PF faz operação contra tráfico internacional de drogas em São Paulo

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (19) operação para reprimir crime organizado e tráfico internacional de drogas. Foram cumpridos 23 são mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão, na capital paulista, em Sorocaba, Guarulhos e Praia Grande. Ação cumpre também mandado em Portugal, em virtude de difusão vermelha transmitida pela Interpol, após representação da PF.

Como parte da Operação Bulk foi determinado o sequestro de todos os bens imóveis, de veículos e dos valores depositados em contas bancárias, além de aplicações financeiras em nome dos investigados. Os recursos que podem chegar a R$ 53 milhões.

A investigação teve início em 2021, quando foram apreendidos 887,5 quilos de cocaína em nove eventos: três em Guarulhos (SP), dois em Lisboa (Portugal), um em Frankfurt (Alemanha) e três em Amsterdã (Holanda).

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“A organização criminosa atuava cooptando funcionários e prestadores de serviços de aeródromo para que introduzissem carregamentos de cocaína no interior de aeronaves comerciais que realizavam voos regulares. Os voos partiam do Aeroporto Internacional de Guarulhos”, disse a PF.

Os investigados serão indiciados pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, cujas penas variam de 10 a 25 anos de reclusão.

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Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – Foto: Arquivo/Polícia Federal

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Anestesista vira réu por crime de estupro de vulnerável no Rio

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O anestesista Giovanni Quintella Bezerra virou réu pelo crime de estupro de vulnerável contra uma mulher que acabara de ter o filho, no domingo passado (10), no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

A decisão é do juiz Luís Gustavo Vasques, da 2ª Vara Criminal de São João de Meriti, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que recebeu, na sexta-feira (15), a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra o médico.

2ª Vara Criminal de São João de Meriti, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) – Foto: Divulgação/TJRJ

Na denúncia, os promotores apontaram que “o crime foi cometido contra mulher grávida e com violação do dever inerente à profissão”. O MP pediu ainda que fosse decretado sigilo no processo, para preservar e resguardar a imagem da vítima.

O processo contra o anestesista começou com a gravação do crime feita pela equipe de enfermagem que participava do parto a partir de desconfianças do comportamento do médico. Com as imagens, os profissionais comunicaram o fato à chefia do hospital, que acionou a Polícia Civil. O anestesista, agora réu, foi preso em flagrante e conduzido à delegacia.

Segundo o magistrado, a denúncia oferecida pelo Ministério Público preenche os pressupostos legais para o seu recebimento. “A esse respeito, destaco que a denúncia contém a exposição dos fatos criminosos, com todas as suas circunstâncias, a qualificação do acusado, a classificação do crime e o rol de testemunhas”, escreveu.

Na denúncia os promotores destacaram que Giovanni Quintella Bezerra agiu de forma livre e consciente. “Com vontade de satisfazer a sua lascívia, praticou atos libidinosos diversos da conjunção carnal com a vítima, parturiente impossibilitada de oferecer resistência em razão da sedação anestésica ministrada”, apontaram.

Os promotores sustentaram ainda que o denunciado “abusou da relação de confiança que a vítima mantinha com ele, posto que, se valendo da condição de médico anestesista, aproveitou-se da autoridade/poder que exercia sobre ela, ao aplicar-lhe substância de efeito sedativo”.

De acordo com o TJRJ, o médico, que teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela juíza Rachel Assad na audiência de custódia realizada na última terça-feira (12), será citado para apresentar defesa no prazo de 10 dias.

Desde terça-feira Giovanni Quintella Bezerra está preso na Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, o Bangu 8, no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio. Para o local são levados os custodiados com nível superior. Por medida de segurança, o anestesista está isolado em uma cela da galeria F da unidade. Ao chegar na unidade prisional, o médico foi hostilizado pelos outros presos com batidas nas grades das celas e xingamentos.


