pela Prefeitura de São Paulo.

Votos em branco e nulos somam 3%. Outros 5% não souberam ou não responderam ao levantamento.

O instituto avaliou também o cenário dos votos válidos (quando brancos e nulos são excluídos). Dessa forma, Nunes marca 58%, e Boulos, 42%.

Foram ouvidas 1.500 pessoas entre os dias 11 e 12 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa, encomendada pela Record, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como SP-00357/2024.

Veja os números da pesquisa estimulada

  • Ricardo Nunes (MDB): 53%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 39%
  • Nulo/Branco: 3%
  • Não sabe/Não respondeu: 5%

Leia também: Morador de Osasco é o novo milionário da Nota Fiscal Paulista


Fonte: TV Cultura – Foto: Montagem/Reprodução

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Nunes tem 26,8%, Boulos 23,7% e Marçal 21% das intenções de voto, aponta Paraná Pesquisas

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O atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o deputado Guilherme Boulos (PSOL) aparecem tecnicamente empatados na disputa pela Prefeitura de São Paulo, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (20).

O atual prefeito tem 26,8% enquanto Boulos, 23,7%Pablo Marçal (PRTB) ocupa o terceiro lugar com 21% das intenções de voto. Tabata Amaral (PSB) conta com 8,3%, enquanto José Luiz Datena (PSDB) registra 7%.

Na sequência aparece Marina Helena (Novo) com 1,9%, seguida por Altino Prazeres (PSTU) e Bebeto Haddad (DC), que têm 0,1% cada. Já João Pimenta (PCO) e Ricardo Senese (UP) não pontuaram na pesquisa. Votos em branco, nulos e em nenhum candidato representam 6,2%, enquanto aqueles que não sabem ou não responderam somam 4,8%.

Três possíveis cenários para o segundo turno foram simulados, envolvendo Nunes, Boulos e Marçal. Confira:

Cenário 1 – Nunes x Boulos

  • Ricardo Nunes (MDB): 50,1%;
  • Guilherme Boulos (PSOL): 32,1%;
  • Não sabe/Não respondeu: 6,0%;
  • Nenhum/Branco/Nulo: 11,7%.

Cenário 2 – Boulos x Marçal

  • Guilherme Boulos (PSOL): 43,6%;
  • Pablo Marçal (PRTB): 37,9%;
  • Não sabe/Não respondeu: 6,0%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 12,5%.

Cenário 3 – Nunes x Marçal

  • Ricardo Nunes (MDB): 52,3%;
  • Pablo Marçal (PRTB): 27,4%;
  • Não sabe/Não respondeu: 5,7%;
  • Nenhum/Branco/Nulo: 14,5%.

O levantamento, realizado por iniciativa própria do Paraná Pesquisas, foi registrada na Justiça Eleitoral como SP-03057/2024.

A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. Ao todo, 1.500 eleitores da cidade de São Paulo foram ouvidos presencialmente entre os dias 16 e 19 de setembro. O nível de confiança é de 95%.

Leia também: Santana de Parnaíba é a grande campeã na categoria gestores no 14º Prêmio Ação Destaque


Fonte: TV Cultura – Foto: Montagem/Reprodução

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Nunes lidera com 27%, seguido por Boulos 25% e Marçal cai para 19% na disputa por SP, diz Datafolha

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Em uma nova reviravolta na corrida eleitoral para a prefeitura de São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) retomou a liderança, com 27% das intenções de voto, de acordo com pesquisa Datafolha. Guilherme Boulos (PSOL) aparece logo atrás, com 25%, configurando um empate técnico devido à margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Em terceiro lugar, mais distante, está Pablo Marçal (PRTB), com 19%.

A pesquisa, realizada nos dias 10 e 11 de setembro, revela que Marçal se afastou dos dois primeiros colocados, sugerindo que sua ascensão estancou, principalmente após o início do horário eleitoral gratuito. A propaganda gratuita tem sido um fator crucial na recuperação de Nunes, que detém 65% do tempo de rádio e TV, o maior da história das eleições paulistanas.

Antes do início da propaganda eleitoral, Nunes enfrentava dificuldades. Na rodada de 20 e 21 de agosto, ele aparecia com 19%, atrás de Boulos (23%) e Marçal (21%). No entanto, a exposição na mídia reverteu essa tendência negativa, e agora o candidato do MDB reassume a dianteira.

