Estupros sobem 13% em São Paulo e passam de 1,3 mil casos em abril

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O estado de São Paulo registrou aumento nos casos de estupro, agressões contra mulheres e descumprimento de medidas protetivas durante o mês de abril. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) e apontam crescimento em diversos indicadores de violência.

Segundo o levantamento, foram registrados 1.328 casos de estupro no estado em abril deste ano. O número representa alta de 13% em relação ao mesmo período de 2025, quando houve 1.174 ocorrências.

Os dados também mostram avanço nos registros de violência doméstica e agressões físicas contra mulheres.

Agressões contra mulheres cresceram 24%

Os casos de lesão corporal dolosa contra mulheres chegaram a 6.508 registros em abril.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 24%, o equivalente a 1.268 ocorrências a mais.

Outro indicador que apresentou crescimento significativo foi o descumprimento de medidas protetivas de urgência.

Segundo a SSP, foram contabilizados 2.345 registros em abril deste ano, ante 1.899 no mesmo período de 2025, uma alta de 23,5%.

Feminicídios permanecem estáveis

Os casos de feminicídio apresentaram estabilidade no estado.

Em abril, 20 mulheres foram vítimas do crime, contra 21 no mesmo mês do ano passado.

Apesar disso, as tentativas de homicídio contra mulheres aumentaram de 97 para 120 casos, crescimento de 23,7% na comparação anual.

Homicídios também registraram aumento

Os homicídios dolosos, quando há intenção de matar, passaram de 197 para 202 ocorrências em abril.

O número de vítimas subiu de 204 para 210 no mesmo período.

Os dados fazem parte das estatísticas criminais divulgadas mensalmente pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e servem de base para o monitoramento dos índices de violência no estado.

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Operação em SP mira ONG ligada à produtora de filme sobre Bolsonaro

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta segunda-feira (1º) a Operação Wi-Fi Livre, que investiga suspeitas de irregularidades em um contrato de R$ 108 milhões firmado para a implantação de internet gratuita em comunidades da capital paulista.

O principal alvo da operação é o Instituto Conhecer Brasil, organização não governamental responsável pela execução do projeto. A entidade pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, ligada à produtora Go UP.

Segundo as investigações conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, há suspeitas relacionadas tanto à contratação quanto à execução dos serviços previstos no acordo firmado com a Prefeitura de São Paulo.

Investigação aponta notas fiscais irregulares

De acordo com os investigadores, o contrato previa a instalação de 5 mil pontos públicos de acesso à internet em regiões periféricas da capital no prazo de 12 meses.

Até o momento, segundo os órgãos responsáveis pela apuração, cerca de 3.200 pontos teriam sido efetivamente implantados.

A investigação também aponta que a ONG apresentou aproximadamente R$ 16,5 milhões em notas fiscais consideradas irregulares para justificar despesas vinculadas ao contrato.

Mandados são cumpridos em empresas e órgãos públicos

Ao todo, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão.

As diligências ocorrem no Instituto Conhecer Brasil, em empresas que teriam sido subcontratadas para a execução do projeto e também em setores da administração municipal.

Os investigadores buscam documentos físicos e digitais, contratos, prestações de contas, equipamentos eletrônicos e registros financeiros relacionados ao programa.

Prefeitura diz que colabora com investigação

Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que o contrato foi celebrado dentro dos princípios da legalidade, transparência e economicidade.

A administração municipal também informou que está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação.

Até o momento, não há informação sobre prisões ou denúncias formais decorrentes da operação.

Caso segue em apuração

A Operação Wi-Fi Livre busca esclarecer se houve irregularidades na execução dos recursos públicos destinados à ampliação do acesso gratuito à internet em comunidades da cidade.

Os materiais apreendidos serão analisados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, que darão continuidade às investigações.

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Polícia apreende quase 600 kg de drogas em ônibus e prende três estrangeiros no interior de SP

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Uma operação da Polícia Militar Rodoviária resultou na apreensão de quase 600 quilos de drogas transportadas em um ônibus de turismo abordado em Palmital, no interior de São Paulo. Três homens estrangeiros foram presos em flagrante suspeitos de serem os responsáveis pela carga.

A abordagem ocorreu no sábado (30), durante uma fiscalização da Operação Impacto realizada pelo Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) em uma praça de pedágio da região.

Segundo a polícia, o ônibus havia saído de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, e seguia para a capital paulista.

Drogas estavam escondidas no bagageiro

Durante a vistoria no compartimento de bagagens, os policiais encontraram 13 pacotes de skunk, droga conhecida popularmente como “supermaconha”, além de 22 sacolas contendo folhas de coca.

