Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes lamentam queda de avião em São Paulo: “Trágico acidente”

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Após um avião de pequeno porte cair na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador do estado de São Paulo, lamentaram o ocorrido em publicações nas redes sociais.

No momento do acidente, a aeronave tentou fazer um pouso de emergência e atingiu um ônibus de prefixo 732, da viação Santa Brígida, que pegou fogo na altura do número 1.874. O local está interditado e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) reforça a necessidade de cidadãos evitarem circular pela região.

Um barulho de explosão foi ouvido por várias pessoas, e uma grande nuvem de fumaça preta pôde ser vista à distância na manhã desta sexta-feira (7).

Com capacidade para oito passageiros, o avião de modelo King Air F90, saiu do Campo de Marte por volta das 7h15, tendo como destino a cidade de Porto AlegreDois corpos carbonizados foram encontrados, segundo o Corpo de Bombeiros.

Pelo menos outras seis pessoas ficaram feridas, de acordo com policiais e bombeiros: um motociclista foi socorrido após ser atingido por uma placa de trânsito. Cinco cidadãos que estavam no ponto ou dentro do ônibus também se machucaram.

No X, Nunes diz: “Lamento profundamente o acidente envolvendo a queda de uma aeronave de pequeno porte que atingiu um ônibus na Avenida Marquês de São Vicente. Disponibilizamos todas as estruturas de atendimento para socorro às vítimas”.

https://twitter.com/ricardo_nunessp/status/1887824510524477947

Tarcísio de Freitas, por sua vez, também lamentou o acidente e afirmou que as duas mortes confirmadas são do piloto e do copiloto da aeronave: “Vale destacar a atuação rápida do Corpo de Bombeiros que em poucos minutos apagou as chamas do acidente, evitando que a tragédia fosse ainda maior. Meus sentimentos aos familiares e amigos das vítimas”.

Leia também: Polícia Militar prende cinco homens descarregando carga furtada em Carapicuíba


Fonte: TV Cultura – Imagem: Montagem/TV Cultura

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Polícia Militar apreende R$ 1 milhão em celulares na zona norte de São Paulo

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A Polícia Militar apreendeu 122 aparelhos iPhone novos, avaliados em aproximadamente R$ 1 milhão, na manhã desta quarta-feira (29), durante patrulhamento no bairro Parque Novo Mundo, zona norte da capital paulista.

A equipe policial avistou um homem em atitude suspeita trafegando em um veículo e decidiu abordá-lo. Ao perceber a aproximação dos agentes, o condutor tentou fugir, mas foi interceptado. Durante a revista, os policiais encontraram os celulares sem documentação e sem comprovação de procedência.

O caso foi encaminhado ao 73º Distrito Policial, onde será investigado. A Polícia Federal também será acionada para apurar a origem dos eletrônicos e verificar uma possível conexão com um roubo de carga recente ocorrido na região.

A apreensão reforça os esforços das forças de segurança pública no combate ao crime organizado e ao comércio ilegal de produtos eletrônicos na capital paulista.

Leia também: Barueri é a cidade com maior redução de mortes no trânsito, aponta o Infosiga


Foto: Divulgação/PMESP

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Carnaval de rua de São Paulo bate recorde, com 767 blocos inscritos

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O Carnaval de rua de São Paulo bateu recorde no número de blocos inscritos: 767 no total. Ao todo, estão previstos 860 desfiles nas ruas da capital, já que um bloco pode se apresentar mais de uma vez.

Até o ano passado, o maior número de blocos inscritos tinha sido 2020, com 644. Depois veio a pandemia, quando a cidade ficou dois anos sem desfiles. Em 2023, foram 475 inscritos e, em 2024, 579.

O período tradicional dos desfiles dos blocos de rua começa no pré-carnaval, em 22 de fevereiro, e termina no pós-carnaval, em 8 e 9 de março. Em 2025, o Carnaval começa no sábado, 1º de março, e a quarta-feira de Cinzas cai no dia 4 de março.

