Agricultores familiares podem vender produção à Prefeitura de Osasco; edital já está aberto

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A Prefeitura de Osasco abriu chamamento público para selecionar agricultores familiares interessados em participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra por Doação Simultânea (CDS). O edital 001/2025 é conduzido pela Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional, Sustentabilidade e Inovação Social (SESAN) e tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar, gerar renda no campo e ampliar o acesso a alimentos de qualidade para famílias em situação de vulnerabilidade.

A iniciativa integra a Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades – Alimenta Cidades, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Osasco foi contemplada pela segunda vez para executar o programa, em reconhecimento ao engajamento do município e à atuação ativa no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).

Poderão se inscrever agricultores familiares que possuam CAF/DAP e estejam enquadrados no PRONAF. Ao todo, serão selecionados 34 produtores individuais, com reserva de 50% das vagas para mulheres e exigência de que 60% estejam inscritos no CadÚnico. Cada unidade familiar poderá comercializar até R$ 15 mil por ano, conforme a legislação. O investimento total previsto é de R$ 500 mil, com recursos federais.

Em Osasco, os alimentos adquiridos serão recebidos pelo Banco de Alimentos do município, referência nacional no combate ao desperdício e na promoção da educação alimentar. A distribuição atenderá Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e famílias previamente cadastradas, ampliando a rede de proteção social e contribuindo para o enfrentamento da insegurança alimentar.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente por e-mail ([email protected]), até 11 de janeiro de 2026, às 23h59. As regras, documentos exigidos e o cronograma completo estão disponíveis na Imprensa Oficial do Município de Osasco (IOMO), edição nº 2937, de 10 de dezembro de 2025.

Para o secretário executivo de Segurança Alimentar e Sustentabilidade, João Perez, o chamamento reforça a política pública de inclusão produtiva. “O PAA, em parceria com o Governo Federal, garante renda ao agricultor familiar e amplia o acesso à alimentação adequada para quem mais precisa”, afirmou.

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Foto: Fernanda Cazarini/PMO

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Morango do Amor viraliza e dispara vendas de produtores rurais em SP

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A febre do “morango do amor” – uma versão adaptada da tradicional maçã do amor – conquistou as redes sociais e está movimentando a economia rural do interior paulista. O doce, que utiliza morangos graúdos cobertos por uma camada de calda caramelizada, já impacta diretamente o mercado agrícola do estado, especialmente na região de Campinas.

Segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, a produção de morangos na região cresceu 14,2% entre 2023 e 2024. No ano passado, Campinas registrou 3,2 mil toneladas de morango, ficando atrás apenas da região de Sorocaba, que liderou com 4,7 mil toneladas.

O agricultor João Vicente Cordeiro, que cultiva morangos em Jarinu desde 1989, destaca o aumento da demanda.

“O morango do amor é novidade para mim. Tenho recebido encomendas de morangos selecionados, o que ajuda na distribuição da produção. A planta tem uma boa durabilidade, o que facilita o trabalho”, afirma.

João Vicente na colheita do morango; ele trabalha com a fruta desde os anos 1980. Foto: Divulgação/GESP

Com a popularização do doce, produtores precisam atender um público mais exigente, que busca morangos maiores e uniformes para a receita.

“Os agricultores estão colhendo mais rapidamente para atender os comerciantes. O morango do amor abriu um nicho temporário de mercado, que exige seleção mais rigorosa da fruta”, explica André Barreto, extensionista da Diretoria de Assistência Técnica Integrada (CATI) de Jarinu.

O fenômeno mostra como tendências nas redes sociais podem impactar a produção agrícola e abrir novas oportunidades de negócios para o campo.

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Fotos: Divulgação/GESP

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Aumento da temperatura vai afetar a produção de feijão no Brasil

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Até 2050, o Brasil precisa aumentar em 44% a produção nacional de feijão para atender a demanda do mercado. Isso significa 1,5 milhão a mais por ano. É o que mostra pesquisa desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pela Universidade de São Paulo.