O material apreendido totalizou quase 600 quilos, de acordo com a corporação.

Após a localização da carga, os policiais identificaram três passageiros estrangeiros como responsáveis pelas bagagens onde os entorpecentes estavam armazenados.

Suspeitos foram presos em flagrante

Os três homens foram encaminhados para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Assis, onde permaneceram presos à disposição da Justiça.

Toda a droga apreendida foi encaminhada para perícia.

O caso foi registrado como tráfico de drogas e será investigado pelas autoridades competentes.

O que é o skunk

O skunk é uma variedade de cannabis com concentração mais elevada de substâncias psicoativas em comparação à maconha tradicional. Por esse motivo, costuma receber o apelido de “supermaconha” em operações policiais e investigações sobre tráfico de drogas.

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Polícia descobre fábrica de dinheiro falso e apreende mais de R$ 84 mil no interior de SP

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Dois homens, de 24 e 25 anos, foram presos após a Polícia Militar localizar uma fábrica clandestina de notas falsas em uma residência no bairro Santa Felícia, em São Carlos, no interior de São Paulo. No local, os policiais apreenderam mais de R$ 84 mil em cédulas falsificadas e diversos equipamentos utilizados na produção do material.

A operação foi realizada por equipes da Força Tática na quinta-feira (28), após uma denúncia anônima recebida pelo Disque Denúncia 181.

Segundo a Polícia Militar, ao perceberem a chegada das equipes, os suspeitos tentaram desligar computadores e outros equipamentos que seriam usados na fabricação das notas.

Durante a vistoria, os policiais encontraram uma estrutura montada para a falsificação de dinheiro. Além das cédulas prontas, foram apreendidos três impressoras, um notebook, uma prensa de aquecimento, cinco blocos de papel-moeda, três celulares, um pen-drive e outros materiais utilizados no esquema.

Casa tinha estrutura completa para produção das notas

De acordo com a Força Tática, a residência funcionava como uma verdadeira linha de produção de dinheiro falso.

As investigações apontam que as notas eram confeccionadas por meio de impressões frente e verso, colagem das folhas e aplicação de elementos que simulavam dispositivos de segurança. Os suspeitos também utilizavam equipamentos para acabamento e recorte do material.

A estrutura incluía mesa de vidro com iluminação para cortes precisos e equipamentos de aquecimento usados na etapa final da produção.

Suspeitos já tinham antecedentes

Ainda segundo a polícia, os dois homens possuem antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime.

Após a prisão, eles foram encaminhados à sede da Polícia Federal em Araraquara, responsável pela investigação de crimes relacionados à falsificação de moeda.

O caso foi registrado como crime contra a fé pública e seguirá sob apuração da Polícia Federal.

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Mega blitz da Lei Seca flagra 254 motoristas alcoolizados em São Paulo

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Uma megaoperação da Lei Seca realizada entre a noite de quinta-feira (28) e a madrugada desta sexta-feira (29) autuou 254 motoristas por dirigirem sob influência de álcool na cidade de São Paulo. Outros dois condutores foram presos em flagrante após o teste do bafômetro apontar índice superior ao limite que configura crime de trânsito.

A ação foi coordenada pelo Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) da Polícia Militar e marcou o encerramento das atividades do Maio Amarelo 2026, campanha internacional voltada à conscientização para a segurança viária.

Ao todo, 1,8 mil motoristas foram submetidos ao teste do etilômetro em 11 pontos de fiscalização espalhados pela capital paulista. Segundo a PM, os condutores autuados responderão por infração gravíssima, com multa de R$ 2.934,70 e demais penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

Dois motoristas acabaram presos

Entre os casos registrados, dois condutores foram presos em flagrante por embriaguez ao volante. O teste do bafômetro indicou concentração igual ou superior a 0,34 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, índice que caracteriza crime de trânsito.

Além das autuações, a operação resultou na recuperação de um veículo com registro de roubo e na apreensão de 56 caixas de medicamentos para emagrecimento que eram transportadas sem documentação fiscal.

Segundo o CPTran, a fiscalização foi concentrada em regiões com maior circulação noturna e em áreas conhecidas pela concentração de bares, restaurantes e casas noturnas, além de corredores viários que conectam diferentes regiões da cidade.

Operação mobilizou mais de 130 policiais

A megaoperação contou com a participação de 137 policiais militares, 57 viaturas, 13 motocicletas e 33 guinchos. As equipes atuaram de forma integrada em corredores estratégicos da capital.

Além das fiscalizações, policiais realizaram ações educativas em sete pontos da cidade para alertar motoristas sobre os riscos da combinação entre álcool e direção. Mais de 150 pessoas participaram das atividades de conscientização.