A pesquisa também mostra a estagnação dos candidatos do segundo escalão. Tabata Amaral (PSB) oscilou de 9% para 8%, enquanto José Luiz Datena (PSDB) caiu de 7% para 6%. Marina Helena (Novo) aparece com 3%, e Beto Haddad (DC) e Ricardo Senese (UP) têm 1% cada. Votos nulos somam 7%, enquanto 4% dos eleitores se dizem indecisos.

O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código SP-07978/2024 e ouviu 1.204 eleitores.

Leia também: Espaço Motoboy de Barueri se torna referência para candidatos da região


Foto: Montagem/Reprodução

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Atlas: Boulos tem 32,7% das intenções de voto; Ricardo Nunes aparece com 24,9%

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A Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (8) mostra o deputado federal Guilherme Boulos (Psol) na liderança para a disputa pela Prefeitura de São Paulo, com 32,7% das intenções de voto.

Em seguida, aparecem Ricardo Nunes (MDB), com 24,9%, e o empresário Pablo Marçal (PRTB), com 11,4%. Tabata Amaral (11,2%) e Datena (9,4%) estão tecnicamente empatados.

A pesquisa entrevistou 2.037 pessoas da cidade de São Paulo. O levantamento aconteceu entre 2 e 7 de agosto de 2024, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

Veja os números da pesquisa Atlas para a eleição em São Paulo:

  • Guilherme Boulos (PSOL): 32,7%
  • Ricardo Nunes (MDB): 24,9%
  • Pablo Marçal (PRTB): 11,4%
  • Tabata Amaral (PSB): 11,2%
  • Datena (PSDB): 9,4%
  • Marina Helena (Novo): 3,5%
  • Ricardo Senese (UP): 0,7%
  • Altino Prazeres Jr. (PSTU): 0%
  • João Pimenta (PCO): 0%
  • Não sei: 0,6%
  • Branco/Nulo: 5,6%

A pesquisa ainda fez alguns cenários em caso de segundo turno. Guilherme Boulos aparece em vantagem em confrontos com Nunes, Pablo Marçal, Datena e Tabata Amaral.

1° Cenário:

  • Guilherme Boulos (PSOL): 42,4%
  • Ricardo Nunes (MDB): 42%
  • Brancos e nulos: 11,1%
  • Não sabem: 4,5%

2° Cenário:

  • Guilherme Boulos (PSOL): 44,1%
  • Pablo Marçal (PRTB): 35,2%
  • Brancos e nulos: 17%
  • Não sabem: 3,7%

3° Cenário:

  • Guilherme Boulos (PSOL): 39,9%
  • Datena (PSDB): 29,5%
  • Brancos e nulos: 26,8%
  • Não sabem: 3,9%

4° Cenário:

  • Guilherme Boulos (PSOL): 37,7%
  • Tabata Amaral (PSB): 27,4%
  • Brancos e nulos: 30,1%
  • Não sabem: 4,8%

5° Cenário:

  • Ricardo Nunes (MDB): 38,3%
  • Tabata Amaral (PSB): 43,4%
  • Brancos e nulos: 13,5%
  • Não sabem: 4,8%

6° Cenário:

  • Ricardo Nunes (MDB): 38,7%
  • Datena (PSDB): 28,9%
  • Brancos e nulos: 27,1%
  • Não sabem: 5,3%

Não há simulação para o embate entre Nunes e Marçal.

Leia também: Convenções políticas em Barueri demonstram o tamanho das candidaturas


Fonte: TV Cultura – Foto: Montagem/Reprodução

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Pesquisa Genial/Quaest: Datena (19%) cola em Nunes (20%) e Boulos (19%) na liderança em SP

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Nova pesquisa da série Genial/Quaest sobre a eleição à prefeitura de São Paulo mostra variações sutis na disputa eleitoral na cidade, mas com sinalizações que favorecem o apresentador José Luiz Datena (PSDB). O tucano oscilou para cima e viu os dois nomes que até o mês passado apareciam numericamente à sua frente — o candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), e o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) — variarem no sentido oposto. Os três estão tecnicamente empatados na liderança da disputa.

