Derrite e André do Prado são eleitos senadores por São Paulo

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Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram eleitos senadores por São Paulo neste domingo (4). Os dois conquistaram as vagas em disputa no estado nas eleições de 2026.

Com 90% das urnas apuradas, Derrite aparecia com 30,69% dos votos, o equivalente a 11.963.823 votos, enquanto André do Prado registrava 29,35%, com 11.440.297 votos.

A confirmação do resultado foi divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Simone Tebet (PSB) aparecia em terceiro lugar, com 19,14% dos votos, seguida por Marina Silva (Rede), com 18,04%.

Disputa pelas duas vagas foi acirrada

A eleição para o Senado em São Paulo foi marcada por uma disputa apertada durante boa parte da campanha.

Derrite e André do Prado receberam o apoio do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). Do outro lado, Simone Tebet e Marina Silva integraram o campo de candidaturas apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo ex-ministro Fernando Haddad (PT).

As pesquisas de intenção de voto mostraram um cenário diferente daquele observado na corrida pelo governo estadual. Enquanto Tarcísio de Freitas manteve vantagem nas pesquisas para o Palácio dos Bandeirantes, a disputa pelas duas cadeiras do Senado permaneceu aberta até a reta final.

Disputa dividiu campo conservador

A eleição também foi marcada por uma disputa dentro do campo político de direita.

Ricardo Salles (Novo) manteve sua candidatura ao Senado durante a maior parte da campanha e fez críticas públicas a André do Prado, a quem acusava de representar o chamado Centrão.

A disputa provocou conflitos entre candidatos e chegou à Justiça Eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo aplicou multas a Salles durante a campanha por questões relacionadas à propaganda eleitoral e a conteúdos publicados contra André do Prado.

Seis dias antes da votação, Salles desistiu da candidatura e declarou apoio a Derrite e André do Prado.

Duas vagas estavam em disputa

Nas eleições de 2026, São Paulo elegeu dois senadores. A renovação ocorre porque, neste pleito, dois terços das 81 cadeiras do Senado Federal são renovados.

A eleição para o Senado é majoritária: os dois candidatos mais votados em cada estado são eleitos. O mandato dos senadores é de oito anos.

Com o resultado, Guilherme Derrite e André do Prado passam a representar São Paulo no Senado Federal a partir do início do novo mandato.

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Foto: Reprodução/Instagram

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Bruna Furlan reforça alinhamento com Tarcísio e André do Prado

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Candidata à reeleição para a Alesp, deputada afirma que se identifica com a direita e destaca filiação ao Republicanos e apoio ao governador de SP.

A deputada estadual Bruna Furlan (Republicanos), candidata à reeleição para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), reforçou seus apoios políticos para as eleições deste ano. Ao ser procurada pela reportagem, a parlamentar destacou sua filiação ao Republicanos e o apoio à reeleição do governador Tarcísio de Freitas.

“Sou do Republicanos, o mesmo partido do governador Tarcísio de Freitas. Nós estamos caminhando juntos em prol do Estado”, afirmou Bruna à reportagem.

A deputada também declarou apoio à candidatura do presidente da Alesp, André do Prado (PL), ao Senado.

“Estou apoiando o Tarcísio e toda coligação”, afirmou.

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Posicionamento

A manifestação de Bruna ocorre após a circulação de informações sobre seu posicionamento político. Questionada sobre as informações que circulam a respeito de seu posicionamento político, Bruna preferiu não comentar especificamente o conteúdo, mas reforçou sua filiação partidária e os apoios que declarou para a eleição.

A parlamentar disputa a reeleição para a Alesp e declarou apoio à reeleição de Tarcísio de Freitas ao governo paulista e à candidatura de André do Prado ao Senado.

A definição sobre posicionamentos e alianças eleitorais cabe aos próprios candidatos e partidos, enquanto o eleitor poderá avaliar as propostas, declarações e trajetórias apresentadas ao longo da campanha.