Por Cristina Indio Do Brasil/Agência Brasil – Foto: Fabiano Rocha/Ag. O Globo/Direitos Reservados

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Guarda Civil apreende drogas em Caucaia do Alto

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A Guarda Civil de Cotia foi acionada pelo Conselho Tutelar para uma averiguação de uma denúncia de maus-tratos a um bebê, na Vila Santa Catarina, em Caucaia do Alto. Durante a visita a casa, a GC encontrou uma grande quantidade de entorpecentes, além de balança de precisão, caderno de anotações e um estatuto de uma facção criminosa.

A Guarda prendeu o casal de adolescentes que guardavam na casa 720 pinos de cocaína, 208 pedras de crack, 30 gramas avulsas sem embalar, 407 papelotes de cocaína, 74 gramas de cocaína sem embalar e 660 buchas de maconha. A Guarda também encontrou 2 carregadores de HT, 3 rolos de plástico filme para embalar.

A Guarda Civil encontrou uma grande quantidade de entorpecentes, além de balança de precisão. – Foto: DIvulgação/SECOM-Cotia

O Conselho Tutelar constatou a veracidade da denúncia e por meio de Termo de Responsabilidade, a criança está sob os cuidados da avó materna. O caso foi registrado no 1º DP de Cotia, em Caucaia do Alto.


Fonte/foto: SECOM-Cotia

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GCM Itapevi realiza apreensão de drogas em Amador Bueno

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Nesta terça-feira (12), a Guarda Civil Municipal de Itapevi apreendeu, em Amador Bueno, 2.904 embalagens de drogas, avaliadas em cerca de R$ 30 mil, durante a Operação Saturação, cujo objetivo é combater o tráfico, furtos e roubos na cidade.

A ROMU (Ronda Ostensiva Municipal) foi acionada pela comunidade, com a denúncia de que possíveis usuários de drogas estariam entrando em uma edificação abandonada. A verificação foi realizada por uma viatura.

Foram encontrados no local 1.547 invólucros análogos de cocaína, 251 de maconha, 1.063 de crack e 43 de lança perfume. O material foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Itapevi.

GCMI

A Guarda Civil Municipal de Itapevi (GCM) é composta por 230 agentes em seu efetivo, 50 veículos (entre carros e motocicletas), 9 cães policiais, além de bases comunitárias fixas, nos bairros de Amador Bueno (Praça Paulo França) e Vila Dr. Cardoso (Rua André Cavanha) e móveis situadas na região central.

A GCM tem como objetivo principal atuar na proteção da população, patrulhamento urbano, desenvolvimento de ações de prevenção à violência e ao crime, ordenamento de tráfego, além de garantir o bem-estar e a ordem pública.

A Guarda efetua patrulhamento de rotina a pé, com uso de veículos e motocicletas. A corporação conta com unidades de Patrulha Preventiva, Ronda Escolar, Canil, Bike Patrulha, Patrulha de Trânsito, Patrulha Maria da Penha (em cooperação com a Delegacia da Mulher), Rondas Ostensivas com Motocicletas (ROM), Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), Patrulha Bairro a Bairro, e Banda da GCM.

A sede administrativa da Guarda Municipal está localizada na Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana de Itapevi (Rodovia Engenheiro Renê Benedito da Silva, 890 – Vila Santa Rita) e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O telefone para contato é 4141-0474. O serviço operacional do Canil, da ROM e ROMU funcionam 24 horas na Estrada do Itaqui, 81, no Refúgio dos Pinheiros. Em caso de emergência, a GCM pode ser acionada 24 horas por dia pelo telefone 199 e 153.

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Fonte/foto: Divulgação/SECOM-Barueri

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PF faz operação contra tráfico internacional de drogas

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Cerca de 350 policiais federais e 28 policiais do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio Grande do Norte (BOPE-PM/RN) estão nas ruas do estado para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. De acordo com a Superintendência da Polícia Federal do Rio Grande do Norte, o grupo atuava nos terminais portuários do Nordeste e Sudeste, principalmente, tendo como bases as regiões de Natal, no Rio Grande do Norte, Salvador na Bahia e em São Paulo, na Baixada Santista.