“Estamos prontos para receber todos os foliões com um Carnaval ainda mais seguro e bem estruturado. O trabalho da SPTuris é garantir que o evento seja acessível e divertido para todos, e cada detalhe foi planejado com muito cuidado para garantir a segurança e o conforto de quem estará nas ruas”, disse, em nota, Gustavo Pires, presidente da SPTuris.

A prefeitura, por meio da SPTuris, é responsável pela organização da festa de rua, desde a inscrição dos blocos até a implementação das normas de segurança. Segundo a gestão municipal, as descrições e trajetos dos blocos devem ser publicados nos próximos dias, no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.

Leia também: Prefeituras de Carapicuíba e Barueri anunciam obras conjuntas para melhorias na mobilidade e segurança


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Tarifa de trem e metrô em SP sobe por R$ 5,20; Ônibus na capital vai a R$ 5 a partir desta segunda-feira (6)

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As tarifas de transporte público no estado de São Paulo foram reajustadas e passam a valer a partir desta segunda-feira (6). O preço das passagens de trem e metrô subiu para R$ 5,20, representando um aumento de R$ 0,20 em relação ao valor anterior.

Na capital paulista, o valor da passagem de ônibus também foi reajustado, passando de R$ 4,40 para R$ 5. Este aumento ocorre após quatro anos sem alterações no preço.

A SPTrans, empresa responsável pelo transporte municipal, informou que os créditos adquiridos no Bilhete Único até o dia 5 de janeiro poderão ser utilizados com o valor antigo de R$ 4,40 por um período de até 180 dias. Após este prazo, será aplicado o novo valor de R$ 5.

O reajuste das tarifas reflete a atualização dos custos operacionais e de manutenção do sistema de transporte público, segundo as autoridades responsáveis.

Leia também: Municípios paulistas têm deslizamentos e alagamentos devido às chuvas


Foto: Arquivo/Governo de SP

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SP: Justiça dá prazo para prefeitura explicar alta da tarifa de ônibus

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O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a prefeitura explique o aumento da passagem nos ônibus municipais, determinado pelo Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) no último dia 26. O bilhete passará a ser de R$ 5 em janeiro.

A prefeitura tem prazo até a tarde desta segunda-feira (30) para prestar os esclarecimentos. A decisão judicial acolhe parcialmente uma ação de parlamentares da oposição, porém não proíbe nem suspende o aumento, conforme solicitado.

Os autores da ação questionam a falta de uma discussão sobre o tema em audiências públicas.

Segundo a decisão do juiz Bruno Cassiolato, “a despeito da realização do estudo técnico, a reunião na qual ele foi elaborado e sustentado deve ser realizada de acordo com as determinações legais que a ela possam conferir transparência, segurança e participação popular”.

Procurada, a prefeitura informou não ter sido intimada da decisão. “Quando isso acontecer, tomará as providências judiciais cabíveis, no prazo judicial conferido”.

“Por outro lado, cumpre ressaltar que o pedido dos autores populares de suspensão dos efeitos da reunião do CMTT de 26/12/2024 não foi acolhido pela Justiça. Foi concedido o prazo de 48 horas (a contar da notificação) para apresentação das respostas ao ofício do vereador encaminhado em 27/12/2024 à Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT)”, acrescentou

Durante a reunião do CMTT, os membros aprovaram o reajuste, pois os valores atuais da tarifa equivalem aos de 2019, ano do último reajuste. O custo para manter o sistema é de aproximadamente R$ 1 bilhão, de acordo com dados apresentados.

Entre os argumentos usados pela SPTrans para convencer sobre a necessidade do reajuste, está a parcela de usuários beneficiados pela gratuidade. De 2019 a 2024, os pagantes equivalem sempre a, pelo menos, metade dos passageiros. 

Leia também: PSOL/Rede enfrenta ações por suposta fraude na cota de gênero em Osasco, revela O Globo


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Luiz Fernando Machado, prefeito de Jundiaí, será secretário na gestão Ricardo Nunes em São Paulo

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O prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado (PL), está cotado para assumir a secretaria-executiva de Desestatização e Parcerias na nova gestão do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). O anúncio oficial, a pedido de Machado, só deverá ser feito em janeiro.