Mas, para dificultar essa tarefa, os produtores terão de enfrentar uma elevação na temperatura de até 2,8ºC nas próximas duas décadas, prevista pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas

A região Centro-Oeste e os estados de Minas Gerais e da Bahia podem ser as áreas mais afetadas, e podem inclusive ter que alterar o calendário para plantio.

Segundo Alexandre Bryan, pesquisador da Embrapa, a concentração de gás carbônico prejudica, especialmente, a fase reprodutiva da lavoura, impedindo a formação de vagens e grãos de feijão. Por isso, a tendência é cair a produtividade nos próximos anos. Mas os produtores podem se adaptar às novas condições plantio com a escolha de grãos mais resistentes. “O feijão tipo preto apresenta uma tolerância maior a situações adversas. Então, quer dizer, a gente sabe que o preto sobressai em algumas condições. Então, tem diferença entre os tipos de feijão. A questão toda é que o mercado é restrito. Feijão preto, basicamente, é consumido no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro e, no resto do Brasil, é o carioca e esse é um problema”.

Alexandre Bryan destaca também que a queda de produtividade e aumento de demanda é um assunto que deve passar por políticas públicas, tanto em relação ao investimento em pesquisa para a geração de plantas mais adaptadas, quanto em relação à agricultura familiar. “Então, é interessante ter uma política pública para a agricultura familiar, na qual ela possa produzir feijão em conjunto com outras culturas, ou em rotação com outras culturas, tendo também floresta no meio, tendo um planejamento que tenha diversidade. Porque se você tem diversidade tem maior, tem também maior sustentabilidade. A gente sabe que diversidade diminui, é uma forma minimizar o impacto das mudanças climáticas.”

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, hoje, a produção anual de feijão no país é de R$ 12 bilhões por ano, chegando a 2,8 milhões toneladas.

Leia também: Tarcísio proíbe equipe de falar sobre chances de ele concorrer à Presidência


Fonte: Ag. Brasil – Foto: CNA/Wenderson Araujo/Trilux

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Agricultura Urbana de Osasco produz mais de 100 toneladas de alface crespa por ano

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O Departamento de Economia Solidária da Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda (SETRE), da Prefeitura de Osasco, mantém 16 hortas que fazem parte do Projeto Agricultura Urbana, conceito que une a geração de trabalho e renda e a manutenção de áreas antes degradadas do ponto de vista ambiental.

As hortaliças cultivadas nessas hortas são livres de agroquímicos e vendidas direto do pequeno produtor para o consumidor final. A renda dos canteiros é 100% dos agricultores, cabendo à SETRE a incubação desses empreendedores, o fornecimento dos insumos e a disponibilização dos locais para plantio. Atualmente, o projeto gera diretamente trabalho e renda para cerca de 60 famílias.

Para se ter uma ideia do tamanho do projeto de Agricultura Urbana, nos canteiros dessas hortas são produzidos, em média, mais de 132 toneladas de alface crespa por ano, 127 toneladas de couve, 88 toneladas de rúcula e 66 toneladas de escarola. Somente nesses quatro tipos de hortaliças, que são as mais produzidas nas 16 hortas juntas, somam-se 413 mil quilos de alimentos.

No entanto, a produção conta ainda com o cultivo de salsinha, cebolinha, coentro, repolho, ora-pro-nóbis, azedinha, chuchu, quiabo, tomate, pimentão, peixinho, entre outras.

Visando ampliar o Projeto Agricultura Urbana, que já conta com 16 hortas, à SETRE pretende implantar seis novas hortas na cidade em 2023, beneficiando, diretamente, com trabalho e renda, mais 20 famílias, além das 60 que já fazem parte da ação. Dessas seis novas hortas, quatro já fazem parte do chamado “Eixo Verde”, um “corredor” de grandes hortas que será implantado na zona Norte, entre o Jardim Piratininga e o Canaã, iniciando próximo à Creche Mundo da Criança, e terminando no Centro Popular de Comércio, que também faz parte do projeto e que será ponto de comercialização da produção do Eixo Verde da região.