O atual prefeito tinha 22% das menções no fim de junho e agora aparece com 20%. Já Boulos tem 19%, dois pontos a menos que os 21% que ele marcava há um mês. Datena, por sua vez, aparecia com 17% e agora tem 19%. Considerando a margem de erro, estimada em 3,1 pontos para mais ou menos, nenhuma dessas variações pode ser efetivamente considerada queda ou alta — embora importem para os ânimos e estratégias das campanhas.

Infográfico mostra resultados da pesquisa Genial/Quaest — Foto: Divulgação/Quaest

No cenário completo, com a presença de todos os nomes que já se apresentaram como pré-candidatos, o empresário Pablo Marçal (PRTB) é o próximo da lista, com 12% das intenções de voto — eram 10% em junho. A deputada federal Tabata Amaral (PSB) oscilou de 6% para 5%, enquanto Kim Kataguiri (União) e Marina Helena (Novo) têm 3% cada um. Kim, apesar de ainda se apresentar como pré-candidato, não deve ter o apoio de sua legenda.

Os candidatos Altino (PSTU) e Ricardo Senese (UP) alcançaram 1% das menções cada um, enquanto Fernando Fantauzzi (DC) e João Pimenta (PCO) não conseguiram sair do zero. Indecisos somam 8% na pesquisa estimulada, e brancos e nulos são 9%.

Infográfico mostra resultados da pesquisa Genial/Quaest — Foto: Divulgação/Quaest
Infográfico mostra resultados da pesquisa Genial/Quaest — Foto: Divulgação/Quaest

Os resultados da Quaest mostram que Datena se destaca no voto daqueles de renda mais baixa (tem 28% das intenções de voto entre quem ganha até dois salários mínimos por mês) e os que estudaram só até o ensino fundamental (tem hoje o apoio de 36% desse eleitorado), enquanto Boulos se dá melhor entre os que chegaram a cursar o ensino superior (com 27% das menções no grupo). Já Nunes aparece na frente no grupo que parou os estudos no ensino médio (25%).

Apresentador de TV há mais de três décadas, Datena é conhecido por 90% dos eleitores entrevistados — 42% afirmam que votariam nele, contra 48% que se recusam a apoiá-lo. Os adversários do tucano têm citado a alta taxa de conhecimento de Datena para argumentar que ele tem “teto baixo”, o que significa que há poucos eleitores que ainda não o conhecem e podem vir a apoiá-lo.

Outro ponto de atenção para o candidato do PSDB é o nível de convicção de seu eleitorado. Enquanto no geral 42% dizem que suas escolhas são definitivas, e 56% admitem poder mudar de ideia “caso algo aconteça”, essa taxa de indefinição é de 70% dentre os que declaram a intenção de votar em Datena (só 29% dizem que a escolha é definitiva). Boulos tem 52% de seus eleitores dizendo-se convictos, taxa que é de 48% dentre os apoiadores de Nunes.

Infográfico mostra resultados da pesquisa Genial/Quaest — Foto: Divulgação/Quaest
Infográfico mostra resultados da pesquisa Genial/Quaest — Foto: Divulgação/Quaest

Cenários para o segundo turno

A Quaest testou quatro cenários distintos para a disputa em segundo turno. Nas três configurações que envolvem o nome de Nunes, o atual prefeito supera seu adversário.

Contra Boulos, Nunes marca hoje 45% num eventual segundo turno, contra 32% do deputado federal — os percentuais eram de 46% e 34%, respectivamente, há um mês. Já contra Marçal, o emedebista soma 46%, enquanto o empresário alcança 22%. Na disputa com Tabata, o prefeito vai a 47%, contra 26% da deputada.

Leia mais: Pela primeira vez na história de Barueri, marido e esposa são candidatos a prefeito e vice

No único cenário testado sem o candidato à reeleição, Boulos e Marçal aparecem em situação de empate técnico, com o deputado numericamente à frente. O candidato do PSOL marca nesse chaveamento 37% das intenções de voto, ante 33% do nome do PRTB na disputa. O instituto não simulou cenários de segundo turno envolvendo Datena.

Contratada pela Genial Investimentos, a Quaest entrevistou presencialmente 1.002 eleitores na cidade de São Paulo, no período entre 25 e 28 de julho. Na Justiça Eleitoral, o levantamento está registrado sob o número SP-06142/2024.

Leia também: Estão abertas inscrições para cursos gratuitos de qualificação profissional do Fundo Social de São Paulo


Fonte: O GLobo

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