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Fotos: Bruna Furlan – Divulgação | Tarcísio de Freitas – Celso Tavares/G1 | Montagem: Hora SP

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Quaest: Derrite tem 16%, Marina 13% e Tebet 12% ao Senado

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Pesquisa ouviu 1.800 eleitores paulistas entre 19 e 22 de setembro; André do Prado aparece com 8%, enquanto 24% ainda estão indecisos.

O deputado federal Guilherme Derrite (PP) aparece com 16% das intenções de voto na disputa pelo Senado em São Paulo, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23). Marina Silva (Rede) tem 13% e Simone Tebet (PSB), 12%, formando o grupo dos três nomes mais citados no levantamento.

André do Prado (PL) aparece na sequência, com 8%. Salles (Novo) registra 3%.

Outros seis candidatos aparecem com 1% cada: Soninha Francine (Cidadania), Geraldo Rufino (Podemos), Dra. Eliana Ferreira (PSTU), Guto Schiavetto (Missão), Maíra de Souza (UP) e Marcio Alves (UP).

Wiiliam Teixeira (Agir), Ednelson Cesaretti (PCO), Weller Gonçalves (PSTU) e Petter Maahs (PCB) não pontuaram no levantamento.

Como a eleição para o Senado em 2026 oferece duas vagas por estado, a pesquisa considera as menções dos eleitores para a primeira e a segunda escolha.

Indecisos

O levantamento mostra que 24% dos eleitores ainda não sabem em quem votar. Outros 18% afirmam que pretendem votar em branco ou nulo ou que não irão votar.

O percentual de indecisos caiu dois pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, quando estava em 26%. A parcela de brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar passou de 19% para 18%.

Variação em relação à pesquisa anterior

Guilherme Derrite passou de 14% para 16%, enquanto Marina Silva oscilou de 14% para 13%. Simone Tebet manteve os 12% registrados na rodada anterior.

André do Prado passou de 7% para 8%, e Salles permaneceu com 3%. Marcio Alves oscilou de 0% para 1%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 22 de setembro com 1.800 eleitores de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo SP-02456/2026.

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Foto: Fernando Frazão/ABR

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Senado em SP: veja quem são os 14 candidatos às duas vagas

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São Paulo terá duas cadeiras em disputa nas eleições de outubro; eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado

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São Paulo terá 14 candidatos na disputa por duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. O prazo para registro das candidaturas terminou no sábado (15), e a votação do primeiro turno está marcada para 4 de outubro.

Diferentemente da eleição para governador e presidente, em que o eleitor escolhe apenas um nome no primeiro turno, neste ano os paulistas deverão votar em dois candidatos ao Senado.

A disputa ocorre em um dos maiores colégios eleitorais do país. São Paulo reúne cerca de 34,1 milhões de eleitores, o equivalente a 21,48% do eleitorado brasileiro, segundo dados compilados pelo Poder360.

Quem são os candidatos

Os 14 nomes registrados para a disputa são:

  • André do Prado (PL)
  • Dra. Eliana Ferreira (PSTU)
  • Ednelson Cesaretti (PCO)
  • Geraldo Rufino (Podemos)
  • Guilherme Derrite (PP)
  • Maíra de Souza (UP)
  • Márcio Alves (UP)
  • Marina Silva (Rede)
  • Petter Maahs (PCB)
  • Ricardo Salles (Novo)
  • Simone Tebet (PSB)
  • Soninha Francine (Cidadania)
  • Weller Gonçalves (PSTU)
  • William Teixeira (Agir)

A relação foi divulgada após o encerramento do prazo para registro das candidaturas. As informações apresentadas à Justiça Eleitoral são de responsabilidade dos candidatos e dos partidos e ainda podem sofrer alterações em razão de eventuais questionamentos judiciais.

Disputa reúne nomes conhecidos da política paulista

A corrida pelas duas cadeiras reúne políticos com trajetórias distintas e diferentes posicionamentos no espectro político.

Entre os nomes de maior projeção estão a ex-ministra Simone Tebet, candidata pelo PSB, a ministra Marina Silva, da Rede, o deputado federal Guilherme Derrite, do PP, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, do PL, e o deputado federal Ricardo Salles, do Novo.

Também concorrem nomes com atuação em diferentes áreas políticas e sociais, ampliando o número de alternativas oferecidas ao eleitor paulista.

