Cachorro Manchinha morto em supermercado ganha estátua no Pet Parque

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A luta para melhores condições e direitos dos animais ganhou no domingo (28/11), um novo capítulo. Isso porque, o cachorro Manchinha, morto em dezembro de 2018, ganhou um monumento em sua homenagem no Pet Parque de Osasco, um símbolo para a conscientização e proteção dos animais.

Quem passar agora pela Avenida Franz Voegeli, 930, na Vila Yara, vai poder apreciar o monumento do artista plástico e escultor Cleider de Souza, que traz uma imagem de semelhança e tamanho realista do animal. Com apoio da Prefeitura de Osasco e idealizado pelo Instituto Manchinha, o espaço ainda conta com paisagismo, bancos e a pintura do artista Dingos Del Barco que ilustra um par de asas e uma auréola desenhadas ao fundo do monumento em um azul que alude ao céu.

O evento de homenagem contou com a presença de munícipes, associações, protetores de animais e autoridades que juntos salientaram a importância de continuarem trabalhando em prol dos animais.

“Hoje é um marco de luta em defesa dos animais. Nós temos o antes e o depois do Manchinha, porque entendemos que Osasco deveria ser protagonista não de uma tragédia e sim de coisas boas, então o monumento é um símbolo para que cada um respeite e proteja os animais”, disse o prefeito de Osasco, Rogério Lins, acompanhado da primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Aline Lins.

O chefe do Executivo relembrou o início do atendimento veterinário gratuito em Osasco com o Hospital Veterinário – Unidade Manchinha e, posteriormente, com o Hospital Veterinário Zona Norte. “Aqui nós consolidamos nosso primeiro atendimento, ainda limitado em questões operatórias e de alta complexidade, mas que já foi um avanço para Osasco no atendimento para animais. Hoje temos o maior hospital veterinário do Brasil na zona Norte do nosso município, com qualidade e infraestrutura que oferece cirurgia geral, oftalmológica, oncológica e ortopédica. Realizamos 5 mil castrações, número que queremos aumentar e manter como uma política permanente, além da microchipagem que tem tornado Osasco uma referência. Queremos avançar cada vez mais em políticas públicas no bem-estar animal”, explicou Lins.

O dia contou com a arrecadação de doações de ração para cães e gatos, a parceria de diversas empresas, além das apresentações do espetáculo Frozen, do grupo SGS Dance, de beat box e a presença do Abutres Moto Clube.

Lilian Uyema, vice-presidente do Instituto Manchinha, explicou sobre a luta da organização não governamental e a importância dos protetores animais. “A nossa inspiração é o Manchinha, inclusive ele dá nome para a nossa ONG. Nós pensamos nos ‘Manchinhas’ que estão nas ruas e que passam os mesmos perigos que ele passou, afinal estava pedindo comida”.


Fonte/Texto: SECOM – Osasco/Francine Maia – Imagem: Marcelo Deck/SECOM – Osasco

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Capital Paulista lança versão eletrônica de identidade para pets

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A prefeitura de São Paulo lançou neste sábado (13) uma versão eletrônica do Registro Geral do Animal (RGA) para os pets dos municípios.  O documento estará disponível a partir do dia 15 e será mais moderno e atrativo para os tutores. A identificação é obrigatória na cidade desde 2001 e é emitida online, gratuitamente. O documento, timbrado e numerado, apresenta, além dos dados do animal, informações sobre o tutor.

De acordo com o prefeito Ricardo Nunes, a cidade de São Paulo busca fortalecer a política pública de proteção animal para atender às demandas da população e facilitar o acesso a elas. “Estamos numa cidade que gosta e cuida dos seus animais. É necessário manter um olhar especial com todos, como fazem entidades que ajudam na proteção aos animais, como, por exemplo, a União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), com 126 anos de existência”, disse.

O serviço oferecido pela Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico (Cosap) funciona como uma carteira de identidade para bichos de estimação e é emitido para cães e gatos com idade superior a três meses. O animal registrado recebe uma plaqueta com o número do registro correspondente e deve usá-la permanentemente presa à coleira.

O RGA eletrônico, além de moderno, é mais um incentivo à identificação dos animais do município. “É fundamental que os tutores façam o RGA e mantenham a plaqueta de identificação em seus cães e gatos. Muitos animais perdidos ou roubados puderam reencontrar suas famílias porque estavam com a plaqueta de identificação presa na coleira”, afirmou a coordenadora da Cosap, Analy Xavier.

Para fazer o documento é preciso do RG e CPF do tutor, comprovante de residência atualizado em nome do tutor (emitido nos últimos 90 dias), foto do animal e comprovante de vacinação contra raiva, quando houver. A solicitação pode ser feita online por meio do Portal SP156.

