Anvisa determina apreensão de azeite San Olivetto

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira (16) a apreensão do azeite de oliva extravirgem San Olivetto, da empresa Agro Industria e Cerealista Norte Paraná Ltda.

Publicada no Diário Oficial da União (DOU), a resolução proíbe ainda a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a propaganda e o uso do produto.

Em nota, a agência informou que a origem deste azeite é desconhecida. “O rótulo indica como importadora a Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda. A empresa, no entanto, está com CNPJ suspenso por inconsistência cadastral desde 22/5/2025”.

“Já a distribuidora, a empresa Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda, está com CNPJ baixado por encerramento desde novembro de 2024”, completou a Anvisa.

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Foto: Divulgação/ANVISA

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Anvisa suspende venda de fórmula infantil Alfamino, da Nestlé

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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso de 10 lotes da fórmula infantil Alfamino 400g, fabricada pela Nestlé Brasil Ltda.

De acordo com o texto, a decisão foi motivada considerando a presença de selênio e iodo em quantidades acima dos limites permitidos na legislação sanitária. A norma determina ainda o recolhimento dos lotes em questão.

O número dos lotes são:

  • 50310017Y2
  • 51060017Y1
  • 50720017Y1
  • 50710017Y4
  • 50290017Y1
  • 50280017Y2
  • 43510017Y1
  • 43480017Y2
  • 43110017Y2
  • 41730017Y2

Segundo a Anvisa, as análises apontaram 31,1 microgramas de selênio por 100 quilocalorias e 175,7 microgramas de iodo por 100 quilocalorias.

A fórmula infantil Alfamino 400g é destinada a lactentes e crianças com necessidades alimentares específicas, como restrição à lactose ou alergia à proteína do leite de vaca (APLV).

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Nestlehealthscience/Divulgação

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Lula anuncia investimento de R$ 1,4 bilhão no Instituto Butantan para ampliar produção de vacinas

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta segunda-feira (9) um investimento de R$ 1,4 bilhão no Instituto Butantan, em São Paulo. Os recursos serão destinados à ampliação da infraestrutura e ao fortalecimento da produção de vacinas e insumos imunobiológicos.

O aporte federal será feito por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, o próprio Butantan contribuirá com R$ 400 milhões para a expansão e modernização de seu complexo industrial e tecnológico.

Durante a cerimônia de anúncio, Lula afirmou que o governo seguirá priorizando investimentos em ciência e pesquisa. O presidente também alertou sobre a disseminação de fake news relacionadas à vacinação e defendeu a retomada da confiança da população nos imunizantes, destacando a importância da prevenção em saúde pública.

Os recursos anunciados serão aplicados em obras de modernização e na construção de novas unidades produtivas. Entre os projetos previstos estão uma fábrica para a produção da vacina tetravalente contra o Papilomavírus Humano (HPV) e a reforma da unidade dedicada ao desenvolvimento de vacinas com tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), voltada à produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA).

O plano de investimentos inclui ainda a construção de uma nova fábrica para o IFA da vacina DTPa, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, além da reforma do prédio de produção de soros e da implantação de uma nova área para envase e liofilização. As ordens de serviço para o início das obras foram assinadas durante o evento realizado na capital paulista.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, classificou o anúncio como um marco para a ciência nacional. Segundo ele, os investimentos devem posicionar o Butantan entre os principais complexos de inovação tecnológica e industrial do mundo no setor de imunobiológicos.

Padilha também informou que a vacina contra a dengue desenvolvida pelo instituto deve começar a ser disponibilizada à população ainda este ano. A Butantan-DV, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária no início de dezembro, é o primeiro imunizante contra a dengue em dose única no mundo e foi testada em pessoas de 12 a 59 anos.

A cerimônia contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda Fernando Haddad, do secretário estadual da Saúde de São Paulo, Eleuses Paiva, e do diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás.

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Foto: Ricardo Stuckert/Ag. Brasil

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Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram acordo com o objetivo de intensificar ações de fiscalização e fortalecer o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes.

Em nota, a Anvisa informou que o acordo visa garantir o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024, que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional.