Os agentes que atuam na Operação Maritimum, deflagrada hoje (13) pela Polícia Federal estão cumprindo 46 mandados de prisão preventiva e 90 mandados de busca e apreensão. Todos foram expedidos pela 2ª Vara Criminal da Justiça Federal/RN nos estados do Rio Grande do Norte, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará e Pará.

Segundo a  PF as investigações, que começaram no fim de 2021, identificaram um grupo logístico responsável pelo transporte e armazenamento da droga oriunda da fronteira do Brasil com os países produtores. Na sequência os traficantes realizavam a “contaminação” de contêineres, com a colocação dos entorpecentes nas cargas de frutas e outras mercadorias que teriam como destino os portos da Europa.

Ao longo do inquérito policial houve apreensões de drogas nos Portos de Santos/SP, Salvador/BA, Natal/RN, Fortaleza/CE e Barcarena/PA, além da interceptação de cargas nos países europeus de destino como Bélgica, França e Países Baixos. Ao todo, no curso da investigação, foram apreendidas cerca de 8 toneladas de cocaína. Ainda nas investigações, a Polícia Federal identificou que três dos maiores traficantes em atividade no Brasil eram os destinatários dessa droga no exterior, um deles preso recentemente na Hungria.

De acordo com a PF, além dos integrantes do núcleo operacional da quadrilha, pessoas físicas e empresas foram usadas “para lavar o dinheiro do crime, ocultando e dissimulando a origem dos valores ilícitos com o objetivo de criar uma rede estruturada de tráfico internacional de drogas por intermédio da exportação de mercadorias. Nesse ponto, foi deferido o bloqueio do valor de R$ 169,6 milhões nas contas bancárias dos investigados”.

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Os presos estão sendo encaminhados para as sedes da Polícia Federal no Rio Grande do Norte, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará e Pará, e responderão na medida das suas participações, entre outros crimes, integrar organização criminosa, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, o nome da Operação Maritimum “é uma alusão ao modus operandi da organização criminosa que utilizava o transporte marítimo para exportar a cocaína aos portos europeus”.

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Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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PF deflagra operação para investigar desvios do auxílio emergencial

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A Polícia Federal (PF) cumpriu hoje (12) dois mandados de busca e apreensão em Paulínia e em Tatuí, no interior de São Paulo, como parte da segunda fase da Operação Lotter, que tem o objetivo de aprofundar as investigações sobre uma organização criminosa especializada no desvio de recursos do auxílio emergencial.

A primeira fase da operação foi deflagrada em 2021, com o cumprimento de oito mandados de busca e apreensão em Paulínia e Sumaré, e um mandado de prisão temporária em Paulínia. A partir da análise desse material a PF concluiu que os atuais investigados também participavam do esquema.

De acordo com a PF, o grupo invadiu a conta dos beneficiários usando programas de computador. Em seguida era feita a transferência do dinheiro para contas dos criminosos, por meio do pagamento de boletos gerados em sites de sistema de pagamentos ou por meio de transações eletrônicas.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de furto mediante fraude, estelionato, falsidade ideológica e formação de organização criminosa. Somadas, as penas podem chegar a quase 30 anos de prisão.

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Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – Foto: Arquivo/Divulgação/Polícia Federal

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PF faz ação contra grupo especializado no envio de drogas para Europa

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Policiais federais cumpriram neste sábado (9) três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão contra suspeitos de despachar cocaína para a Europa através da ilha portuguesa da Madeira. Os mandados da Operação Conexão Madeira foram expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Federal (PF), o grupo usava passageiros de avião, que embarcavam rumo à Ilha da Madeira, com cocaína em suas bagagens. A partir do Aeroporto de Funchal, os passageiros pegavam voos para Barcelona, na Espanha. Como ambos países pertencem à zona Schengen (área de livre circulação de pessoas que envolve a União Europeia e outros países do continente), o voo entre Madeira e Barcelona é considerado doméstico.

Com isso, de acordo com a PF, o grupo evitava a fiscalização portuária. A investigação começou este ano, depois da prisão, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) de um casal com 5,2 quilos de cocaína. Eles tinham como destino a ilha portuguesa.