A pasta foi criada por João Doria durante sua gestão na Prefeitura de São Paulo e ganhou o apelido de “joia da coroa” devido à sua relevância. Contudo, perdeu prestígio durante a gestão de Bruno Covas, tornando-se uma secretaria-executiva subordinada à Secretaria de Governo, configuração que permanece até hoje. Atualmente, a secretaria é chefiada por Clodoaldo Pelissioni, que será remanejado para a pasta de Planejamento e Eficiência.

Com a nomeação de Machado, Ricardo Nunes avalia que o Partido Liberal (PL) está devidamente contemplado em sua gestão. Além da secretaria-executiva, o partido já ocupa a vice-prefeitura, com o coronel Ricardo Mello Araújo, que acumula a secretaria-executiva de Projetos Estratégicos, e a Secretaria de Meio Ambiente, liderada por Rodrigo Ashiuchi, prefeito de Suzano.

Apesar disso, parte da bancada do PL na Câmara Municipal está insatisfeita, defendendo que o partido deveria comandar mais uma pasta no segundo mandato de Nunes. O PL havia solicitado a Secretaria de Educação, mas o prefeito optou por manter Fernando Padula no cargo.

A informação foi publicada pela coluna Painel da Folha de S. Paulo.

Leia também: PSOL/Rede enfrenta ações por suposta fraude na cota de gênero em Osasco, revela O Globo


Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Rogério Lins deve assumir Secretaria de Esportes de São Paulo após deixar Prefeitura de Osasco

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Rogério Lins (Podemos), que concluirá seu segundo mandato como prefeito de Osasco em 31 de dezembro, está prestes a assumir um novo desafio na capital paulista.

Segundo a coluna de Igor Gadelha, do jornal Metropóles, ele deverá ser nomeado secretário de Esportes no governo do prefeito reeleito Ricardo Nunes (MDB), que iniciará seu segundo mandato à frente da Prefeitura de São Paulo no dia 1º de janeiro de 2025.

Durante sua gestão em Osasco, Lins consolidou importantes avanços e encerra sua administração com a vitória de seu sucessor, o deputado estadual Gerson Pessoa (Podemos), nas eleições municipais. A continuidade de sua base política na cidade metropolitana fortalece sua trajetória como uma das principais lideranças da região.

Ricardo Nunes, por sua vez, foi reeleito no pleito de outubro deste ano e inicia seu segundo mandato com a promessa de ampliar as políticas públicas em diversas áreas, incluindo o esporte. A experiência de Rogério Lins como gestor público e sua influência na Grande São Paulo são apontadas como fatores que contribuíram para o convite para integrar o secretariado da capital.

A expectativa é que, à frente da Secretaria de Esportes, Lins desempenhe um papel estratégico na ampliação de programas esportivos e de inclusão social em São Paulo, além de reforçar parcerias entre a capital e municípios vizinhos.

Leia também: Pesquisa: 49% dos brasileiros acreditam que país vai melhorar em 2025


Foto: Montagem/Reprodução

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Tarifa de ônibus na capital paulista sobe para R$ 5 em janeiro

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A prefeitura de São Paulo fechou em R$ 5,00 a tarifa básica dos ônibus da capital. O valor, que teve 13,6% de reajuste, passará a ser cobrado no dia 6 de janeiro.

O preço atualizado do bilhete seguirá para a Câmara Municipal dos Vereadores, conforme estabelece a legislação. Em nota, a prefeitura lembrou que todas as gratuidades existentes continuam mantidas, assim como a integração do passageiro em até quatro ônibus dentro de um período de três horas.

A gestão municipal já havia antecipado nesta quinta-feira (26), mais cedo, que o preço da passagem deveria ficar entre R$ 5,00 e R$ 5,20. A definição ocorreu após reunião de representantes da prefeitura e da São Paulo Transporte (SPTrans).

Em conferência pública que reuniu membros do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), transmitida pela internet, durante a manhã, a superintendente de Receita e Remuneração da SPTrans, Andréa Compri, afirmou que o aumento se justifica porque os valores praticados atualmente equivalem aos de 2019. Destacou ainda, em sua apresentação, junto a outros registros do sistema de transporte, que o custo para mantê-lo este ano foi de aproximadamente R$ 1 bilhão.