“A ideia é unir a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF”, destacou a agência no comunicado.

O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes responsáveis. Não há previsão de transferência de recursos entre as partes.

Entenda

Entre as medidas previstas no acordo está o compartilhamento sistemático de informações técnicas e de dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais.

Caberá à Anvisa fornecer subsídios técnicos e informações sobre as ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, enquanto o MPF fará a apuração das infrações identificadas e a articulação com outros órgãos de controle.

A parceria prevê ainda o desenvolvimento de ações de comunicação e sensibilização sobre riscos associados ao uso de cigarros eletrônicos como parte de estratégias de proteção à saúde pública.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Reprodução

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Anvisa recolhe molho de tomate suspeito de conter pedaços de vidro

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa) determinou, nessa quarta-feira (7), o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro. Com isso, o lote do produto teve a sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos.

A medida foi tomada depois do alerta da rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed – Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações) de que o lote do molho de tomate importado no Brasil continha pedaços de vidro.

Suplemento Neovite Visão

Outro produto que deve ser recolhido é o Neovite Visão, suplemento alimentar voltado para a saúde ocular, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). Estão proibidos de ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072. A empresa comunicou o recolhimento voluntário dos lotes depois de identificar irregularidades.

“Os referidos lotes foram fabricados com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, a quantidade de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos está acima do limite permitido”, diz a Anvisa em nota.

Ervas Brasil

Os suplementos de Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, da empresa Ervas Brasil Indústria Ltda., também foram alvo de ação de fiscalização sanitária e devem ser apreendidos. Os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos.

“A empresa não tem licença sanitária e nem alvará de funcionamento e utilizou ingredientes não autorizados em alimentos. Além disso, faz divulgação irregular dos produtos, com falsas indicações terapêuticas, associando o seu uso a benefícios funcionais e de saúde, sem comprovação científica”, explica a Anvisa.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Stephan Hinni/Unsplash

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Anvisa libera novo medicamento para fase inicial do Alzheimer

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou um novo medicamento, o Leqembi, para tratamento de pacientes diagnosticados na fase inicial da doença de Alzheimer. A aprovação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 22 do mês passado.

O remédio, produzido com o anticorpo lecanemabe, é indicado para retardar o declínio cognitivo das pessoas que já apresentam demência leve causada pela doença. 

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Segundo o registro da Anvisa, o lecanemabe reduz as placas beta-amiloides no cérebro. O acúmulo dessas placas é uma característica definidora da doença de Alzheimer. O produto é uma solução para diluição para infusão.

Estudo 

A Anvisa divulgou que o medicamento teve a eficácia clínica avaliada em um estudo principal que envolveu 1.795 pessoas com doença de Alzheimer em estágio inicial, que apresentavam placas betaamiloides no cérebro e receberam o Leqembi ou placebo. 

“A principal medida de eficácia foi a mudança nos sintomas após 18 meses”, apontou a Anvisa. A avaliação ocorreu a partir de uma escala de demência denominada CDR-SB, utilizada para testar a gravidade da doença de Alzheimer em pacientes. 

A escala inclui questões que ajudam a determinar o quanto a vida diária do paciente foi afetada pelo comprometimento cognitivo. Segundo o estudo, no subgrupo de 1.521 pessoas, os pacientes tratados com o novo medicamento apresentaram um aumento menor na pontuação CDR-SB do que aqueles que receberam placebo.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Divulgação/EISAI

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Anvisa suspende creme dental da Colgate após relatos de reações

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Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, nesta quinta-feira (27), a venda dos cremes dentais da linha Colgate Clean Mint em todo o território brasileiro.

A determinação foi publicada no Diário Oficial e impede a comercialização do produto enquanto a agência apura as denúncias de usuários que alegam ter desenvolvido feridas na boca após iniciar o uso do creme dental.

O produto da linha Clean Mint é uma nova versão do Colgate Total 12. A empresa anunciou uma mudança na fórmula (substituindo o fluoreto de sódio pelo fluoreto de estanho) e no nome do produto, segundo informações do Estadão.