A partir daí, os investigadores conseguiram identificar outros três acusados de participar do esquema. Um deles foi preso hoje, na comunidade do Vidigal, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Ele estava, segundo a PF, com cocaína e haxixe embalados e prontos para serem despachados por “mulas” (os passageiros que levam a droga de um país para outro).

Outros dois alvos ainda não foram localizados. Um deles está na Europa, segundo a PF.


Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Foto: Divulgação/Polícia Federal

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PF prende suspeito de participação nas mortes de Bruno e Dom Phillips

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A Superintendência da Polícia Federal (PF) no Amazonas deteve o peruano Rubens Villar Coelho por suspeita de envolvimento nos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips.

Conhecido como Colômbia e também suspeito de participação no narcotráfico, Coelho já vinha sendo apontado como um dos supostos envolvidos no crime ocorrido no início de junho. Há pelo menos um mês, diversas reportagens de diferentes veículos de imprensa citam o peruano como um dos possíveis mandantes do assassinato.

A PF realiza coletiva de imprensa às 11h (horário de Brasília) para fornecer detalhes sobre a prisão de Coelho e demais informações sobre as investigações em curso para esclarecer o crime.

Bruno e Phillips foram mortos no início do mês de junho, quando viajavam, de barco, pela região do Vale do Javari. Localizada próxima à fronteira brasileira com o Peru e a Colômbia, a região abriga a Terra Indígena Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares (cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial). A área também abriga o maior número de indígenas isolados ou de contato recente do mundo.

A dupla foi vista pela última vez enquanto se deslocava da comunidade de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), onde se reuniria com lideranças indígenas e de comunidades ribeirinhas. Os corpos só foram resgatados dez dias depois. Eles estavam enterrados em uma área de mata fechada, a cerca de 3 quilômetros da calha do Rio Itacoaí.

Colaborador do jornal britânico The Guardian, Dom se dedicava à cobertura jornalística ambiental – incluindo os conflitos fundiários e a situação dos povos indígenas – e preparava um livro sobre a Amazônia. Pereira já tinha ocupado a Coordenação-Geral de Índios Isolados e Recém Contatados da Fundação Nacional do Índio (Funai) antes de se licenciar e passar a trabalhar para a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari. Por sua atuação em defesa das comunidades indígenas e da preservação do meio ambiente, recebeu diversas ameaças de morte.

Ao menos oito pessoas estão sendo investigadas por possível participação no duplo assassinato e na ocultação dos cadáveres. Três dos suspeitos estão presos: Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como Pelado, Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos.


Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Foto: Ueslei Marcelino/Ag. Brasil/Direitos Reservados

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Guarda Municipal faz nova blitz com Polícia Rodoviária no Rodoanel e na Castello

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Depois de promover uma blitz semana passada no Rodoanel, a Guarda Municipal de Barueri, juntamente com a corporação da cidade de Itapevi e a Polícia Rodoviária Estadual, fez nova operação na quinta-feira (dia 30) nas rodovias da região. A intenção foi apreender drogas e outros ilícitos.

As operações nas rodovias da região de Barueri fazem parte da Operação Narco Brasil, coordenada pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). A operação acontece de 5 de junho a 11 de julho.

O contingente envolvido na operação realizada na quinta-feira contou com um efetivo considerável, com 15 guardas de Barueri (três esquipes da ROMU – Ronda Ostensiva Municipal), uma equipe do Canil e três motos, mais cinco guardas de Itapevi e outros 12 policiais dos 4º, 5º e 6º Batalhões da Polícia Rodoviária.

A operação foi dividida em duas áreas: no pedágio da Rodovia Castelo Branco, km 16, e também no pedágio do KM 7 da via Anhanguera. Foram abordados caminhões, carros de passeio e motos. O saldo da operação foi a abordagem de 22 Indivíduos, dez veículos, quatros caminhões vistoriados, um veículo apreendido e uma ocorrência de estelionato, com dois suspeitos detidos.

