Homem abandona moto com placa coberta durante fuga em Jandira

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Uma ocorrência que começou com uma denúncia de pessoas armadas terminou com a apreensão de uma motocicleta com a placa parcialmente coberta e o registro de desacato e ameaça contra policiais militares em Jandira. O caso aconteceu na tarde deste domingo (13), na região da Vila Ouro Verde.

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Segundo a Polícia Militar, equipes da 4ª Companhia do 20º BPM/M foram acionadas pelo COPOM para verificar a denúncia de indivíduos armados com arma de fogo na Rua Dom Pedro I.

No local, os policiais encontraram uma concentração de motociclistas. Ao perceberem a chegada das equipes, parte do grupo fugiu.

Durante a fuga, um dos envolvidos abandonou uma motocicleta que estava com a placa parcialmente coberta por um plástico preto e tentou se esconder dentro de uma residência.

Com apoio do Comando de Grupo Patrulha, os policiais realizaram diligências no imóvel. Três homens e uma mulher saíram da residência carregando uma bolsa e foram abordados.

De acordo com a PM, durante a abordagem um dos homens se recusou a obedecer às ordens dos policiais e tentou impedir a averiguação da bolsa. A corporação informou que foi necessário utilizar força moderada para realizar os procedimentos de segurança.

Ainda segundo a polícia, a proprietária do imóvel passou a desacatar os agentes e a fazer ameaças verbais contra o policial responsável pela equipe.

Os envolvidos, a motocicleta e os objetos relacionados à ocorrência foram encaminhados ao Distrito Policial de Jandira, onde a autoridade policial registrou o caso.

Após os procedimentos, os envolvidos foram liberados.

A ocorrência foi registrada por suspeitas de desacato, ameaça e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. A dinâmica e as circunstâncias dos fatos serão apuradas pelas autoridades competentes.

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Foto: Divulgação/20º BPM/M

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SP teve 84 mil mulheres atendidas por unidades especializadas em 2025

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Unidades especializadas da Polícia Civil atenderam 84.103 mulheres em São Paulo ao longo de 2025, segundo o 10º Diagnóstico Nacional das Unidades de Polícia Civil Especializadas no Atendimento às Mulheres, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em todo o país, foram registrados 782.474 atendimentos, envolvendo casos como ameaça, lesão corporal, injúria, importunação sexual, estupro e feminicídio, entre outras ocorrências.

O levantamento contabilizou 329.451 vítimas atendidas nas unidades especializadas. O número de atendimentos é maior porque uma mesma mulher pode procurar os serviços mais de uma vez.

Os dados foram compilados a partir de informações de 530 das 585 unidades especializadas existentes no país, entre Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deams) e outros modelos de atendimento.

Sudeste concentra quase metade das vítimas

A Região Sudeste concentrou 125.769 vítimas, o equivalente a 47,8% do total nacional. São Paulo aparece na liderança entre os estados, com 84.103 mulheres atendidas.

Na sequência aparecem o Nordeste, com 53.067 vítimas; o Centro-Oeste, com 43.662; o Sul, com 21.087; e o Norte, com 19.712.

O diagnóstico foi divulgado no contexto dos 20 anos da Lei Maria da Penha e também apresenta um panorama da estrutura utilizada pela Polícia Civil para atender mulheres vítimas de violência.

Ameaça lidera registros

Entre os tipos de ocorrência registrados pelas unidades especializadas em 2025, a ameaça aparece em primeiro lugar, com 148.544 registros. Na sequência estão lesão corporal, com 99.473, e injúria, com 88.739.

O levantamento também aponta crescimento expressivo de determinados tipos de violência em relação à edição anterior, que teve 2023 como ano-base.

Os registros de perseguição chegaram a 52.855, aumento de 44,3%. Já os casos de violência psicológica somaram 23.911, alta de 49,7%.

Mais de 300 mil medidas protetivas foram solicitadas

Os atendimentos realizados pelas unidades especializadas resultaram em 302.626 pedidos de medidas protetivas de urgência em 2025.

Segundo o diagnóstico, 118.672 medidas foram concedidas, sendo que 74,2% delas correspondem à maioria das medidas concedidas, conforme os dados apresentados no levantamento.

O estudo também registrou 38.214 descumprimentos de medidas protetivas por parte dos agressores.

As unidades especializadas da Polícia Civil começaram a ser implantadas no Brasil em 1985, com a criação da primeira Delegacia Especializada no Atendimento às Mulheres, na região central de São Paulo.

Atualmente, são 585 unidades, com cerca de 6.200 profissionais, entre delegados, agentes, escrivães, psicólogos e assistentes sociais.

80% das unidades não funcionam 24 horas

Apesar da expansão da estrutura especializada, o diagnóstico aponta limitações no atendimento.

Segundo o levantamento, 80% das unidades não funcionam 24 horas, o que restringe o acesso das vítimas ao serviço especializado fora do horário de expediente.

Entre as principais carências apontadas pelas próprias unidades estão a insuficiência de recursos para investigação, mencionada por 57% delas, a falta de viaturas, citada por 46%, e a falta de materiais de menor potencial ofensivo, apontada por 40%.

Os dados mostram, portanto, que a ampliação da rede de atendimento ainda convive com desafios relacionados à estrutura e à capacidade operacional das unidades especializadas em todo o país.

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Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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GCM prende suspeito armado após agressão e ameaça contra mulher em Santana de Parnaíba

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A Guarda Civil Municipal (GCM) de Santana de Parnaíba prendeu um homem suspeito de agredir e ameaçar de morte a companheira durante a madrugada desta quinta-feira (4).

As equipes foram acionadas após uma denúncia de violência doméstica e encontraram a vítima abrigada na portaria de um condomínio. Segundo a GCM, a mulher apresentava ferimentos na cabeça no momento do atendimento.

Homem foi encaminhado para a Delegacia da
Mulher de Barueri. | Foto: Divulgação/PMSP

Suspeito tentou fugir

De acordo com o relato da vítima, o agressor teria deixado o local e retornaria armado para continuar as ameaças. Ao perceber a chegada das equipes, o suspeito tentou fugir, mas foi acompanhado e detido pelos guardas municipais.

Durante a perseguição, ele teria descartado um revólver calibre 38 com seis munições intactas. A arma possuía numeração suprimida, segundo a corporação.

Foto: Divulgação/PMSP

Caso foi encaminhado à DDM

Após a prisão, o homem foi levado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barueri.

Ele permaneceu à disposição da Justiça e deverá responder por ameaça no contexto de violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

A vítima recebeu atendimento e o caso seguirá sob investigação das autoridades competentes.

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Imagens: Divulgação/Redes Sociais/PMSP

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