Eleitor terá dois votos para o Senado

Em 2026, dois terços do Senado Federal serão renovados. Ao todo, 54 das 81 cadeiras estarão em disputa, com duas vagas destinadas a cada unidade da Federação.

Em São Paulo, os dois candidatos mais votados serão eleitos para mandatos de oito anos.

Por isso, o eleitor paulista deverá prestar atenção à segunda escolha na urna. Será necessário votar em dois nomes diferentes para o Senado.

A propaganda eleitoral já está liberada desde domingo (16), conforme o calendário das eleições de 2026.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Tarcísio reafirma apoio à pré-candidatura de André do Prado ao Senado durante agenda em Barueri

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Durante a inauguração das obras de ampliação das marginais da Rodovia Castello Branco, em Barueri, o governador Tarcísio de Freitas reafirmou seu apoio à pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado, ao Senado Federal.

Em seu discurso, o governador destacou a atuação de André do Prado à frente da Alesp, elencou qualidades do parlamentar e afirmou que ele será um importante representante de São Paulo no Senado caso confirme a candidatura e seja eleito.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Elvis Cezar se reúne com cúpula do PL e amplia articulação política em SP

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O prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar, participou nesta segunda-feira (30) de uma reunião estratégica com lideranças do Partido Liberal (PL) em São Paulo, em um movimento que reforça sua articulação política no cenário estadual e amplia sua influência na região metropolitana.

O encontro ocorreu na sede do partido e contou com a presença do presidente estadual do PL, José Tadeu Candelária, e do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), deputado André do Prado. Também participou o ex-deputado estadual Cezar.

A reunião sinaliza aproximação entre a gestão municipal de Santana de Parnaíba e a cúpula do partido no estado, em um momento em que lideranças locais buscam fortalecer alianças e ampliar espaço político. Nos bastidores, o gesto é interpretado como parte de uma estratégia para consolidar protagonismo regional e abrir caminhos para projetos futuros.

Segundo informações ligadas ao grupo político do prefeito, o diálogo com lideranças estaduais reforça o posicionamento de Santana de Parnaíba como um dos polos administrativos relevantes da Grande São Paulo. A gestão municipal tem sido destacada por iniciativas que ganharam visibilidade em nível nacional, o que contribui para ampliar o capital político da atual administração.

Analistas políticos da região avaliam que o encontro também evidencia o avanço da influência de Elvis Cezar no cenário local, indicando um processo de consolidação de liderança. Para especialistas, a aproximação com figuras de peso do partido tende a fortalecer o grupo político que hoje comanda a cidade.

O movimento ocorre em meio a um cenário de intensificação das articulações políticas no estado, com lideranças municipais buscando maior alinhamento com partidos e atores estratégicos de olho nos próximos ciclos eleitorais.

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Tarcísio banca Ramuth como vice e ignora pressão do PL

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidiu manter o vice-governador Felício Ramuth (PSD) em sua chapa à reeleição, mesmo diante da pressão do PL para ocupar o posto. A definição, segundo aliados, já está consolidada no núcleo do governo, embora ainda dependa de ajustes partidários.

O principal impasse envolve o futuro de Ramuth no PSD. O presidente da sigla, Gilberto Kassab — também secretário de Governo — demonstrou interesse na vaga de vice, o que abriu uma disputa interna. Interlocutores afirmam que Kassab pode dificultar a permanência de Ramuth no partido após ser preterido.

Pessoas próximas ao governador relatam que houve desgaste na relação entre Ramuth e Kassab, o que torna incerta a permanência do vice na legenda. O entorno de Ramuth, por sua vez, nega qualquer conflito e sustenta que ele pretende seguir no PSD.

Nos bastidores, Tarcísio e Kassab devem se reunir nos próximos dias para tentar um acordo que mantenha o partido na vice, desde que Ramuth permaneça na função. Caso isso não ocorra, o destino mais provável do vice-governador é o MDB, aliado da atual gestão e sem pré-candidato próprio ao Senado. O próprio Tarcísio deve participar das articulações para uma eventual mudança de sigla.