As operações nas rodovias da região de Barueri fazem parte da Operação Narco Brasil – Foto: Divulgação/SECOM-Barueri

Rodovias e entorno
A parceria com as Guardas, como no caso de Barueri, é importante porque são feitas averiguações nas rodovias, mas também em áreas do entorno das pistas. Muitas delas rotas de fuga de ladrões, principalmente com substâncias proibidas vindas do Paraguai e do estado do Paraná.

As ações integradas se justificam por reunir numa mesma operação as várias características de abordagem feita por cada corporação. Por exemplo, o contingente da Polícia Rodoviária, neste caso do TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) apresenta para os guardas municipais as técnicas para fiscalização de caminhões, ônibus e carros de passeio.

Cães farejadores
Já as Guardas Municipais entram com o conhecimento e expertise para atuar nos bairros das cidades onde atuam. Outro aspecto de relevância nas ações em parceria está na participação dos cães farejadores das guardas municipais, que identificam drogas nos veículos, como são os casos de Ayllon, da corporação de Barueri, e de Sienna e Kratos, de Itapevi.

“São incursões que visam meliantes que agem naquelas áreas próximas da rodovia, quando marginais procuram roubar motoristas e se abrigam nessas áreas”, explicou Leandro Hengles Siqueira, coordenador operacional da Guarda Civil Municipal de Barueri.

Para o subinspetor do Comando Operacional da GCM, Edyvandro de Souza Silva, as ações como as desta quinta-feira e da semana passada têm se mostrado eficazes, reduzindo consideravelmente o número de ações criminosas. No Rodoanel, por exemplo, de cerca de 120 ocorrências ao mês, o número caiu para aproximadamente quatro. “A integração das forças de segurança enfraquece o crime organizado e estas ações estão sendo uma evolução em questão de segurança pública”, completou Silva.

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Fonte/foto: Divulgação/SECOM-Barueri

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Operação Custo Maior apura fraudes contra o INSS

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A Polícia Federal deflagrou hoje (30) a Operação Custo Maior, para ampliar investigações sobre irregularidades na concessão e estrutura de consultoria de atendimento a segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Campinas (SP) por atravessadores.

Além da Polícia Federal, participam da ação o Ministério Público Federal e a Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista, do Ministério do Trabalho e Previdência, em conjunto com o INSS. As investigações são baseadas na análise de materiais apreendidos na Operação Custo Previdenciário, realizada em agosto de 2018, também em Campinas.

A Operação Custo Maior mostrou que havia mais pessoas envolvidas e não identificadas na ação anterior, que se relacionavam diretamente com servidor do INSS, já demitido e condenado pela Justiça Federal.

As irregularidades e infrações constatadas foram atendimento privilegiado, com dispensa de senha ou de comparecimento pessoal quando exigido; reunião externa (em restaurante, lanchonete e posto de abastecimento em rodovia) e inclusive em fins de semana e períodos noturnos; coleta ou entrega de documentos fora da agência do INSS; retenção e armazenamento de documento em locais não autorizados; manipulação da agenda (postergando ou antecipando data); cálculos em desconformidade com a legislação e inserção de informações falsas no sistema da Previdência Social.

No total, durante a apuração, foram identificados 13 novos benefícios com ações desses atravessadores e que já foram pagos pelo INSS, somando aproximadamente de R$ 2 milhões de prejuízos à União.

Nesta quinta-feira, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 9ª Vara Federal em Campinas, nas residências dos investigados que, atualmente, moram no município de São Paulo. Os materiais apreendidos serão encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Campinas.

Estima-se que a investigação e a suspensão dos 13 benefícios identificados evitaram prejuízo à União de cerca de R$ 9 milhões. 

O nome da operação (Custo Maior) faz alusão ao aumento do impacto das fraudes à Previdência Social em relação à fase anterior, denominada Custo Previdenciário, que já havia evitado mais de R$ 4 milhões em prejuízos.

Os investigados responderão, na medida de suas condutas, pelos delitos de inserção de informações falsas no banco de dados (Artigo 313-A, CP) e de associação criminosa (Artigo 288), do Código Penal. As penas podem chegar a 15 anos de prisão.


Por Agência Brasil – Foto: Divulgação/Polícia Federal

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