De acordo com a Anvisa, oito notificações foram registradas, envolvendo 13 eventos adversos relacionados ao uso da pasta. Entre os sintomas relatados, estão:

  • Inchaço nas amígdalas, lábios e mucosa oral;
  • Sensação de ardência e dormência nos lábios e na boca;
  • Boca seca;
  • Gengiva irritada;
  • Vermelhidão.

A plataforma ReclameAqui conta com diversas reclamações relatando casos de alergias relacionadas ao creme dental. Diante das queixas, a Anvisa optou pela interdição do produto.

A ação é baseada na Lei 6.360/1976, que estabelece que, em caso de risco à saúde, é possível suspender a comercialização ou distribuição até que as questões relacionadas à segurança do produto sejam esclarecidas.

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Fonte: TV Cultura – Foto: Ministério da Saúde

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Marcas de azeite e coco ralado são proibidas pela Anvisa

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A importação e distribuição de azeites das marcas Serrano e Cordilheira – extra virgem, com 0,5% de acidez – por empresas de procedência desconhecida no Brasil levaram a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a proibir a venda dos dois produtos no país.

resolução nº 3.508, de 20 de setembro, foi publicada na terça-feira (24) no Diário Oficial da União, e trouxe também a suspensão da comercialização de um lote de coco ralado da marca Coco & Cia.

A proibição da fabricação, da propaganda e do uso dos azeites ocorreu porque os produtos foram importados por empresas sem o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), portanto, desconhecidas no país. De acordo com a Anvisa, a falta de identificação não permite garantir a segurança e a qualidade dos produtos.

A Anvisa também suspendeu a comercialização e determinou o recolhimento do lote 030424158 de coco ralado da marca Coco & Cia. Conforme a agência, foi registrada no produto a presença de dióxido de enxofre, um conservante, acima do permitido.

A Coco & Cia, em nota, afirmou ter sido surpreendida pela decisão da Anvisa. A fabricante disse que já havia recolhido o pedido por conta própria, em 29 de julho, assim que recebeu o comunicado da agência.

“A inconformidade estava presente apenas no lote já citado, que foi recolhido e não circula mais no mercado. Lamentamos o ocorrido e não compreendemos o porquê da Resolução – RE Nº 3.508 ter sido divulgada meses após o ocorrido ser resolvido”, destacou o comunicado da empresa.

Leia também: Marqueteiro recorre para ter medida protetiva contra assessor de Marçal e alega descolamento de retina


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Shutterstock

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PF faz operação contra contrabando de Botox em Osasco e mais 4 cidades nesta quinta-feira (18)

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Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) uma operação que apura contrabando de toxina botulínica, o popular Botox, de marca não autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A ação foi chamada de ‘Operação Vênus’ e os agentes federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Osasco, Leme, interior de SP, além de Florianópolis (SC) e Céu Azul (PR).

De acordo a Polícia Federal, os responsáveis pelo botox irregular poderão responder por contrabando.

A toxina botulínica tem como função de paralisar a parte do tecido onde é aplicada, fazendo com que não ocorra contração muscular e, consequentemente, ocorra a diminuição das marcas de envelhecimento.


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Polícia Federal

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Anvisa ordena a suspensão de determinados lotes do detergente da marca Ypê

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Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu – por meio de uma portaria publicada na edição da última terça-feira (7) do Diário Oficial da União (DOU) – a comercialização, a distribuição e a utilização de determinados lotes do detergente da marca Ypê, pertencente à Química Amparo

Segundo o órgão regulatório, a decisão foi motivada pela identificação de um “desvio” durante a análise de monitoramento da produção. Isso, ainda de acordo com a agência, poderia gerar um “potencial risco de contaminação microbiológica”.

A Anvisa também alega que já havia sido notificada pela própria empresa com o recolhimento voluntário do produto. 

A determinação publicada no DOU exige a suspensão de todas as unidades do detergente produzidas entre julho e dezembro (com exceção de agosto) de 2022 com lote final 1 e 3.

Leia também: Governo Lula: aprovação cai para 50% e reprovação sobe para 47%, diz pesquisa


Fonte: TV Cultura – Foto: Reprodução/Redes Sociais

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