Entre os argumentos usados pela SPTrans para convencer sobre a necessidade do reajuste, está a parcela de usuários beneficiados pela gratuidade. De 2019 a 2024, os pagantes equivalem sempre a, pelo menos, metade dos passageiros. Este ano, foram 50%, enquanto os passageiros que têm gratuidade formavam uma parcela de 28% e os de transferências ônibus-ônibus, sem acréscimo tarifário, respondiam por 22%.

Leia também: Governo de SP repassa mais de R$ 752 milhões aos municípios paulistas em ICMS


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Preço de enterros triplica após concessão de cemitérios em SP

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A concessão da gestão dos cemitérios municipais à iniciativa privada, repassada às administradoras em março do ano passado, elevou os preços dos enterros e cremações na cidade de São Paulo. Levantamento do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) mostrou que os valores de pacotes para realização do funeral mais que triplicaram em cemitérios da cidade após a concessão.

Quatro empresas assumiram a administração do serviço funerário na capital paulista. Ao todo, são 22 cemitérios públicos e um crematório. Os contratos preveem que as concessionárias são responsáveis pela operação dos serviços, gestão, manutenção, exploração, revitalização e expansão das unidades. A vigência do contrato de concessão é de 25 anos.

“A principal questão é o valor do serviço que aumentou muito. Essa é a principal denúncia que existe, os preços são exorbitantes. E é facilmente comprovado pela tabela que eles próprios [empresas] divulgam”, disse o secretário de assuntos jurídicos do Sindsep, João Batista Gomes. Ele avalia que a alta nos preços está diretamente ligada à concessão das unidades. O levantamento contempla as duas empresas que disponibilizam os valores no site, cujas concessões abrangem 11 cemitérios.

Ele relatou que a privatização prejudicou também o encaminhamento de denúncias, já que todos os servidores municipais foram deslocados e substituídos por funcionários das empresas. “Esses trabalhadores até tem sindicato, mas é muito frágil a relação [de trabalho] deles. Então o pessoal tem medo de denunciar”, disse Gomes.

O vereador Hélio Rodrigues afirma que, desde o início da concessão, recebeu inúmeras denúncias sobre os cemitérios e as cobranças indevidas realizadas pelas concessionárias. Ele reiterou a relação entre a privatização e o encarecimento do serviço. “Sem dúvida, esses reajustes são consequência da concessão. Também existem muitos relatos de cobranças de valores diferentes do que consta nas tabelas oficiais e falta de transparência em relação aos valores praticados”, relatou.

“Também tivemos muitas denúncias dos trabalhadores, como é o caso dos jardineiros e empreiteiros autônomos que prestam serviços nos cemitérios e estão regulamentados por uma portaria do município, mas sofrem assédio frequente das concessionárias que dificultam seu acesso aos locais, abordagem a famílias e a realização de seus trabalhos. Nosso mandato conseguiu a renovação da autorização de trabalho até dezembro de 2024”, acrescentou.

Os encaminhamentos do parlamentar incluem ofício para a Secretaria Nacional dos Direitos do Consumidor noticiando a cobrança indevida de diversos serviços, como a tanatopraxia (um tipo de limpeza do corpo) em duplicidade, e representações ao Tribunal de Contas do Município (TCM) sobre auditoria nos cemitérios.

O TCM reconheceu a falta de informações divulgadas pelas empresas acerca da gratuidade e dos preços dos funerais aos munícipes. O tribunal reconheceu também o descumprimento de uma comunicação visível e de fácil acesso aos munícipes informando que não são obrigados a contratar o serviço de jardinagem e manutenção dos jazigos diretamente com a concessionária, e que eles têm a livre escolha de contratação de profissionais autônomos.

Até janeiro deste ano, as concessionárias atuaram com acompanhamento do Serviço Funerário do Município de São Paulo, como parte da fase de implementação. A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo (SP Regula) é responsável pela fiscalização e gestão contratual das concessões.