Leia também:


Fonte: SECOM-Osasco

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Osasco entrega a 16ª Horta da Agricultura Urbana

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As ações de políticas públicas voltadas para a geração de emprego, trabalho e renda em Osasco, implantadas pela atual administração, têm transformado a vida de milhares de pessoas. É o que acontece com os agricultores que fazem parte do projeto “Agricultura Urbana”, do Departamento de Economia Solidária, da Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda (SETRE). Na quinta-feira, 7/4, a Prefeitura entregou a 16ª Horta Urbana, instalada na Rua Calixto Barbieri, 129, no IAPI, e que vai beneficiar diretamente 7 famílias e indiretamente inúmeras outras.

Medindo 2.500 m², a horta é sustentável e cultiva diversas hortaliças, sem agroquímicos, com produção vendida e renda revertida 100% para os trabalhadores locais. Nesta horta, o munícipe da região encontra coentro, pimentão, rúcula, alfaces roxa, crespa e mimosa, couve e salsinha, tudo fresquinho e a preços acessíveis.

O prefeito Rogério Lins parabenizou todos os envolvidos em mais essa importante entrega. “A SETRE tem se destacado nas mais diversas frentes, transformando projetos em sonhos, como esse que vemos da 16ª horta. Antes, um espaço que não era utilizado agora é um espaço bem estruturado, sustentável. Quanto mais oportunidades tivermos de fazer políticas públicas que promovam renda para as famílias e melhorias ao meio ambiente, nós não mediremos esforços para fazer”, disse Lins.

O secretário de Emprego, Trabalho e Renda, Gelso Lima, disse que a meta da pasta é entregar 100 horas urbanas. “Nossa meta é ousada. Mas esse serviço transforma vidas, e transforma também os espaços urbanos. Cada depoimento que recebemos de nossos agricultores são relatos incríveis e motivadores para seguirmos em frente. Este local só tinha mato, era um terreno improdutivo. Mas o trabalho dos agricultores foi incrível e em menos de 30 dias, o local foi transformado. É como se diz no interior, ‘agarrar um touro à unha’, porque a dificuldade foi grande, mas o resultado é inacreditável. Agradeço ao prefeito por confiar no nosso trabalho”, ressaltou Gelso.

Confira abaixo o endereço de todas as hortas urbanas de Osasco:

  • Horta Alimentos – Avenida Pedro Pinho, 1.340 – Jardim Pestana
  • Horta Estufa – Rua Nossa Senhora do Rosário, 506 – Km 18
  • Horta Maná – Rua Antônio Russo, 657 – Jardim Roberto
  • Horta Chico Mendes – Rua Lázaro Suave, 15 – City Bussocaba
  • Horta Vicentina – Rua Arlindo João Salgado, 2 – Jardim Vicentina
  • Horta Audax I– Rua Magnólia, 37 – Vila Yolanda
  • Horta Audax II– Rua Acácia, 475 – Vila Yolanda
  • Horta Cantinho Verde – Rua Calixto Barbieri, 1 – Canaã
  • Horta CAPS – Rua Anhanguera, 348 – Jardim Piratininga
  • Horta Simpatia – Rua Rubi, 17 – Mutinga
  • Horta Modelo – Avenida João Del Papa, 580 – IAPI
  • Horta Cheirinho Verde – Rua Fortunato Pulherini, 81 – Mutinga
  • Horta Passaredo I – Avenida Passaredo, 13 A – Jardim Aliança
  • Horta Passaredo II– Avenida Passaredo, 13 B – Jardim Aliança
  • Horta Morada dos Sonhos – Rua Morada dos Sonhos, em frente 63- Jardim Vicentina
  • Horta Nova Vida – Rua Calixto Barbieri, 129 – IAPI

Por Olga Liotta/SECOM-Osasco – Foto: Marcelo Deck/SECOM-Osasco

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