Para o munícipe que preferir, o serviço também poderá ser solicitado presencialmente. Para isso, é necessário comparecer a uma das praças de atendimento da prefeitura e apresentar os documentos necessários. Se for feita de forma presencial, é necessário agendar horário em uma das 17 praças de atendimento municipais. Mais informações pelo telefone 156.


Fonte/Texto: Agência Brasil/Flávia Albuquerque
Imagem: Rovena Rosa/AB

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Feira Especial de Adoção de Pets acontece neste sábado no Cepad

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No próximo sábado (dia 13), das 9h às 14h, no Cepad I (Rua Vera Cruz, 340 – Bairro dos Altos), acontece a Feira Especial de Adoção de Pets, promovida pela Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente de Barueri (Sema). Além das adoções, será possível agendar consultas para os animais e obter o Registro Geral Animal (RGA), que também pode ser adquirido pelo Portal Pet, no site da Prefeitura de Barueri.

O atendimento conta com toda a equipe da unidade do Cepad (Centro de Proteção ao Animal Doméstico) para sanar dúvidas e auxiliar os interessados em levar um novo amigo para casa. A entrada é gratuita, assim como todo o processo para tutela do bicho. As pessoas podem ainda conhecer as instalações do Cepad e verificar como os animais são bem cuidados.

Como adotar
Serão mais de 100 animais que ficarão disponíveis para adoção responsável. O processo é bem simples: basta ser maior de 18 anos, escolher o pet de sua preferência, apresentar RG e CPF, assinar o Termo de Adoção Responsável e levá-lo para casa.

Não há um número limite de animais para adoção por pessoa, mas vale lembrar que a quantidade está condicionada ao espaço físico disponível para os pets na residência do novo tutor.

Todos os pets já estão castrados, vermifugados e vacinados e quem adotar um animal terá o atendimento veterinário gratuito, mesmo que não resida em Barueri, basta apresentar o Termo de Adoção Responsável.

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 3164-9735 e (11) 4198-0819 (ligações e WhatsApp) e pelas redes sociais como Facebook e Instagram.

Adota Delivery
Quem quiser adotar, mas não pode transportar o bichinho para casa, conta com o sistema de delivery. O interessado realiza todo o processo de adoção comum e agenda a entrega do pet durante a semana no seu endereço. Saiba mais AQUI.

Expectativa para sábado
Na última edição da Feira, realizada em maio deste ano, foram adotados cinco cães adultos. Já para o evento deste sábado, a expectativa é de adoção de, pelo menos, 10 animais.

A veterinária responsável pelas adoções no Cepad I, Adriana Cristina Guerra Boni, está confiante de que mais animais sejam adotados. Ela convida as pessoas a abrirem o coração para os bichinhos. “Tenho certeza de que vai encontrar o animalzinho que procura. Podemos ajudar na melhor escolha para sua família”, reforça a profissional.


Fonte/Texto: SECOM – Barueri
Imagem: SECOM – Barueri/Fotografo não identificado.

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Prefeitura resgata e facilita adoção de animais

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Adotar um animal é um ato de amor. A adoção proporciona carinho e atenção aos bichos que muitas vezes foram maltratados nas ruas. A Prefeitura de Barueri criou alternativas para atender os animais e aproximá-los dos possíveis futuros tutores.

Do recolhimento à adoção
A Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente (Sema), por meio das unidades do Centro de Proteção ao Animal Doméstico (Cepad), acolhe os animais pelo serviço do Resgate Animal, onde eles são acompanhados até a sua total reabilitação. Depois de recuperados, são castrados, microchipados, vacinados, vermifugados e colocados para adoção.

A médica veterinária Adriana Cristina Guerra Boni explica os benefícios para os animais e para as pessoas que adotam um bicho de estimação. “Adotar tem muitos benefícios. Além do amor, carinho e gratidão que recebemos, conviver com um animalzinho nos ajuda a sair do sedentarismo, favorece a socialização, afasta o stress e a depressão”.

De acordo com Adriana, quando se adota um cachorro ou um gato a pessoa está dando ao animal uma segunda chance e ainda ajuda a um outro, que também poderá ser resgatado e tratado.

Como adotar
Os interessados na adoção podem se dirigir à unidade um do Cepad, que fica aberta todos os dias, inclusive finais de semana e feriados, das 9h às 16h (rua Vera Cruz, 340, no Bairro dos Altos). É necessário levar um documento oficial para a escolha do pet. Depois de escolhido, o tutor deverá assinar um termo de responsabilidade sobre o bicho para poder levá-lo para casa.