Neste ano, o Maio Amarelo teve como tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”.

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Mulher finge pedir pizza ao 190 e é salva pela PM em São Paulo

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Uma mulher de 30 anos vítima de violência doméstica conseguiu pedir ajuda à Polícia Militar fingindo fazer um pedido de pizza pelo telefone 190. O caso aconteceu no último sábado (23), no Jardim São Francisco, na Zona Sul de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, a vítima ligou para o serviço de emergência enquanto o companheiro ainda estava dentro da casa. Para evitar suspeitas, ela simulou uma ligação comum para uma pizzaria.

“Oi, eu gostaria de pedir uma pizza”, disse a mulher à atendente.

Ao perceber que poderia se tratar de um pedido de socorro, a policial manteve a conversa de forma discreta e perguntou qual seria o “sabor” da pizza. Em seguida, solicitou o endereço para a suposta entrega.

A vítima ainda pediu para ser avisada quando o “motoboy” estivesse chegando.

Com a suspeita confirmada, uma equipe do 37º Batalhão da Polícia Militar Metropolitana foi enviada imediatamente ao endereço.

Ao chegarem ao imóvel, os policiais avisaram que “a pizza havia chegado”. A mulher saiu da residência apresentando sinais de nervosismo e tremores e contou aos agentes que vinha sendo agredida pelo companheiro, que também possuía uma arma de fogo.

Ela foi retirada do local e levada para um ambiente seguro.

Homem tentou fugir e foi preso

De acordo com a PM, o suspeito, de 32 anos, tentou deixar a casa, mas acabou detido pelos policiais.

Durante as buscas no imóvel, os agentes localizaram um revólver com numeração raspada e cinco munições.

Segundo o boletim de ocorrência, o homem teria usado um espelho para agredir a vítima. A filha do casal, de apenas 3 anos, também ficou ferida após ser atingida por estilhaços.

A criança foi encaminhada ao Hospital M’Boi Mirim para exames médicos.

O caso foi registrado no 47º Distrito Policial, no Capão Redondo, como lesão corporal, violência doméstica, ameaça, violência psicológica contra a mulher, dano, perigo para a vida e posse ilegal de arma de fogo.

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PM prende dupla após roubo a mercado na Zona Leste de São Paulo

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Dois criminosos foram presos pela Polícia Militar após um roubo a um mercado na Zona Leste de São Paulo. Com a dupla, os policiais apreenderam um revólver calibre .38 e recuperaram o carro de uma das vítimas levado durante a ação.

O crime mobilizou equipes da PM após o Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) divulgar informações sobre o assalto ocorrido na área do 21º Batalhão da Polícia Militar Metropolitano.

Segundo a corporação, os criminosos roubaram dinheiro, mercadorias do estabelecimento e o veículo de um cliente que estava no mercado no momento da ação.

Com auxílio do rastreamento do automóvel roubado, os policiais identificaram que o carro seguia em direção à área do 2º Batalhão da PM. Durante patrulhamento pela Rua Itinguçu, as equipes localizaram e abordaram um Fiat Argo prata ocupado pelos suspeitos.

Na revista pessoal, os policiais encontraram um revólver Taurus calibre .38 com um dos abordados.

De acordo com a PM, os dois suspeitos confessaram participação no assalto e revelaram que outros dois comparsas também participaram da ação criminosa.

As investigações apontam que o grupo utilizou duas armas de fogo para render funcionários e clientes do mercado. Além das mercadorias, também foram levados o celular e o carro de uma das vítimas.

Ainda segundo a polícia, um Ford Fiesta vermelho teria sido usado para dar apoio à fuga dos outros envolvidos, que não foram encontrados até o momento.

O prejuízo estimado ultrapassa R$ 11 mil, incluindo bebidas alcoólicas, maços de cigarros e dinheiro em espécie.

A ocorrência foi registrada em um Distrito Policial da capital paulista. Os dois suspeitos permaneceram presos à disposição da Justiça, e a arma apreendida foi encaminhada para perícia.

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Polícia apura morte de pacientes após falsos médicos atenderem por 2 anos em hospital de SP

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (26) a segunda fase da Operação Hipócrates, que investiga um esquema envolvendo falsos médicos em uma unidade particular de saúde na zona leste de São Paulo.

Segundo as investigações, dois homens teriam atuado ilegalmente como médicos durante cerca de dois anos e realizado aproximadamente 2 mil atendimentos no hospital investigado.

De acordo com o inquérito policial, ao menos nove pacientes morreram em decorrência de supostos erros e falhas nos atendimentos prestados pelos suspeitos.