A relação entre o governador e Kassab também sofreu abalos recentes, em meio a divergências sobre a condução política do PSD no estado.

Outro fator de tensão é a investigação que envolve Ramuth por suposta lavagem de dinheiro em Andorra, revelada em fevereiro. O vice nega irregularidades e afirma ter prestado esclarecimentos às autoridades. Aliados chegaram a especular que o vazamento da informação teria motivação política, hipótese sem confirmação.

Apesar do episódio, Tarcísio minimizou o impacto do caso na formação da chapa. “Fofoca antes de eleição sempre tem”, afirmou à imprensa na ocasião. Desde o fim de 2025, o governador já demonstrava preferência por manter Ramuth como vice.

A escolha é considerada estratégica. A expectativa entre aliados é que Tarcísio dispute a Presidência da República em 2030. Nesse cenário, o vice assumiria o governo estadual meses antes da eleição, tornando-se candidato natural à sucessão.

No PL, a decisão frustrou o plano de emplacar o presidente da Assembleia Legislativa, deputado André do Prado, como vice. O nome era defendido pelo presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, e chegou a mobilizar parlamentares da Alesp em um abaixo-assinado. A iniciativa, porém, foi vista por interlocutores do governo como pressão indevida.

Com a manutenção de Ramuth, integrantes do PL passaram a considerar André do Prado como possível candidato ao Senado em 2026. Pelo acordo entre partidos da base, Tarcísio indicaria um nome — o deputado federal Guilherme Derrite (PP) —, enquanto a outra vaga poderia ficar com o grupo ligado a Jair Bolsonaro.

Sem previsão de retorno ao Brasil, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) deve indicar um substituto. Entre os nomes ventilados estão o deputado federal Mario Frias (PL) e o coronel Mello Araújo (PL), atual vice-prefeito de São Paulo.

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Foto: Pablo Jacob/GESP | *Matéria com informações Folha de S. Paulo

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Tarcísio avalia nomes para vice em 2026 e disputa entre Felício, Kassab e André do Prado se intensifica

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Interlocutores do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontam o atual vice-governador, Felício Ramuth (PSD), como o nome mais provável para compor a chapa à reeleição em 2026, embora a definição ainda não tenha sido formalizada. De acordo com apuração da revista Veja, Felício estaria preparado para diferentes cenários e, caso não seja mantido como vice, não pretende disputar outro cargo nem concorrer ao Legislativo, permanecendo filiado ao PSD.

Nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes, outro nome que segue em articulação é o do secretário de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. Segundo fontes do alto escalão estadual, Kassab trabalha com a hipótese de integrar a chapa como vice já de olho em 2030, quando poderia se credenciar como opção ao governo paulista. A indefinição sobre a composição tem provocado desgaste na relação entre Kassab e Felício, ambos do mesmo partido, segundo relatos de aliados.

Também é citado como potencial vice o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), aliado do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. De acordo com fontes do governo, André tem se movimentado para viabilizar seu nome e acompanha com frequência a agenda pública do governador. A aliados, o deputado afirma estar pronto para assumir a “missão”, caso seja o escolhido.

Integrantes do núcleo político de Tarcísio, porém, avaliam que o PL já estaria contemplado no cenário nacional com o apoio do governador à candidatura de Flávio Bolsonaro, o que reduziria a pressão por uma vaga na chapa estadual. Nesse contexto, a manutenção de Felício Ramuth ou a entrada de Kassab como vice permanecem como as principais alternativas em análise.

A decisão final sobre a composição da chapa deve ficar para mais adiante, mas o debate já expõe disputas internas e cálculos estratégicos que envolvem não apenas a eleição de 2026, como também a sucessão ao governo paulista em 2030.

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Foto: João Valério/GESP | *Texto com informações Revista Veja

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Indicado de Tarcísio de Freitas para o Tribunal de Contas do Estado passa por sabatina na Alesp

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O controlador-geral do Estado de São Paulo, Wagner de Campos Rosário, foi sabatinado nesta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa, após ser indicado pelo governador Tarcísio de Freitas para ocupar uma cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP).