Os serviços do Cepad ficam disponíveis ao pet no acompanhamento de rotina para avaliação. Porém, no caso de exames, medicações e cirurgias, por exemplo, o responsável deverá efetuar esses procedimentos em clínica veterinária particular. Após a adoção, ainda é realizada uma visita à casa do tutor para acompanhar o estado de saúde física e mental do animal.

Redes Sociais
Caso não consiga ir até o Cepad I, as pessoas podem seguir as redes sociais da unidade pelo Facebook ou Instagram. O contato pode ser realizado por inbox e obter mais informações.

Telefones
Para dúvidas e outras informações os telefones são (11) 4198-0819 (ligações e WhatsApp) e (11) 3164-9735.


Fonte/Texto: SECOM – Barueri
Imagem: SECOM – Barueri/Fotografo não identificado.

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Experiência de vida molda a interação de cães com humanos

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A cena é trivial. O cachorrinho deseja comer o pão que está em cima da mesa. E o que ele faz? Olha para o alimento, para o seu tutor e mira mais uma vez o pão. Até que, por meio dessa “conversa” com o humano, ele obtém o que deseja.

Esse tipo de comunicação entre cachorros e seres humanos a partir da troca de olhares é muito comum. E um estudo conduzido na Universidade de São Paulo (USP) mostrou que diferentes experiências de vida podem alterar a maneira como os animais direcionam o olhar – e se comunicam – com os humanos.

A pesquisa, publicada na revista Behavioural Processes, mostrou que animais de estimação trocaram muito mais olhares para conseguir objetos inalcançáveis. Na comparação entre 60 cachorros de raças e idades variadas, 95,7% dos que viviam dentro de casa usaram alternância de olhar pelo menos uma vez, enquanto os cães que vivem fora de casa se comunicaram com menor intensidade (80%). Já cachorros de abrigo, que têm pouco contato com humanos, interagiram ainda menos (58,8%).

O estudo teve apoio da FAPESP por meio de um projeto sobre a abordagem etológica da comunicação social entre diversas espécies – entre elas a humana.

“Os resultados indicam uma forte influência da experiência de vida sobre o desenvolvimento e o uso de comportamentos de comunicação em cães. O grupo que passa mais tempo próximo das pessoas se mostrou mais disposto a se comunicar como uma estratégia para obter um objetivo desejado”, afirma Juliana Wallner Werneck Mendes, que realizou o experimento no Laboratório do Cão do Departamento de Psicologia da USP durante seu mestrado.

Trata-se do primeiro estudo a avaliar a diferença entre cães que convivem diariamente com humanos dentro de casa e animais que habitam apenas as áreas externas das residências – tendo uma interação menos intensa com os tutores.

“Outro aspecto importante observado é que todos os grupos se comunicam. Há alguns anos, chegou-se a acreditar que cães de abrigo não conseguiriam se comunicar com seres humanos. Na verdade, eles conseguem, mas em menor grau. Isso mostra que as várias experiências de uma vida inteira vão resultar em comportamentos diferentes”, diz Mendes.

A pesquisadora ressalta que a baixa interação dos cães de abrigo não deve ser traduzida como uma incapacidade desses animais. “Muito pelo contrário. Mesmo com pouca exposição a seres humanos eles são capazes de se comunicar. Outros estudos já demonstraram que eles aprendem a usar a troca de olhares muito rapidamente na hora em que ocorre a interação com humanos”, diz.

Isso ocorre porque o animal tem a capacidade de aprender. “O cachorro de abrigo está muito bem adaptado para a sua situação, pois ao longo de seu desenvolvimento não precisou dessas habilidades”, afirma Briseida de Resende, professora da USP e coorientadora da dissertação de Mendes com a professora Carine Savalli Redigolo.

Resende explica que com os resultados do estudo é possível afastar uma antiga dicotomia da área da etologia – a ciência que estuda o comportamento dos animais – relacionada a comportamento herdado e aprendido.

“Os cães têm o aspecto herdado [evolutivo] e o aspecto de domesticação nesse sentido de ancestralidade. Porém, isso nunca pode ser descontextualizado do ambiente em que se desenvolveram. Na verdade, há influência de todos os contextos de desenvolvimento: do micro [história de vida] ao macro [história evolutiva da espécie]. Há um debate histórico sobre comportamento inato e aprendido dentro dos estudos com cães desde a origem, mas atualmente estamos caminhando para um entendimento de que essa separação não faz nenhum sentido”, afirma Resende.

O artigo Effect of different experiences with humans in dogs’ visual communication (doi: 10.1016/j.beproc.2021.104487), de Juliana Wallner Werneck Mendes, Briseida Resende e Carine Savalli, pode ser lido em www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0376635721001716#!.

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

Fonte/Texto: Agência FAPESP | Maria Fernanda Ziegler
Imagem: Rawpixel

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