A operação é conduzida pelo 22º Distrito Policial, em São Miguel Paulista, e cumpre sete mandados de busca e apreensão, dois de prisão temporária e outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça.

As diligências acontecem na capital paulista e também nas cidades de São Bernardo do Campo, Guarulhos, Poá e Mogi das Cruzes.

Além da atuação dos falsos profissionais, a investigação também apura possíveis omissões e negligência por parte da administração hospitalar.

Por decisão judicial, a gestora operacional e o diretor clínico da unidade foram afastados dos cargos enquanto as investigações continuam.

“Estamos falando de pessoas que exerceram ilegalmente uma profissão que lida diretamente com vidas”, afirmou o delegado Mariano de Araújo, titular do 22º DP.

Segundo a Polícia Civil, a apuração aponta uma atuação clandestina prolongada dentro da unidade de saúde, com indícios de falhas que ultrapassam a atuação dos falsos médicos.

A operação mobiliza 13 viaturas, três delegados, 35 investigadores e seis escrivães. Até o momento, um dos alvos foi localizado.

A primeira fase da Operação Hipócrates ocorreu em dezembro do ano passado, quando policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em um hospital da zona leste da capital paulista.

O caso é investigado por crimes como exercício ilegal da profissão, uso de documentos falsos e estelionato.

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Reconhecimento facial prende quatro procurados durante jogo do Corinthians na Neo Química Arena

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Quatro procurados da Justiça foram presos no domingo (24) durante a partida entre Corinthians Paulista e Atlético Mineiro, na Neo Química Arena, em Itaquera, na zona leste de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, os suspeitos foram identificados pelo programa Muralha Paulista, que utiliza tecnologia de reconhecimento facial integrada ao Banco Nacional de Mandados de Prisão.

De acordo com a corporação, o sistema detectou oito pessoas com mandados em aberto ainda no momento da compra dos ingressos para o jogo. No entanto, apenas quatro compareceram ao estádio e acabaram localizadas pelas equipes do 2º Batalhão de Polícia de Choque, responsável pelo policiamento da partida.

Os suspeitos foram encontrados em diferentes setores da arena, incluindo áreas destinadas ao público e espaços de serviço.

Entre os mandados judiciais identificados estavam ordens de prisão relacionadas a pensão alimentícia e crimes de trânsito.

Após a confirmação das identidades, os envolvidos foram encaminhados ao Posto de Comando montado no estádio para o cumprimento das determinações judiciais.

A operação utilizou o sistema de reconhecimento facial do Muralha Paulista, que cruza imagens captadas pelas câmeras com bases de dados nacionais e emite alertas em tempo real às equipes policiais.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a tecnologia faz parte de uma parceria com clubes paulistas para reforçar a segurança em eventos esportivos.

Desde a implantação do monitoramento facial nos estádios, o sistema já contribuiu para a prisão de pelo menos 317 foragidos da Justiça.

Além do reconhecimento facial, o Muralha Paulista também utiliza leitores automáticos de placas, monitoramento em tempo real e integração de dados entre órgãos públicos e privados.

A tecnologia é utilizada ainda para localização de veículos roubados, monitoramento do trânsito e identificação de pessoas desaparecidas.

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PM apreende 24 toneladas de maconha avaliadas em R$ 31 milhões no interior de SP

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A Polícia Militar apreendeu na manhã de sábado (23) cerca de 24 toneladas de maconha nas proximidades do município de Paulo de Faria, na região de São José do Rio Preto. A ação terminou com dois homens presos. O carregamento está avaliado em aproximadamente R$ 31,2 milhões.

Equipes do 16º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) realizavam o apoio a uma escolta de presos quando perceberam que o motorista de um semirreboque trafegava de forma perigosa pela via. Ao receber ordem de parada, o condutor desobedeceu e tentou fugir, mobilizando outras equipes policiais para o acompanhamento.

Durante a fuga, o suspeito colidiu contra as barreiras do trevo de acesso ao presídio de Paulo de Faria e abandonou o veículo em meio a um canavial. Na vistoria da carreta, os policiais encontraram aproximadamente 24 toneladas de maconha embaladas em fardos, além de um CPF pertencente ao investigado.

As buscas levaram ainda à localização de uma segunda carreta na cidade de Fronteira (MG). O motorista confessou que atuava como “batedor”, função utilizada para monitorar o trajeto e tentar despistar a fiscalização policial. Os dois veículos envolvidos na ocorrência possuíam placas do Paraguai.

O motorista da primeira carreta foi localizado posteriormente nas proximidades do canavial e encaminhado, junto com o outro suspeito, à Delegacia da Polícia Federal de São José do Rio Preto. Já os veículos foram apreendidos e levados ao pátio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), em Fronteira.

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