Prefeitura

A prefeitura de São Paulo informou, em nota, que a qualidade dos serviços e o cumprimento de todas as cláusulas contratuais da concessão são monitoradas periodicamente pela SP Regula. “É fundamental que os munícipes formalizem as reclamações ou sugestões por meio da Ouvidoria Geral do Município, do site da SP Regula ou pelos canais de atendimento SP156. Todos os casos são rigorosamente apurados”, diz a nota.

“O funeral social (pacote mais barato comercializado hoje) custa R$ 566,04, ou seja, 25% mais barato do que o pacote ‘Jasmim’, que era o mais barato antes da concessão (R$ 754,73). Os demais pacotes mantiveram os preços de 2019, com apenas a correção prevista no primeiro ano de contrato”, acrescentou a prefeitura.

A nota diz ainda que “desde o início da concessão, houve avanços na qualidade dos serviços, com a implementação de padrões mínimos para urnas funerárias e cinerárias, definição do tempo de velório e monitoramento do corpo”.

Celso Vitor Souza, de 61 anos, disse que a concessionária do cemitério Vila Nova Cachoeirinha não presta informações que esclareçam sobre as antigas concessões de uso de jazigo, feitas antes da concessão dos cemitérios à iniciativa privada. Este é o caso de sua família, que está sendo cobrada em R$ 20 mil para renovação da concessão de uso. No local, foram enterrados os pais e irmão de Celso.

“Em julho deste ano, a família foi realizar a exumação [do meu irmão] e foram impedidos. Os agentes funerários alegaram que a concessão venceu e era necessário o pagamento de R$ 20 mil. Procurei a Defensoria Pública, que exigiu as informações por escrito. Só então foi permitida a exumação. No entanto, até o momento continuo sem saber quais são os meus direitos com relação ao túmulo da família”, relatou Celso.

Leia também: Obras do novo quartel da Guarda Civil Municipal de Santana de Parnaíba seguem em ritmo acelerado


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Fórmula 1 injetará R$ 2 bilhões na economia paulistana, estima SPTuris

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A São Paulo Turismo (SPTuris), empresa da prefeitura da capital paulista, estima que o Grande Prêmio de Fórmula 1, que ocorrerá neste fim de semana, com atividades nos dias 1º, 2 e 3 de novembro, deverá injetar cerca de R$ 2 bilhões na economia do município. A projeção supera a cifra de R$ 1,64 bilhão alcançada no evento em 2023.

“O GP São Paulo Fórmula 1 tem um destaque natural na estratégia de atrair público do interior paulista, de outros estados e do exterior. Trata-se de um turista fiel, que consome produtos e serviços da cidade, aquecendo de forma democrática diversos setores econômicos e, como consequência, com impacto social positivo por meio da geração e manutenção de empregos”, destacou o presidente da SPTuris, Gustavo Pires.

Para a corrida deste ano, a cidade investiu R$ 37 milhões em reformas, como o recapeamento completo do asfalto do Autódromo de Interlagos e outras obras de infraestrutura. Também está em construção o novo Hospitality Center, espaço de 22 mil metros quadrados que dará visão privilegiada para o miolo do autódromo e para os palcos de shows.

Perfil do público

Pesquisa do Observatório de Turismo e Eventos (OTE), da SPTuris, com apoio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizada no GP de São Paulo em 2023, mostrou que os argentinos formam a maior parte do público estrangeiro que visitou o autódromo durante a última corrida da Fórmula 1, seguidos dos chilenos, colombianos e uruguaios. 

Depois, os que mais marcaram presença foram os peruanos, suíços, paraguaios, bolivianos e os estadunidenses. No total, os estrangeiros ocuparam, em 2023, 12,2% dos lugares no autódromo. 

Já entre os brasileiros, a maioria do público no autódromo foi de paulistas (62,8%), seguidos pelos mineiros (8,3%), paranaenses (7,2%), catarinenses (5%) e gaúchos (3,6%). Os turistas do Rio de Janeiro somaram 3% do público que esteve nas arquibancadas.

Leia também: SP atinge novo recorde de empresas abertas e tem quarta marca histórica em 2024


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Reproduçõa/X/Red Bull Racing

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