Rosário, de 49 anos, é natural de Juiz de Fora (MG) e tem trajetória de mais de duas décadas no serviço público. Auditor de carreira da Controladoria-Geral da União (CGU), comandou o órgão como ministro entre 2017 e 2022 e, desde o ano passado, dirige a Controladoria-Geral do Estado (CGE-SP).

Durante a sabatina, realizada no Plenário Juscelino Kubitschek e conduzida pelo presidente da Casa, deputado André do Prado, os parlamentares avaliaram os requisitos constitucionais para o cargo, que incluem idoneidade moral, reputação ilibada e conhecimentos técnicos em áreas como direito, contabilidade, economia e administração pública.

Deputados de diferentes bancadas questionaram o indicado sobre sua atuação passada e sua postura futura no TCESP. Donato (PT) destacou críticas recebidas por Rosário durante sua gestão na CGU, relacionadas à transparência e ao combate à corrupção, e cobrou garantias de independência na fiscalização do governo estadual.

Em resposta, Rosário afirmou que sua experiência o credencia para o cargo e reforçou seu compromisso com a transparência: “Tratamos pouco no Brasil sobre temas como conflito de interesses, mas é um compromisso que nós assumimos. Temos um papel com a transparência”, declarou.

Outros parlamentares, como Caio França (PSB) e Alex de Madureira (PL), levantaram questões sobre cortes de recursos estaduais e sobre o perfil que o futuro conselheiro deverá adotar no Tribunal — mais orientador ou punitivo. Rosário defendeu um papel pedagógico da Corte de Contas: “A maioria esmagadora dos gestores querem fazer o bem e não é fácil, devido às dificuldades que temos e cidades com características completamente diferentes. Nosso papel é trabalhar para trazer informação e orientação para evitar as sanções”, afirmou.

Caso tenha o nome aprovado, Wagner de Campos Rosário passará a integrar o colegiado responsável por fiscalizar a aplicação dos recursos públicos estaduais e julgar as contas de gestores e entidades.

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Foto: Bruna Sampaio/Alesp

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Alesp homenageia decano do TCE-SP, Roque Citadini, com Colar de Honra ao Mérito Legislativo

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A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) realizou, nesta quinta-feira (14), uma Sessão Solene em homenagem ao presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), Antonio Roque Citadini. A iniciativa partiu do deputado Barros Munhoz (PSDB) e contou com a entrega do Colar de Honra ao Mérito Legislativo, a mais alta honraria concedida pelo parlamento paulista.

Citadini integra o TCE desde abril de 1988 e já presidiu a Corte em seis mandatos (1991, 1998, 2007, 2013, 2019 e 2025). O conselheiro deve se aposentar ainda este ano.

Durante a cerimônia, o presidente da Alesp, André do Prado, destacou a trajetória de Citadini. “Sua carreira é marcada pela competência técnica, integridade e compromisso inabalável com a correta aplicação do dinheiro público. Sua liderança se destaca pela ética e defesa do interesse coletivo”, afirmou.

O deputado Barros Munhoz relembrou a votação que aprovou o nome de Citadini para o TCE e disse se sentir honrado pela homenagem: “É uma pessoa que cultua o bom, o difícil e a justiça. Posso dizer em alto e bom som que votei pela nomeação de Roque Citadini e não me arrependo”.

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), desembargador Fernando Antonio Torres Garcia, também ressaltou a importância do homenageado. “Roque sempre agiu de forma a promover o respeitoso relacionamento institucional entre as cortes, o que trouxe grandes resultados para a sociedade”, afirmou.

Em agradecimento, Citadini reforçou a relevância da cooperação entre as instituições. “Espero que a Assembleia continue a ter uma relação perfeita com o Tribunal de Contas”, disse.

A solenidade contou com a presença de parlamentares, prefeitos, vice-prefeitos, servidores, familiares e amigos do homenageado. Também participaram os conselheiros do TCE-SP Cristiana de Castro Moraes, Dimas Ramalho, Renato Martins Costa, Marco Bertaiolli, Maxwell Borges de Moura Vieira e Silvia Monteiro.

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Foto: Rodrigo Costa/Alesp

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